Does your faith need strengthening? Are you confused and wondering if Jesus Christ is really "The Way, the Truth, and the Life?" "Fight for Your Faith" is a blog filled with interesting and thought provoking articles to help you find the answers you are seeking. Jesus said, "Seek and ye shall find." In Jeremiah we read, "Ye shall seek Me, and find Me, when ye shall seek for Me with all your heart." These articles and videos will help you in your search for the Truth.

Saturday, October 11, 2014

Friday, October 10, 2014

Carne ou Espírito?

http://anchor.tfionline.com/pt/post/carne-ou-espirito/
D. Brandt Berg

A mais ardorosa controvérsia religiosa que já se viu no mundo tem sido sempre entre as religiões do tipo “você consegue” (por esforço próprio) e a aquela segundo a qual só Deus pode salvar o ser humano. A humanidade tem tentado alcançar a salvação com uma mínima ajuda de Deus para não precisar agradecer muito e assumir todo o mérito, fazer o que bem entende e seguir o seu próprio caminho.

O primeiro homicida que já existiu era um adepto da religião do faça–você-mesmo. Ao matar Abel, um homem que confiava em Deus, Caim deu início à perseguição da verdadeira reliigão pela falsa religião. Caim era religioso, muito pio. Esforçava-se sobremaneira para salvar-se por seu próprio esforço, inclusive oferecendo sacrifícios a Deus e dizendo adorá-lO. Queria muito que Deus o ajudasse a alcançar a salvação. Mas por melhor que fizesse, não bastava.

Ele não agia à maneira de Deus, mas à maneira das religiões falsas, todas dependentes da justiça própria e do seu próprio caminho. A maioria delas diz adorar a Deus e buscar uma ajudinha dEle para alcançarem o Céu, mas se esforçam tanto que, na sua opinião, merecem a salvação, com ou sem a ajuda de Deus. E ficam ofendidas caso Ele aparentemente não valorize devidamente a sua bondade. “Olha, Deus, veja tudo o que fiz por Você. Eu acho até que mereço uma medalha. Eu realmente mereço ser salvo. Se Você for salvar alguém, esse alguém deveria ser eu. Se alguém vai chegar ao Céu, com certeza deveria ser eu!”

Abel, por outro lado, atendia ao que Deus lhe pedia, “e ofereceu a Deus sacrifício mais excelente do que Caim”, o sacrifício de fé pura na Palavra de Deus. Ele acreditava no sacrifício de sangue de um cordeiro, simbolizando a salvação apenas por meio do sangue de Cristo, em uma demonstração de confiança em Deus, só na Sua justiça, mais nada. Sabia que era estritamente uma dádiva.

Caim, um homem que cresceu às suas próprias custas, um religioso dedicado seguindo a sua própria forma de adoração completamente sem sentido, fez papel de tolo com todo o seu esforço. E ficou furioso ao ver a sua hipocrisia desmascarada dessa forma. Foi um golpe muito duro depois de todo o seu trabalho e esforço na carne, do seu raciocínio legalista, das suas exigências pela salvação com base em suas obras, e de sua insistência em fazer à sua maneira. Por isso quis pôr fim à terrível verdade de que a sua religião não poderia salvá-lo, e então matou o homem cuja fé simples na graça de Deus o desmascarou.[1]

Assim começou a grande batalha entre o orgulho e a humildade, os religiosos legalistas e os pecadores salvos, a guerra permanente que tem sido travada desde então entre a Babilônia carnal e a Jerusalém espiritual, a carne e o Espírito, as obras e a fé, a lei e a graça, o ego e Deus.

O resultado é um dos maiores mal-entendidos e uma das interpretações mais errôneas das Escrituras até hoje. Desde então as pessoas têm tentado se salvar dando o mínimo mérito a Deus e distorcendo as Escrituras para provarem que é possível.

Pelo fato de Deus não poder ajudá-lo a ficar salvo e você não conseguir salvar-se sozinho – por mais que tente obter ajuda de Deus, e como não é possível servir a dois senhores -- você próprio e Deus -- e não é possível servir a Deus e a Mammon[2], os religiosos acabaram servindo a Mammon apenas, sem Deus. Resultado? Pereceram no Dilúvio dos juízos de Deus. Apenas Noé e sua família se salvaram, pela graça de Deus, dentro da Arca, um simbolismo do Cristo. As águas que destruíram aqueles que tanto se esforçavam pela salvação por meio de obras, salvou os que acreditavam em Deus e nEle confiavam.

Mesmo assim a humanidade não aprendeu. Como disse o grande historiador Toynbee: “A única coisa que aprendemos com a história é que jamais aprendemos com ela”.[3] Não demorou muito e voltaram à ativa, desta vez construindo uma torre para chegarem ao céu por seus próprios meios, se tornarem famosos e ganharem reconhecimento por sua grandeza. Mas também não funcionou, construíram a Torre de Babel, que significa confusão total. -- E nós temos sofrido dessa confusão de vozes e línguas desde então.[4]

Até Abraão tentou aprontar algumas para salvar a si e à sua posteridade. Mas Deus teve que lhe mostrar que era tudo por fé e pelo poder milagroso de Deus, não pela força da sua carne.[5]

Moisés tentou e caiu de cara no chão diante de Deus no deserto quando percebeu que não conseguiria por força própria. Os filhos de Israel tentaram e foram derrotados muitas vezes quando acharam que o seu próprio braço os salvaria.

Até mesmo Sansão percebeu que sem o poder de Deus ele era um fracote. E também Saul, Davi, e Salomão, todos eles descobriram que ao agirem por conta própria sempre fizeram asneiras, quando não admitiam que apenas Deus poderia salvá-los, que era tudo obra dEle e nada mais.[6].

Esse foi o pomo de discórdia entre os primeiros cristãos. Alguns acreditavam que bastava crer para ser salvo, já outros achavam ser preciso também guardar a lei. No caso dos cristãos de ascendência judia, eles não conseguiam evitar se considerar um pouco melhores do que os gentios, até mesmo entre os irmãos cristãos. “Mas é claro que acreditamos que Jesus é o Messias”, diziam, “mas ainda precisamos seguir a antiga Lei para ajudá-lO a nos salvar.” Paulo ficou tão enojado com essa detestável combinação de obras e graça que censurou Pedro publicamente por causa disso,[7] e passou a maior parte dos seus anos combatendo essa questão em epístola atrás de epístola.

Eu também passei alguns anos iludido quando ainda jovem na fé. Foram anos de inseguração e incerteza, sentindo-me desencorajado e derrotado até entender que bastava acreditar para ser salvo, mais nada. “Quem crê no Filho tem a vida eterna.”[8] Agora mesmo. Sem condições, sem obrigações de “se comportar e ir à igreja todos os domingos”, sem essa história de perfeição e santidade dos supostos santos farisaicos que se consideram melhores do que os outros.

Eu simplesmente não ia conseguir a salvação, e sabia. Parecia que quanto mais me esforçava para ser bom, pior eu ficava. “Quem me livrará do corpo desta morte? Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor.”[9] E é só isso, mais nada, nenhum outro meio. A sua própria justiça nada vale; suas boas obras de nada servem. Nada disso pode mantê-lo salvo, que dirá salvá-lo. Apenas Jesus pode fazê-lo. E Ele não só o salva, mas também faz a obra através de você. É tudo Jesus, nada do seu farisaísmo. Só Jesus. Foi um grande alívio, porque eu sabia que, se não fosse assim, jamais conseguiria ser salvo. Tinha que ser obra de Deus, eu simplesmente não conseguiria.

O problema com muitos cristãos hoje é que ainda vivem segundo o Antigo Testamento, com uma religião de obras. Quando nossos primeiros missionários foram para o Japão, o povo lhes perguntava, “Vocês são crsitãos do Antigo ou do Novo Testamento?” No início eles não entendiam o que queriam dizer, mas logo descobriram que cristão do Antigo Testamento significava aquele que enfatizava mais templos, catedrais, cerimônias, rituais e tradição, uma religião principalmente de obras. Já o cristão do Novo Testamento era o que enfatizava não prédios, pompa e as coisas que se vê, mas as coisas simples do cotidiano cristão, como Jesus e Seus discípulos faziam, e as coisas invisíveis do Espírito. Uma comparação e tanto, e uma grande verdade!

Muitas religiões e seus seguidores ainda vivem no passado, até mesmo dentro de um contexto pagão, herdado de muitos resíduos de idolatria e seu amor por edifícios, adoração a templos, sacerdócio e santidade, vestuário elaborado, cerimônias complicadas, tradições e superstições, e um poder ditatorial sobre as almas das pessoas, fazendo comércio delas por insistirem na salvação pelas obras – o seu tipo de obras, segundo a sua religião, aquele monopólio que dizem ter no reino de Deus.

Até mesmo Deus teve dificuldades de livrar os filhos de Israel da idolatria do Egito. Foi preciso guiá-los com Moisés, usando a Lei como professor, por meio de ilustrações e rituais infantis, exemplos físicos, como, por exemplo, o Tabernáculo, a Arca, o sacrifício animal, e o sangue de animais. Tudo isso exemplificando, ilustrando as realidades espirituais e verdades eternas. Ele estava usando comparações quase que ridículas, como flanelógrafos e canções com coreografia para demonstrar verdades espirituais para criancinhas. Precisou usar o que entendiam, coisas que lhes eram familiares com base nas religiões do Egito e de outras nações pagãs vizinhas, como um pai, tentando lhes mostrar as verdades espirituais autênticas da adoração madura que deveriam ter por Deus. Como diz o apóstolo, todas essas coisas foram “figuras verdadeiro”[10], exemplos, ilustrações das coisas invisíveis do Espírito.

Mas as figuras e sombras, as ilustrações do Antigo Testamento oferecem um estudo específico. Como diz Paulo, “Agora vemos em espelho, de maneira obscura... então conhecerei como também sou conhecido”. “Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino, raciocinava como menino. Mas logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino” “...Mas quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.”[11]

Paulo estava dizendo que até mesmo os dons do Espírito desta era iluminada são praticamente como brinquedos infantis de um Pai amoroso para Seus filhinhos simplórios para ajudá-los a conhecer a Ele e à Sua vontade. Quanto mais então são as lições físicas da adoração no Templo no Antigo Testamento brinquedos ainda mais infantis para crianças menores espiritualmente para ajudá-las a entender o amor do Pai.

Mas, “havendo Deus outrora falado muitas vezes, e de muitas maneiras aos pais pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho”[12]. E quando Jesus veio, disse à mulher junto ao poço em Samaria, “A hora vem em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai… mas vem a hora, e já chegou, em que os verdadiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, pois o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade.[13] É esse o estágio espiritual que hoje vivemos no Senhor.

Paulo vai além na sua epístola aos coríntios. Ele diz que virá o tempo quando veremos Jesus face a face e deixaremos os dons infantis da comunicação no Espírito. Pois, “havendo profecias cessarão; havendo línguas desaparecerão; havendo conhecimento, passará. Pois em parte conhecemos e em parte profetizamos. Mas quando vier o que é prefeito, então o que é em parte será aniquilado.”[14] Até mesmo o que conhecemos hoje é apenas uma amostra da gloriosa realidade por vir.

No Antigo Testamento havia as ilustrações; no Novo Testamento temos as verdades espirituais -- apenas por fé.[15] Mas quando Jesus voltar, nós O veremos como Ele é, e seremos literalmente como Ele, face a face, vivenciando plenamente as realidades de Deus e do mundo por vir. Aleluia. Agora temos a salvação por fé e no espírito, mas no futuro será uma realidade visível, tangível, com um novo corpo e um novo mundo, a plenitude.

Publicado originalmente em fevereiro de 1971. Adaptado e republicado em janeiro de 2013. Tradução Hebe Rondon Flandoli. Revisão Denise Oliveira. Copyright@thefamily.org

Footnotes:
[1] Gênesis 4:1–8.
[2] Mateus 6:24.
[3] Friedrich Hegel, German philosopher, 1770–1831.
[4] Gênesis 11:1–9.
[5] Gênesis 12:10–20, 20:1–18.
[6] Ver Êxodos, 1 e 2 Samuel e Juízes.
[7] Gálatas 2:11–21.
[8] João 3:36.
[9] Romanos 7:24–25.
[10] Hebreus 9:24.
[11] 1 Coríntios 13:10–12.
[12] Hebreus 1:1–2.
[13] João 4:21–24.
[14] 1 Coríntios 13:8–10.
[15] João 1:17.

Without Love, It’s Nothing

http://anchor.tfionline.com/post/without-love-its-nothing/
By D. Brandt Berg

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If I speak in the languages of humans and angels but have no love, I have become a reverberating gong or a clashing cymbal. If I have the gift of prophecy and can understand all secrets and every form of knowledge, and if I have absolute faith so as to move mountains but have no love, I am nothing. Even if I give away everything that I have and sacrifice myself, but have no love, I gain nothing.—1 Corinthians 13:1–31

*

If you do not have love, all your talents will ultimately profit you nothing.2 You have to be loving in the first place; you have to be sympathetic and understanding of people’s problems.

Christianity was not built on tough rules. It’s first of all built on love and consideration and sympathy and compassion. Jesus was tired out and tried to retire inside the house one day, but He looked out and there were thousands of people gathered there wanting healing. And He went out, it says, and He healed them all because He had compassion upon the multitude.3

If you do not have compassion, if you do not have love, if you are not motivated because “the love of Christ constraineth me” and you are sorry for people and you want to help them and you are trying to do the best you can, then you are not going to get anywhere.4 You have to have sympathy and understanding. You can be sweet, quiet, wonderful, faithful, loyal, diligent and hard-working, but it’s not enough if you do not seem to know people very well or the problems they face.

We need to have love for others and feel so sympathetic toward them that we could almost cry just thinking about them and try to do everything we can to help them and make it easy for them.

“We have not a high priest that cannot be touched with the feeling of our infirmities, but was in all things tempted like as we are.”5 He suffered the same things and went through the same things we do in our human condition.

I do not even think you can be a good salesman unless you have love. What makes a good salesman? Somebody who’s sincere, who’s sold on his product. He’s convinced that it will really be a help to the people he’s trying to sell it to and can convey that sincerity and the conviction that, “You have got to buy this, and I’m selling it to you at the least I possibly can to make it easier for you to do your job” or whatever it is.

I have seen some TV commercials that fall flat as a flounder. They try to really make it sound like they are concerned about you and your health, your beauty, your comfort. But real salesmanship, especially in our business of preaching the Gospel, has got to have love or it will never go over, it won’t sell.

We first of all have to have love. If we have not got love, it will profit us nothing and we can do nothing of lasting value.

People in leadership anywhere in the Lord’s work should be trying to save souls and trying to help the soul-savers. Really, sincerely, honestly concerned about them, not just doing some kind of formal, mechanical job, going through the motions without the power thereof.6 What’s the power? Love! Without that power, we have not got anything.

Love is the lifeblood of God’s work—the Spirit of God. As my mother used to say, if the baptism of the Holy Spirit is anything at all, it is a baptism of love.

*

God only uses broken people, broken lives, broken hearts, because only a broken heart gives you love and compassion for others. Only a broken life can help you sympathize with others. Only brokenness can give you humility.

If you show a real love for people, you will not have a hard time winning friends, winning the lost who need love. When we show love to the most despised, rejected, and discriminated classes of people in the world today, they respond with love. Love begets love! “And the greatest of these is love.”7 Of all the gifts outlined in 1 Corinthians 13, love was greater than any other—because God is love.

If the baptism of the Holy Spirit is anything, it is a baptism of love. It does not matter “whether you speak with the tongues of men and of angels,” without love, you would become “as sounding brass or a tinkling cymbal.” “Though you understand all mysteries and all prophecies and have faith to remove mountains...,” even if you have great faith, if you don’t have love, you’re nothing.8

“And above all, have fervent love one toward another.”9 “Love one another.”10 In Jesus’ message to His disciples at the Last Supper, before He was arrested, taken to jail, beaten and killed, what did He tell them? He talked about love, that love was the most important thing.11

“Above all thy getting, get love.”12 Wisdom is love, did you know that? Because God is wisdom, but He’s also love. “Love one another.” “Have fervent love one toward another.” What is the greatest commandment? To love God. What’s the next greatest? To love your neighbor as yourself! He said that’s like unto the first one.13 To love your neighbor is to love God. Without love, it’s nothing.

*

Love is always patient;
love is always kind;
love is never envious
or arrogant with pride.

Nor is she conceited,
and she is never rude;
she never thinks just of herself
or ever gets annoyed.

She never is resentful;
is never glad with sin;
she’s always glad to side with truth,
and pleased that truth will win.

She bears up under everything;
believes the best in all;
there is no limit to her hope,
and never will she fall.
Love never fails.
—1 Corinthians 13:4–814

Originally published in 1984 and 1969. Adapted and republished March 2014.
Read by Jerry Paladino. Copyright@thefamily.org

Footnotes:
1 ISV.
2 1 Corinthians 13.
3 Matthew 14:14.
4 2 Corinthians 5:14.
5 Hebrews 4:15.
6 2 Timothy 3:5.
7 1 Corinthians 13:13.
8 1 Corinthians 13:1–2.
9 1 Peter 4:8.
10 John 15:12.
11 See John 13:1, 34–35.
12 Proverbs 4:7.
13 Matthew 22:37–39.
14 ISV.

Argumento Cosmológico de Kalam em português

1. Tudo que começa a existir tem causa.
2. O universo começou a existir.
3. Portanto, o universo tem uma causa.

Argumento Cosmológico Kalam acima simplificado foi desenvolvido pelos filósofos árabes durante a Idade Média. É considerado por muitos teólogos cristãos atuais para ser o mais forte argumento cosmológico da existência de Deus. William Lane Craig utiliza extensivamente.

"Os defensores desta forma de oferecer o argumento de raciocínio filosófico forte para a primeira premissa e razões tanto filosóficas e científicas para o segundo. Uma vez que a forma do argumento é (logicamente) válido, e há boas razões para acreditar que as duas primeiras premissas são verdade, então a terceira declaração de conclusão decorre logicamente e é verdade. Além disso, no que respeita à conclusão, William Lane Craig afirma, 'análise filosófica revela que tal causa (do universo) deve ter vários dos principais atributos teístas. "Portanto, não só Deus deve existir, mas ele deve ter muitas das qualidades geralmente atribuídas a Deus na Bíblia:. onisciência, onipotência, a racionalidade, a pessoalidade, e assim por diante "[1]


[1] Edwards, Chuck; essay Richard Dawkins’s Illusion; found in True Reason: Confronting the Irrationality of the New Atheism, p.47,48

Thursday, October 9, 2014

Nada É Difícil Demais para Jesus

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Maria Fontaine

Quero abordar um tema inspirador, reconfortante e liberador: nada é difícil demais para Jesus. Depois que passa a entender e acreditar nisso sente uma grande paz, liberdade e segurança. Oro para que esta mensagem seja um marco na vida de muitos de vocês, que contribua para desenvolver e fortalecer a sua fé e segurança em Jesus, além da confiança de que, não importa o que aconteça, quer agora quer no futuro, Ele é forte o bastante e nos ajudará a passar por qualquer coisa. Não é preciso ser perfeito para receber Sua ajuda, ter um histórico impecável nem ser um soldado de destaque. Basta depender de Jesus e ficar perto dEle.

Apoiem-se nessa verdade. Pensem a respeito. Absorvam as promessas de Jesus. Esbaldem-se nelas e decidam jamais deixar o Inimigo convencê-los do contrário.

Nada é difícil demais para Jesus. Nenhuma assolação do mal pode sobrepujar o Seu poder. E quando você está com Ele e nEle, nada é difícil demais para você também. Esta é uma verdade maravilhosa, irrefutável, inabalável e irreversível.

A Palavra de Deus e a Sua verdade são mais do que poderosas para enfrentar toda e qualquer dificuldade ou batalha. É claro que muitas vezes é preciso descobrir o “segredo” da vitória consultando o Senhor, estudando a Palavra, aplicando e aprendendo o que funciona. O Senhor às vezes fica esperando que você dê um certo passo de fé, ou está colocando à prova a sua fé e capacidade de suportar. Às vezes Ele quer fortalecer você em um certo aspecto, ou levá-lo a um certo grau de desespero, submissão e humildade.

Uma coisa é certa, não é fácil travar batalhas e enfrentar circunstâncias difíceis. É duro, doloroso, e muitas vezes a gente se sente num beco sem saída. Por isso, “não estranheis a ardente prova que vem sobre vós para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse. Mas alegrai-vos por serdes participantes das aflições de Cristo, para que na revelação da Sua glória, vos regozijeis e alegreis!”[1]

Anime-se, sabendo que apesar de não ser perfeito e às vezes até causar as batalhas, Jesus entende e é fiel. Ele o ajudará a vencer. Nada é difícil demais para Jesus! Tente considerar cada situação uma oportunidade de expandir a sua fé.É isso o que o Senhor quer que entendamos. Ele quer que consideremos cada prova, batalha e dificuldade a oportunidade perfeita de nos fortalecermos na fé.

Jesus disse:

Eu tenho a chave para superarem todas as situações, circunstâncias ou dificuldades.Nada, nada mesmo está além do Meu poder. Posso solucionar tudo. Tudo começa ao acreditarem. A fé é tanto o ponto de partida como de chegada. A fé é tudo.

Fé é a senha. Fé é a base do poder, da unção e vitória. “Essa é a vitória que vence o mundo, a sua fé”.[2] Isso não mudou. Fé ainda é o poder de fogo, a centelha que faz a conexão e acende o fogo do Meu Espírito para agir em seu favor.

A fé é um mistério. Fé é a substância daquilo que se espera e a evidência das coisas que não se veem.[3] A fé resulta da Palavra. Ela aumenta conforme permitimos que se arraigue em nossas vidas. Aprender a viver a vida de fé é uma aventura e jornada de vida. É algo que nos extasia agora e por toda a eternidade. Acreditar, aceitar, agir e contar com algo é uma atitude interligada e relacionada à fé.

Procure fortalecer a sua fé. Aceite, entenda e acredite que existe uma vitória. Eu posso ajudá-lo a resolver qualquer problema. Você sabe que não é perfeito e talvez ache que não merece superar e conquistar a vitória. Não se sente digno. E apesar de, no geral, acreditar que existe a “vitória em Jesus”, nem sempre aplica a promessa a si mesmo. Pode até pensar: “Funciona para os outros, mas não para mim”.

A fé é um mistério. Fé é a substância daquilo que se espera e a evidência das coisas que não se veem. Talvez o seu relacionamento com as promessas na Palavra tem sido mais intelectual; as aceitou na sua mente, mas manteve distância. Elas ficaram ao longe, distantes do seu coração e situação. Você as avaliou, admirou e aceitou, mas algo o impede de acreditar que se aplicam a você.

As promessas na Minha Palavra não são apenas lindas palavras. Desejo que tenha uma atitude muito mais fervorosa em relação às Minhas promessas. Elas são para você pessoalmente, individualmente, eternamente.

Se conseguir acreditar nisso, o passo seguinte é agarrar as promessas e segurá-las firmemente bem pertinho do seu coração.Você deve tê-las em grande estima, amá-las e abraçá-las. Precisa entender que isso vai muito além de apenas as reconhecer ou pensar: “Muito bom. Que lindo, é a verdade de Deus.” Agarre e segure essas promessas bem forte, junto ao seu peito, e diga: “Elas são para mim! São exatamente o que eu preciso.”

Se conseguir ter esse relacionamento com as promessas que lhe fiz, a maneira de encarar as batalhas, dificuldades e problemas espirituais será diferente, porque terá mais fé. A Minha Palavra está repleta de promessas, todas elas poderosas para lhe dar fé — se conseguir acreditar que foram designadas especialmente para você. Portanto, o desafio é aprender a aplicar a fé, o que pode acontecer seguindo alguns simples passos.

Primeiro, precisa acreditar que, por meio da sua fé, pode ter a vitória em todas as situações.

Segundo, deve aceitar que as promessas na Minha Palavra se aplicam diretamente a você. Eu morri por você, como se fosse o único, e lhe fiz promessas específicas, só para você. Aceitar essas promessas vai lhe dar fé para qualquer situação, porque elas foram feitas para suprir tudo o que você precisar, independentemente das circunstâncias.

Terceiro, deve ter fé para aplicar as Minhas promessas aos desafios que enfrentar. Não se considere uma exceção nem queira explicar o Meu poder porque não se sente bom o suficiente ou merecedor desse poder, da vitória e da libertação. Não pense no que lhe falta, mas sim no Meu poder e grandiosidade.

E por último, proteja, cultive e alimente a sua fé. Entenda que a fé é o ponto inicial dos milagres.

Publicado originalmente em junho 2007. Adaptado e republicado em março 2014. Tradução Hebe Rondon Flandoli. Revisão Denise Oliveira. copyright@thefamily.org

Footnotes:
[1] 1 Pedro 4:12–13.
[2] 1 João 5:4.
[3] Hebreus 11:1.

The Gift of Failure

A compilation

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Learning from our experiences

Sometimes God uses life’s disappointments to draw us closer to Himself or teach us patience and trust. He also may use them to redirect us toward His will. Don’t let failure or disappointment cut you off from God or make you think the future is hopeless. When God closes one door, He often opens another—if we seek it.

The apostle Paul said, “I have learned to be content whatever the circumstances.”1 He wrote those words while in prison, his plans disrupted and his future uncertain. The reason he could say them, however, was because he had learned to see disappointment and failure from God’s perspective, and to trust the future into His hands. May this be true of us.

When life turns against you, let the psalmist’s prayer become yours: “Show me your ways, O Lord, teach me your paths.”2—Billy Graham

Failing is a blessing

The fact is, everyone fails in life, but it is a gift if you do not give up and are willing to learn, improve and grow because of it. Failure often serves as a defining moment, a crossroad on the journey of your life. It gives you a test designed to measure your courage, perseverance, commitment and dedication. Are you a pretender who gives up after a little adversity or a contender who keeps getting up after getting knocked down?

Failure provides you with a great opportunity to decide how much you really want something. Will you give up? Or will you dig deeper, commit more, work harder, learn and get better? … On the other hand, sometimes failure causes you to take a different path that is better for you in the long run. … Sometimes we have to lose a goal to find our destiny. Sometimes failure helps us see that we want something else.

Whatever path failure guides you toward, it is always meant to give you a big serving of humble pie that builds your character, gives you perspective, grows your faith, and makes you appreciate your success later on. If you did not fail, you would not become the kind of person who ultimately succeeds.

So the next time you fail, don’t let it keep you from the life you were born to live and the future you were meant to create. See failure as a test, a teacher, a detour to a better outcome and an event that builds a better you.

Failure is not meant to be final and fatal. It is not meant to define you. It is meant to refine you to be all that you are meant to be.

When you see failure as a blessing instead of a curse, you will turn the gift of failure into a stepping stone that leads to the gift of success.—Jon Gordon3

God’s fabulous flops

Was Elijah’s ministry defeated when he ran from Jezebel after his great victory on Mt. Carmel? Was his great bravery there scuttled by his cowardice in the wilderness? After slaying the hundreds of false prophets, here he was running from a mere woman. What a picture! The great, brave, statuesque prophet, towering above all the people in the might and power of God on top of Mt. Carmel, calling down fire from heaven, then afterwards running from Queen Jezebel. Here was the prophet of God afraid of a woman! Did not this defeat his whole ministry? Did not this undermine his entire witness? Did not this prove he was not such a great prophet after all? Did not this cause him to lose his following? Or was God trying to show him something that was going to make him a better prophet, a humbler prophet, who would come back unafraid even of the king, much less the queen?

After Elijah found out that God was not just in the fire, the thunder, and the earthquake, this man of fire and thunder became a meek man of the still small voice of God.4 He had been great on doom and destruction and judgment, now he was learning the slow, patient process of feeding and leading the sheep.

Was it not a disgrace and a terrible blow to His cause for the great leader of the prophets of doom, Jeremiah, to be hung in stocks before the temple door, so his brethren could spit in his face—or be dropped in the mud to his armpits by his enemies, so that his dear friend, Ebed-melech, had to come and get him out? And was not that finally the most scandalous of all, that he should land in jail branded a traitor and a criminal, disloyal to his nation and his own people?5 Yes, but not to God! It was all a part of God’s plan to keep Jeremiah humble and close to the Lord, utterly dependent on God.

Did God make a mistake? Or was He trying to show that He can use anything—even you—by giving us such encouraging examples of His successful failures, His fabulous flops, His daring dropouts who dared to trust Him in spite of themselves and give Him all the glory because they knew it had to be God!—D. Brandt Berg

Moving beyond failure

The road to failure is usually paved with good intentions. It’s at the end of this road, when we’re out of our own resources, that we meet with God’s abundant grace.

Peter, though well-intentioned, had failed Jesus several times. At the last Passover Supper, Jesus wanted to wash his feet, but he protested, “You shall never wash my feet.” Jesus answered, “Unless I wash you, you have no part with me.” Peter quickly reverses his response: “Then, Lord, not just my feet but my hands and my head as well.”

Shortly after, Jesus tells His disciples they would all fall away on account of Him. In his usual outspoken manner, Peter replies, “Even if all fall away on account of you, I never will.”6 Jesus then tells him before the rooster crows that night he will have disowned Him three times.

In the Garden of Gethsemane, despite Jesus’ repeated requests to pray with Him, Peter was too tired and slept. When the soldiers came, he was not prepared. In an effort to protect Jesus, he hastily drew his sword and cut off the ear of Malchus, one of the soldiers. Because he had failed to pray, he had failed to exercise self-control. Jesus rebuked him, and Peter fails to say he’s sorry. He then fails to remain loyal, and as Jesus said, denied Him three times in one night.

If we are not living in a prayerful place, we are not prepared for coping with unexpected turmoil and tragedies. Most of us can click in at some point with Peter’s failures. We come out of an overinflated sense of our own ability to live for Christ, and then discover we can’t. But Jesus does not leave Peter in that desolate place. He teaches and reteaches a principle that we must never move away from. Jesus can only do through us what we allow Him to do to us. “Unless I wash you, you have no part with me.”

Recovery for Peter did not mean perfection. It means acknowledging where he is in his life, and being realistic in his assessment of who he is. His reinstatement does not come because of his strength, but because of his brokenness. We step into the will of God by acknowledging our love of Christ. We are loved to love. We are strengthened to strengthen, and having moved beyond failure, we do it in the power of Jesus. … Failure leads us to that beautiful discovery that when we are faithless, Christ is faithful.—Charles Price
The soul-making process

We know that moral character gets formed through hardship, through overcoming obstacles, through enduring despite difficulties. Courage, for example, would be impossible in a world without pain. The apostle Paul testified to this refining quality of suffering when he wrote that “suffering produces perseverance; perseverance, character; and character, hope.”

Let's face it: we learn from the mistakes we make and the suffering they bring. The universe is a soul-making machine, and part of that process is learning, maturing, and growing through difficult and challenging and painful experiences. The point of our lives in this world isn't comfort, but training and preparation for eternity. Scripture tells us that even Jesus “learned obedience through suffering”—and if that was true for him, why would not it be even more true for us?—Peter Kreeft7

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It takes great faith to face what looks like failure and defeat in some area and still keep standing on My Word, on My promises. You sometimes feel weary‚ exhausted, discouraged, and can't see the victory or even the potential for victory. Virtually every great man or woman of faith throughout history has had to face those times—sometimes for many years, sometimes until the point of death. Yet no matter how long the struggle, living for Me and holding on to your faith is the ultimate victory.

How do you think the martyrs in the Colosseum of Rome felt? My promises must have looked like flat failures in man's eyes in those situations. Yet the martyrs won some of the greatest victories of all time as they simply and humbly remained faithful to the end.8

You may often look defeated in your own eyes, but your commitment in holding on to Me, even when everything looks lost and contrary to logic and reason, is the greatest victory of all.—Jesus, speaking in prophecy

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Keep on believing, do not ever give up! Keep on believing, do not be discouraged. Keep on believing, do not quit. Keep on keeping on. Keep on holding on to His promises. Keep on standing on the promises, and whatever you do, keep on going for Jesus.

Do not ever quit, do not ever give up! Do not despair. Do not lose faith just because you feel like you have missed the last bus. Keep on waiting on the Lord a little longer, and He is bound to send you another bus, another chance, another opportunity.

If you really want to find His will, He will not fail to send along His bus of opportunity to pick you up and lift you up and lift your spirits and encourage you and inspire you and strengthen you and heal you and carry you along in the power of His Spirit to the glorious victory of your heavenly destination. Keep on believing!—D. Brandt Berg

Published on Anchor in October 2014. Read by Simon Peterson.Copyright@thefamily.org


Footnotes:

1 Philippians 4:11 NIV.
2 Psalm 25:4 NIV.
3 Courtesy of Guideposts. For full article, see: http://www.guideposts.org/inspiration/inspirational-stories/motivational-stories/the-gift-of-failure.
4 1 Kings 19:11–13.
5 Jeremiah 20:2, 38:6–13, 37:11–15.
6 Matthew 26:33 NIV.
7 As quoted by Lee Strobel in The Case for Faith (Zondervan, 2000).
8 Romans 8:36–37.

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