Mottos for Success

Monday, October 20, 2014

Continue Acreditando

D. Brandt Berg

Tive um lindíssimo sonho sobre fé. Eu e Maria íamos caminhando de mãos dadas, sozinhos, mas, por estranho que pareça, íamos por uma rodovia que atravessava uma região semidesértica, despovoada e descampada.

Parecíamos estar um pouco perdidos e procurando algo, procurando o lugar para onde íamos, ou pelo menos algum sinal de civilização, e estávamos quase um pouco inquietos, preocupados, receosos e apreensivos porque parecia estarmos tão longe, no meio do nada e não chegando a lugar nenhum. Íamos caminhando, esperando ver algum sinal de vida e carros, mas não havia nada.

Foi então que, de repente, chegamos a uma pequena estrada branca, como se fosse de concreto branco, e estreita. Parecia mais uma estradinha particular, indo para a esquerda e descendo um pequeno declive. E a uns cem metros ou algo assim havia uma espécie de lindo pórtico ornamental, que só por si era um edifício. Parecia um portal de castelo, com o castelo construído em volta e o portão passando por ele como um túnel.

E vi imediatamente que era a casa de um clube, uma espécie de clube de campo. Tínhamos encontrado, por acaso, um maravilhoso clube de campo com um lindo campo de golfe, que parecia se estender quase até o horizonte. Por isso, ficamos muito felizes por ter encontrado algum sinal de civilização, e fomos pela estradinha pavimentada de branco em direção ao portal aberto, sem encontrar ainda nenhum sinal de vida, ninguém por ali.

Quando atravessamos o estacionamento e chegamos ao lindo gramado, vimos uma longa fila de árvores ao longo de uma estrada ladeada de árvores altas alinhadas de ambos os lados que conduzia a uma linda cidadezinha de campo ao longe, a qual parecia ficar a apenas uns dois quilômetros de distância.

Mas, nesta altura, eu já estava muito, muito cansado, porque, pelo visto, tínhamos caminhado muito. Mesmo um par de quilômetros que fosse, ou uma milha ou duas, parecia um longo caminho. Então, olhei anelante para a linda cidadezinha rural à distância e depois para a Maria de uma forma um tanto interrogativa, como se perguntasse: "Como ainda vamos andar tudo isso para chegar lá?”

Então, por alguma razão, ocorreu-me que, num lugar assim civilizado e com um clube de campo, deveria haver algum transporte público. E, como que levado por essa orientação ou fé, olhei em volta, na direção do clube. E, como não podia deixar de ser, exatamente quando me virei e olhei para trás, vinha chegando um ônibus, como um ônibus de cidade ou de interior, talvez um ônibus rural ou interurbano, vindo da mesma rodovia por onde nós viéramos, e descendo a linda estradinha pavimentada de branco que levava até o arco do clube. Aí parou para descerem e subirem passageiros.

Nossos corações pularam de alegria quando pensamos: "Graças a Deus, um ônibus! Assim não vamos ter que ir a pé para a cidade, podemos pegar o ônibus!" Começamos a andar rápido em direção à estrada pela qual ele seguiria para a cidadezinha. Mas, pelo visto, não tínhamos agido rápido o suficiente! Tínhamos ficado ali parados, olhando para o ônibus tempo demais, olhando para ver o que dizia o letreiro na frente dele, para ver para onde ia, etc. Tínhamos ficado ali estudando a situação tempo demais e ele estava ganhando velocidade mais rapidamente do que esperáramos.

Começamos a correr, mas justo quando nos aproximávamos da linda estradinha que levava à cidade, de repente, o ônibus sumiu de vista, seguindo por uma pequena descida por detrás de uma pequena colina do campo de golfe. Ficamos muito desanimados porque vimos que não tínhamos agido tão rápido como deveríamos e ele estava se afastando.

Pensamos em gritar para que parasse, mas era praticamente tarde demais quando chegamos à estrada e o ônibus já tinha passado. Olhamos para a estrada e o vimos aparecer outra vez lá ao longe, descendo a linda estrada ladeada de árvores, por entre as árvores, e desaparecendo na distância, em direção à cidadezinha.

De repente, uma voz pareceu dizer: "Não tiveram fé suficiente."—Exatamente da mesma maneira como o Senhor fala em nosso coração, mas por vezes tão claramente que até parece que as palavras são realmente proferidas em voz alta. "Deveriam ter tido mais fé." Deveríamos ter gritado para o ônibus parar, deveríamos ter feito sinal para ele parar, reagido com mais rapidez e tido mais fé de que era um ônibus que podíamos pegar e que ia para a cidadezinha.

Quando finalmente decidimos que o ônibus ia passar por onde estávamos e descer a estradinha em direção à linda cidadezinha de interior, era tarde demais. Não tínhamos nos decidido rápido o bastante, não tínhamos corrido suficientemente rápido nem tínhamos chamado alto o bastante para o pegarmos. Por isso, foi embora e desapareceu pela pequena estrada, em direção à cidadezinha, e nós ficamos muito desanimados.

Havíamos perdido uma oportunidade de ouro, de finalmente pegar um transporte e não termos que andar mais, quando estávamos tão cansados e praticamente exaustos. Fiquei tão desapontado por ter perdido o ônibus que estava pronto para cair na grama e chorar. Estava tão triste, frustrado e desanimado.

Mas, de repente, escutei umas vozes que pareciam exatamente as de meu pai e minha mãe, exatamente como eles costumavam cantar juntos estes dois lindos coros:

Siga acreditando no Senhor,
Ele responde à oração.
Dores e males já vão passar,
Não tema nada Jesus perto está.

A tempestade já vai passar,
O arco-íris já vai brilhar.
Creia em tudo que Ele prometeu;
Acreditando e louvando a Deus.[1]

E o outro estribilhozinho que começa exatamente com as mesmas palavras:

Continue acreditando, Jesus está aqui!
Continue acreditando, não há nada a temer!
Continue acreditando, este é o caminho,
Sempre seguro, de dia ou de noite.[2]

Olha, se não fossem aquelas duas canções, acho que quase teria desistido! Mas senti-me encorajado a não desistir nem ficar desanimado por que o Senhor ainda estava conosco e ia ajudar-nos, apesar de termos sido fracos na fé e não termos tido fé suficiente para agirmos com rapidez e aproveitado a nossa oportunidade e a provisão de Deus. Deus ainda assim iria cuidar de nós. Lembro-me de meus pais cantarem juntos essas canções muitas vezes durante a minha infância para levantar-nos o ânimo e nos encorajar.

E comecei a pensar como a vida é tão parecida com aquele sonho e quantos de nós passamos por experiências tão desoladoras, errando pelos ermos deste mundo seco, escarpado, rochoso, áspero, totalmente perdidos, vagueando pelas colinas em busca de algo, algo que não sabíamos o que era, mas sentindo-nos perdidos, sabendo que precisávamos encontrar algum lugar, ir a algum lugar, e parar de vaguear por esse deserto de uma vida solitária, longe de amigos e entes queridos, da humanidade, quase parecendo separados do próprio Deus.—Quando, de repente, apareceu na nossa frente uma linda estradinha branca que, para mim, simboliza o caminho da salvação.

Nós entramos por acaso no caminho certo e pelo portão certo, pela porta — que, claro, é só Jesus. Ficamos muito salvos, num certo sentido, e muito aliviados e felizes por termos encontrado o caminho para aquele maravilhoso novo mundo da deslumbrante e quase divina estradinha que seguia por entre as árvores, em direção à linda cidadezinha rural lá ao longe. Esta, na ocasião, no sonho, quase nos pareceu o céu, e talvez representasse mesmo o céu.

Mas nós estávamos exaustos, muito cansados, e buscando o caminho certo por onde seguir, esperando pegar alguma carona ou transporte, e ali chegou ele! Demoramos demais para acreditar. Às vezes, podemos ver a vontade de Deus e a Sua mão pronta para ajudar-nos e, contudo, não a pegamos rápido o suficiente, não estamos orando o suficiente, não temos fé suficiente, e foi o que nos disse a voz quando perdemos o ônibus:

"Vocês não tiveram fé suficiente! Deviam ter tido mais fé." Devíamos ter gritado para que parasse, acenado para que parasse. No momento em que vimos aquele ônibus, devíamos ter corrido para pegá-lo e chamado em alta voz para que esperasse por nós, porque algumas oportunidades só acontecem uma vez e depois desaparecem.

De certa forma, parece que o ônibus representava a vontade de Deus para nós, o meio mais rápido de chegarmos ao nosso destino, a maneira mais fácil no poder do Seu Espírito e não na energia da nossa carne.—Levados pelo potente motor daquele ônibus, a vontade de Deus, em vez de termos que nos arrastar com as nossas pobres pernas cansadas, na força fraquinha da nossa carne.

Se tivéssemos tido mais fé teríamos corrido e gritado para que nos ajudassem e entrado no ônibus da vontade de Deus, seguindo na direção em que Ele queria que nós fôssemos. Poderíamos ter pegado o ônibus da vontade de Deus que teria nos levado com facilidade e potência para o nosso destino celestial naquela cidadezinha lá à distância. Parecia as colinas e campos gramados do próprio céu, e aquela aldeia do interior lá ao longe, uma linda cidadezinha que representava um lugar de destino celestial

Portanto, este sonho teve certamente uma lição para ensinar: que apesar de terem deixado os ermos desérticos do pecado, sua vida passada e entrado pelo lindo portão aberto da salvação, caminhado pelo caminho branco e estreito do Senhor para a salvação e passado por aquele portão — a porta aberta de Jesus — para o mundo celestial totalmente novo das nossas vidas n’Ele, ainda podem perder as oportunidades de ouro de serviço, enviadas por Deus, por não terem a fé que deveriam para agir rapidamente quando surge uma oportunidade e correr para pegar a oportunidade de ouro das portas abertas que Ele lhes deu. Mas esperam demais, hesitam até perderem a coisa, ficam ali debatendo se é realmente o que devem fazer, se essa é a direção certa e se devem agir e correr para aproveitar a oportunidade, entrar e ir naquela direção

Se tiverem falhado, de alguma forma, a vontade de Deus e a Sua suprema e melhor vontade; se parecer que todas as oportunidades de ouro que Ele lhes ofereceu se foram e sumiram na distância, deixando-os sós e solitários, tristes, desanimados, desencorajados, derrotados e quase desesperados e nas últimas, não desistam! Prestem atenção às vozes celestiais que estão cantando para encorajá-los e dizer-lhes que a esperança não acabou. Ainda há esperança. Ainda há uma oportunidade. Talvez o Senhor vá mandar outroônibus e até possam pegar um que venha um pouco mais tarde.

Talvez tenham perdido o primeiro e não tenham chegado ao seu destino tão depressa como deveriam, mas talvez não tenham perdido o último, graças a Deus. O Senhor ainda vai ser misericordioso com vocês e enviar outro para que possam seguir a Sua direção, que os levará ao serviço do Senhor, levados pelo poder, o amor e a vontade de Deus até onde Ele quer que vão, com a facilidade do poder do Seu Espírito. O seu Salvador é o vencedor e os ajudará a vencer e a triunfar sobre a sepultura e sobre tudo. Talvez precisem muito simplesmente se enterrar mais na Palavra de Deus para encorajar a sua fé. "A fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus.”[3]

Então, sigam acreditando, nunca desistam. Sigam acreditando, não fiquem desanimados. Sigam acreditando, não desistam. Sigam sempre em frente. Continuem agarrando-se às promessas de Deus. Continuem firmando-se nas promessas e façam o que fizerem, continuem seguindo sempre por Jesus. Nunca parem, nunca desistam, nunca fiquem desencorajados. Não percam a fé só porque acham que perderam o último ônibus. Continuem esperando no Senhor um pouco mais e Ele lhes enviará outro ônibus, outra oportunidade, outra chance.

Se estiverem verdadeiramente arrependidos e quiserem mesmo achar a vontade de Deus, tenho certeza que Ele enviará outro ônibus de oportunidade de ouro para pegá-los e levantá-los, levantar os seus espíritos, encorajá-los, inspirá-los, fortalecê-los, curá-los e levá-los no poder do Seu Espírito para a gloriosa vitória de seu destino celestial. Continuem acreditando! Rápido! Tenham fé! Peguem o ônibus!

Publicado originalmente em setembro de 1982. Adaptado e republicado em junho de 2013. Tradução Denise Oliveira.


[1] De "Keep On Believing,"[Siga Acreditando] de Frank C. Huston (1871–1959), em tradução livre.

[2] Adaptação de "Keep On Believing," por Lucy Milward Booth e Mildred Duff, 1901, em tradução livre.

[3] Romanos 10:17.

Christ in Us: Our Hope of Glory

By D. Brandt Berg

Audio length: 10:09
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You cannot hide a happy, useful, helpful, shining spirit; it radiates on everybody the same light, the same joy. People see it and say, “You have such a light on your face; you seem so happy, you just shine. You’re always smiling!” It just radiates.

Happiness is what you make it. It’s a law of God just like gravity that you don’t get happy by trying to make yourself happy or trying to get somebody else to make you happy, but you get happiness by trying to give it to other people. You don’t find happiness by chasing it. You go around trying to make others happy, then happiness will find you; it will chase you and catch up with you and make you happy.

There is a little saying that love isn’t love till you give it away. What does it mean? Love isn’t real love until you are spending your time trying to give love to others.—Not trying to get love. That’s not love; that’s selfishness and wanting selfish satisfaction.

When you’re down in the dumps and you’re tearful and you’re a sad sack, you want everybody to be miserable with you; you want everybody else to sympathize with you and be sad with you. “How dare they be happy when I’m so sad? How can you be cheerful when I’m down in the dumps? Come on down here in the dumps with me! Don’t you dare be happy when I’m sad!” It’s pitiful. It’s human nature. But it’s godly nature, it’s spiritual nature, it’s the nature of Jesus to try to lift others up and encourage them and cheer them up even when you don’t feel like it.

The trouble is, I've found many people blame all their troubles on somebody else. They go around all their lives looking for somebody to make them happy instead of trying to find somebody they can make happy. It’s a common reaction to try to blame your problem on everybody else. “Why me, Lord? I didn’t do it; they did it to me! It wasn’t my fault. It’s his fault, her fault! They’re the ones to blame! They’re the ones that made me feel like this.” Because you’re sad and you’re unhappy, you may not even realize it, but you’re trying to bring everybody down with you.

My, how we love sympathy when we’re down, when sometimes that’s the last thing in the world we need. Somebody needs to come along to wake us up out of our lethargy and our stupor of self-pity and self-sympathy so we can get our minds on the Lord and His work and others and forget our stinking self! You’ll never get the victory by looking at yourself. There’s nobody that drags me down worse than me and myself, my own foul spirit.

Different denominations have different doctrines about getting the victory. Some believe that everybody’s got a good self and a bad self, and the only way to get the victory is to get the good self on top of the bad self and hold him down. They call it the doctrine of suppression, that you’ll always have that good and bad self, and the only thing to do is to just hold the bad self down.

The Holiness people believe in the doctrine of eradication: “Yes, you’ve got a good and a bad self, and the only way to get the victory is to get rid of the bad self. Go through the process of entire sanctification. Have the bad self cut out and throw it away like a cancer so there’s nothing but good self left. This is the good me. This is my self, the real self, the good self. There’s no evil thing left in me now; I’m all good, just the good me.”

The true doctrine of the Holy Spirit is neither one. You don’t get the victory by holding down that bad self, that temptation, that weakness, by just trying to hold it down by your own strength and by your good self sitting on it. You’ll never get the victory that way. And you'll never get the victory by thinking that you can have God cut out the bad self and just leave the good self.

I want to tell you right now, there is no such thing as good self at all. Your self cannot be good, not any part of it! There’s no good thing in you. The apostle Paul said, “No good thing dwelleth in me.”1 The true victory is not yourself, but His Self, Himself, so that “it is not I that live, but Christ that liveth in me.”2 The doctrine of habitation, cohabiting with the Lord.

“There is none righteous, no, not one. All have sinned and come short of the glory of God.”3 You’re no better than me and I’m no better than you. There’s nobody any better than us except Jesus. He’s the only one who can be good, and without Him we’re nothing! We can’t be good without Jesus, we can’t be righteous; we can’t get the victory, we can’t overcome our weaknesses. Don’t try to chase out the darkness; let the light in. Let Jesus in and He’ll take care of the whole problem. Get your mind off self and let Jesus come in and let the life of Christ shine in you.

Let go and let God! Quit trying to be something you aren’t and can never be, and that’s righteous. Only Jesus can make you righteous. Just let Jesus in. As that old song says, “Lift your heart to heaven and His glory will come in. Let Jesus have possession, He’ll save you from your sin. Lift your heart to heaven and His glory will come in.”

“Let go and let God have His wonderful way, let go and let God have His way! He’ll fill with His Spirit and turn night to day, let go and let God have His way.”

None of us are good enough. Only Jesus is good enough, but He’s good enough for us all. So let the light in and the darkness will flee. What is the glory? It’s the Spirit of the Lord. It’s His Spirit, His glory, His Self.

In our school we used to have people complaining about evil spirits and demons and devils. “Oh, the Devil did this and the Devil did that, and he caused me this trouble, and he was the one that delayed me, and I have so much trouble with the Devil.” I’d say, “Your problem isn’t the Devil! It’s our own spirit that we have the most trouble with, not evil spirits.”

Don’t blame it on everybody else and evil spirits and even the Devil. You can be your own worst enemy! You may have conquered all the rest, but your own spirit is the most difficult to conquer, and the only way you’re ever going to conquer it is not to conquer it, but to let Jesus conquer it. He’s your best friend.

“Keep your eyes on Jesus, do not watch the waves. Keep your eyes on Jesus, 'tis faith in Him that saves. Keep your eyes on Jesus, His promises avail. Keep your eyes on Jesus, praise God, He cannot fail.”

So why not quit trying to succeed yourself. Quit trying to have the victory. Just let Jesus come in and let Him win it. Get your mind on the Lord. Get your mind on your job. Get your mind on helping others. Seek their happiness before your own. Have real, genuine, sacrificial, unselfish love. That’s love, not trying to make yourself happy or trying to get others to make you happy. Get your mind on Jesus. Ask Him to help you love Him so much you’ll love others so much you’ll forget yourself, and live for Him, live for others.

Why not get busy and work hard for Jesus, work hard for others, work hard to help other people? You’ll get so busy and so filled with His Spirit and so filled with His joy and His happiness that He gives you as a result of trying to make other people happy, that you’ll forget that self of yours and your own worst enemy and you’ll find that your best friend, Jesus, can do it all if you’ll just let Him.

“Christ in me, the hope of glory. So that the life which we now live in the flesh, we live by the grace of God. It is no longer I that live, but Christ that liveth in me.”4

Originally published June 1985. Adapted and republished February 2014.
Read by Bryan Clark.


1 Romans 7:18.

2 Galatians 2:20.

3 Romans 3:10,23.

4 Colossians 1:27; Galatians 2:20.