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Sunday, May 31, 2026

O Segredo para Vencer: Um Coração Agradecido

 


Dennis Edwards

Eu estava a estudar sobre gratidão e louvor. Deparei-me com um versículo interessante que, de repente, me revelou a importância crucial de ter um coração agradecido e cheio de louvor. O apóstolo Paulo deu-nos, nas suas epístolas, dois princípios fundamentais para uma vida vitoriosa e positiva. Número 1) “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus, vosso Senhor.” [1 Tessalonicenses 5:18] Número 2) “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” [Romanos 8:28]


Estes dois versículos têm-me sustentado ao longo da minha vida cristã. Os dois princípios que Paulo enfatiza são a gratidão e uma fé confiante de que Deus está no controlo das nossas vidas. Se continuarmos a agradecer-Lhe e a viver em louvor, apesar das circunstâncias, Deus transformará todos os problemas e dificuldades no nosso bem. Ele fortalecerá o nosso caráter cristão e fará de nós instrumentos mais úteis nas Suas mãos. Se pudermos confiar n’Ele naqueles momentos em que parece que nos abandonou e não cumpriu as Suas promessas, Ele pode transformar esses momentos sombrios e trazer alegria do sofrimento e beleza das cinzas.


O livro mais antigo da Bíblia, segundo a data em que foi escrito, é o livro de Job. Acredita-se que Job tenha sido escrito por volta da época de Abraão, cerca de 2000 a.C. Os primeiros capítulos de Génesis são anteriores a estas datas, mas Moisés editou e compilou Génesis na forma que temos hoje por volta de 1500 a.C. Embora Job aborde muitos temas teológicos, a essência da história é confiar em Deus quando parece que Ele não está a cumprir as Suas promessas. Job é um homem que teme e obedece a Deus. Quando os seus dez filhos estavam em casa a festejar, Job levantava-se cedo e oferecia um holocausto ao Senhor por cada um deles, dizendo: “Talvez os meus filhos tenham pecado e amaldiçoado a Deus no seu coração” [Job 1:5]. A Bíblia diz: “Assim fazia Jó continuamente”. [Job 1:5]


De acordo com a história, Satanás tem permissão para testar Job. Deus dá a Satanás permissão para atacar Job, os seus bens, o seu sustento, os seus filhos e até a sua saúde, mas sem tirar a vida a Job. Job, o homem aparentemente justo, perde todos os seus bens, os seus rebanhos, o seu gado e os seus camelos, a vida dos seus dez filhos e a sua própria saúde. A sua esposa, em desespero, exclama: “Ainda confias nele? Amaldiçoa a Deus e morre!” Job responde: “Não falem como a incrédula, mulheres insensatas. Não receberemos o bem da mão de Deus, e não receberemos o mal?” [Jó 2:10] “Em tudo isto, Jó não pecou com os seus lábios.” [Jó 2:10] Jó tinha dito antes: “Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei para lá; o Senhor deu, e o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor.” [Jó 1:21] “Em tudo isto Jó não pecou, ​​nem atribuiu a Deus qualquer culpa insensata.” [Job 1:22]

Contudo, na sua dor, Job está tão desanimado que anseia pela morte. “Ah, se eu pudesse ter o que pedi, e se Deus me concedesse o que tanto desejo! Até mesmo que Deus se agradasse em me destruir, que ele soltasse a sua mão e me cortasse o corpo!” [Jó 6:8-9] É assim que nos sentimos quando uma grande calamidade afronta a nossa vida. Ansiamos pela sepultura e pelo alívio da dor e do sofrimento.


Moisés foi outro profeta de Deus que pediu a Deus que pusesse fim à sua vida. Podemos ler isto em Números 11:10-15. “Moisés ouviu o povo de cada família a lamentar-se à entrada das suas tendas. O Senhor ficou extremamente irado, e Moisés ficou perturbado. Perguntou ao Senhor: ‘Porque trouxeste esta aflição sobre o teu servo?’” O que fiz eu para te desagradar, a ponto de me impor o fardo de todo este povo? Por acaso concebi-o? Por acaso dei-o à luz? Porque me dizes que o leves nos braços, como uma ama carrega um bebé, até à terra que prometeste sob juramento aos seus antepassados? Onde arranjarei carne para alimentar todo este povo? Suplicam-me: ‘Dá-nos carne para comer!’ Não posso carregar todo este povo sozinha; o fardo é demasiado pesado para mim. Se é assim que me vais tratar, mata-me, se encontrei graça aos teus olhos, e não me deixes enfrentar a minha própria ruína.


No caso de Moisés, o fardo do trabalho e da responsabilidade parecia ser demasiado para ele suportar, pelo que Moisés suplicou a Deus que pusesse fim à sua vida. Em vez de acabar com a sua vida, Deus levantou 70 anciãos de Israel para ajudar Moisés a carregar o fardo dos filhos de Israel. Deus respondeu ao clamor de Moisés e aliviou o seu fardo. Lemos na epístola do apóstolo Paulo: “Não vos sobreveio nenhuma tentação que não fosse comum aos homens; mas Deus é fiel e não vos tentará além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, para que a possais suportar.” [1 Coríntios 10:13] Deus normalmente providencia um escape para que possamos suportar o que quer que nos esteja a afligir.


Elias foi outro profeta com feitos e realizações extraordinárias e, no entanto, após a sua grande vitória contra os profetas de Baal no Monte Carmelo, vemo-lo fugir para salvar a sua vida. Do Monte Carmelo, a cerca de 200 km a norte de Jerusalém, na região de Nazaré, até Bersabé, a cerca de 50 km a sul de Jerusalém, vemos Elias, exausto e sem forças, a pedir a Deus que lhe tirasse a vida. 1 Reis 19:4: “Mas ele caminhou um dia inteiro (de Bersabé) pelo deserto; chegou e sentou-se debaixo de um zimbro; e pediu para si a morte; e disse: Basta! Agora, Senhor, tira-me a vida, porque não sou melhor do que os meus pais.” Deus atendeu às suas orações, dando-lhe alimento de anjo para fortalecer o seu corpo, para que pudesse viajar ainda mais longe dos seus inimigos até ao Monte Horeb, onde Deus lhe concedeu um descanso. Após um tempo a sós com Deus na montanha, onde Deus supriu todas as suas necessidades, os pássaros alimentaram-no com carne duas vezes por dia e havia um riacho de água pura da montanha, Elias foi fortalecido e novamente estava pronto para realizar a obra de Deus com uma nova e melhor compreensão e fé.


Voltando a Job, lemos em Job 13:15 a famosa declaração de fé de Job: “Ainda que me mate, nele confiarei”. Por outras palavras, mesmo que Deus pareça estar a agir contrariamente à sua própria palavra e à sua própria natureza, ainda assim confiarei n’Ele. Abraão passou pelo mesmo teste quando lhe foi pedido que sacrificasse o seu único filho prometido, Isaac. A prática do sacrifício de crianças era uma prática pagã, uma doutrina de demónios, e, no entanto, Deus exigia que Abraão a seguisse? Quando chegou a hora do sacrifício, Abraão obedeceu e Deus disse: “Agora sei que temes a Deus, pois não me negaste o teu filho, o teu único filho” [Génesis 22:12b].


Por causa da obediência de Abraão à voz de Deus, mesmo quando parecia que Deus estava a agir contrariamente à sua própria natureza, Deus abençoou-o e prometeu abençoar o mundo através da sua descendência. Abraão tornou-se o pai da fé. Tanto Job como Abraão tinham fé. As Escrituras dizem-nos: “Sem fé é impossível agradar a Deus”. [Hebreus 11:6] O que é a fé senão a tranquila confiança de que Deus está no controlo e, de alguma forma, fará com que todas as coisas, todas as situações, cooperem para o nosso bem, se continuarmos a confiar n’Ele? Mas, se por algum motivo Deus não nos libertar, curar ou salvar, a fé confia e obedece, aconteça o que acontecer.


Na cruz do Calvário, Jesus clamou: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?” [Mateus 27:46] Jesus pode ter expressado o sentimento de que Deus o tinha abandonado e não tinha cumprido as Suas promessas. Se temos o sentimento de abandono, como até alguns dos profetas de Deus expressaram, podemos esperar que Jesus tenha experimentado esse abandono. Hebreus 4:15 diz: “Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado.” A frase está escrita com uma dupla negação. Uma dupla negação é uma afirmação. Assim sendo, podemos ler o versículo: “Pois temos um sumo sacerdote que se compadece das nossas fraquezas”. Jesus compadece-se das nossas fraquezas, o que se deve traduzir em nós na fé para fazermos o que está escrito no versículo seguinte: “Aproximemo-nos, pois, com confiança do trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” [Hebreus 4:16].

Jesus estava, na verdade, a citar o Salmo 22, onde David, mil anos antes, profetizou sobre a morte do Messias. Os versículos um e dois concluem este sentimento de abandono: “Porque estás tão longe de me socorrer e de ouvir o meu clamor? Ó meu Deus, clamo de dia, e tu não me ouves; de noite, e não me calo”. É assim que nos sentimos naqueles momentos da vida em que alguma tragédia nos atinge e parece que Deus está em silêncio. Mas o Salmista não permanece neste estado de lamento. Ele repreende as suas dúvidas e proclama: “Mas tu és santo, ó tu que habitas entre os louvores de Israel” [Salmo 22:3]. Deus habita nos nossos louvores, não nos nossos lamentos. Precisamos de nos elevar acima dos nossos medos, dúvidas e preocupações, e louvar a Deus apesar das incertezas do momento.


Agora, vejamos o versículo que me impactou profundamente quando eu estudava louvor e gratidão: Romanos 1:21: “Porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças; antes, os seus raciocínios se tornaram nulos e o seu coração insensato obscureceu-se”.


Pense nos filhos de Israel com Moisés. Quando conheceram Deus, tendo visto os Seus milagres sobre os egípcios, nem por isso O glorificaram como Deus, porque ainda tinham os deuses egípcios no seu coração. Como resultado de não amarem verdadeiramente o Senhor, seu Deus, com todo o seu coração, mente, corpo e alma; Eles tornaram-se ingratos. Por outras palavras, começaram a alimentar dúvidas que levaram à murmuração e à incredulidade. Por causa da incredulidade, os seus pensamentos tornaram-se vãos e os seus corações obscureceram-se. O salmista diz-nos: “Diz o insensato no seu coração: Não há Deus.” [Salmo 14:1] O estado de ingratidão leva ao estado de incredulidade. Ao não sermos gratos, estamos a dizer que Deus não pode transformar a tragédia que enfrentamos em algo bom. Estamos a negar a Deus. Estamos a negar a bondade de Deus para transformar o mal que Ele permite em algo bom para aqueles que confiam n’Ele.


A ingratidão é semelhante à dúvida e à incredulidade. Leva ao endurecimento dos nossos corações e à corrupção dos nossos pensamentos. Se não mantivermos a fé em Deus como cerne da nossa forma de pensar, as nossas mentes corrompem-se com os princípios e filosofias do mundo, a luz da fé no nosso coração obscurece-se e caímos na incredulidade. O apóstolo Paulo adverte-nos em Colossenses 2:6-8: “Portanto, assim como vocês receberam a Cristo Jesus, o Senhor, continuem a viver nele, enraizados e edificados nele, firmados na fé, como foram ensinados, transbordando de gratidão. Cuidado para que ninguém vos engane com filosofias e vãs subtilezas, que se fundamentam na tradição dos homens, nos rudimentos do mundo, e não em Cristo.” Reparou como Paulo nos recorda a necessidade de transbordarmos de gratidão, ou o inimigo da nossa alma entrará com dúvidas e incredulidade, o que levará ao obscurecimento do nosso coração e da nossa mente, com a aceitação de filosofias seculares mundanas e ímpias?


Em Hebreus 3:12-14, lemos a grave advertência contra cair na incredulidade. “Acautelai-vos, irmãos, para que nenhum de vós tenha um coração perverso e incrédulo, que se afaste do Deus vivo. Pelo contrário, encorajai-vos uns aos outros todos os dias, enquanto ainda se chama ‘Hoje’, para que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado. Pois tornamo-nos participantes de Cristo, se conservarmos firme até ao fim a nossa confiança inicial.” Como podemos manter a nossa fé firme até ao fim? Mantendo um coração e uma mente agradecidos. Deve ser por isso que temos 150 salmos de louvor mesmo no meio das nossas Bíblias.


A Bíblia diz-nos: “Não haja murmuração nas ruas” [Salmo 144:14b], mas “ofereçamos a Deus continuamente sacrifícios de louvor, que são o fruto dos lábios que confessam o seu nome”. [Hebreus 13:15]


Se está a passar por um período de provação, se Deus parece não estar a responder às suas orações e se está a perguntar se Ele realmente o ama e se preocupa consigo, não desanime. Levante as mãos que estão caídas, endireite a postura e comece a louvar o Senhor mais uma vez. O louvor é a voz da fé e elevar-te-á do poço do desânimo e da amargura em que o inimigo te quer manter. Enquanto tiver fôlego, louve o Senhor. O louvor é a vitória e pode trazer as maiores vitórias a partir de aparentes derrotas. Quando Josafá e os filhos de Judá começaram a louvar o Senhor, Deus avançou e derrotou os três exércitos que vinham contra eles. 2 Crónicas 20.


“Depois disto, os filhos de Moabe, os filhos de Amon e outros, além dos amonitas, vieram contra Josafá para a batalha.”… “Josafá teve medo e resolveu buscar o Senhor, proclamando um jejum em toda a Judá. E Judá reuniu-se para pedir ajuda ao Senhor; de todas as cidades de Judá vieram buscar ao Senhor. …Então Josafá disse: Ó Senhor Deus de nossos pais, és tu Deus nos céus? Não dominas sobre todos os reinos das nações? Nas tuas mãos não há poder e força, de modo que ninguém te pode resistir? Não és tu o nosso Deus, que expulsaste os habitantes desta terra de diante do teu povo Israel e a deste para sempre à descendência de Abraão, teu amigo? …dizendo: Se, quando nos sobrevier o mal, como a espada, o juízo, a peste ou a fome, estivermos diante desta casa e em tua presença, (pois o teu nome está nesta casa) e clamarmos a ti em nossa aflição, então tu nos ouvirás e nos ajudarás… Ó nosso Deus, não os julgarás? Pois não temos força para enfrentar esta grande multidão que vem contra nós; nem sabemos o que fazer; mas os nossos olhos estão fixos em ti. E todo o Judá se pôs diante do Senhor, com os seus pequeninos, as suas mulheres e os seus filhos. …Não precisarão de lutar nesta batalha; tomai posição, ficai quietos e vede a salvação do Senhor convosco, ó Judá e Jerusalém; não tenham medo nem se assustem; amanhã, ide ao seu encontro, porque o Senhor estará convosco.” …


E, tendo Josafá consultado o povo, designou cantores para o Senhor, para que louvassem a beleza da santidade, enquanto marchavam à frente do exército, dizendo: Louvai o Senhor, porque a sua misericórdia dura para sempre. E, quando começaram a cantar e a louvar, o Senhor preparou emboscadas contra os seus inimigos que tinham vindo contra Judá; e foram derrotados. Pois os filhos de Amon e de Moab levantaram-se contra os habitantes do monte Seir, com o intuito de os matar e destruir completamente; e, depois de exterminarem os habitantes de Seir, cada um ajudou a destruir o outro. Quando Judá chegou... havia cadáveres caídos por terra, e ninguém escapou... Então, todos os homens de Judá e de Jerusalém, com Josafá à frente, voltaram para Jerusalém com alegria, pois o Senhor os tinha feito alegrar sobre os seus inimigos. E foram a Jerusalém com saltérios, harpas e trombetas, para a casa do Senhor. E o temor de Deus tomou conta de todos os reinos daquelas terras, quando ouviram dizer que o Senhor combatia os inimigos de Israel. Assim, o reino de Josafá ficou tranquilo, pois o seu Deus deu-lhe a paz em todas as suas fronteiras.


Talvez sinta que três exércitos estão a vir contra si. Talvez tenha problemas financeiros, problemas de saúde ou problemas familiares, ou tudo isto junto, e não consiga ver a vitória. “Levantai as mãos no santuário e louvai o Senhor.” [Salmo 134:2] Comece a louvar o Senhor, independentemente da forma como se sente. Deus virá. Ele responderá. Ele salvará. Vamos rever juntos o Salmo 100. “Aclamem o Senhor, todos os habitantes da terra! Sirvam ao Senhor com alegria; apresentem-se diante dele com cânticos. …entrem pelas suas portas com ações de graças e nos seus átrios com louvor; deem-Lhe graças e bendigam o seu nome. Porque o Senhor é bom; a sua misericórdia dura para sempre, e a sua fidelidade, de geração em geração.” Use a arma do louvor e da gratidão e a vitória chegará.


Publicado originalmente a 28 de agosto de 2023

The Secret to Overcoming: A Thankful Heart

 

Dennis Edwards

I was doing a study on thankfulness and praise. I came across an interesting verse that suddenly opened up to me the dire importance of having a praiseful, a thankful heart. Apostle Paul had given us in his epistles two key principles for an overcoming and positive life. Number 1) “In everything give thanks, for this is the will of God in Christ Jesus your Lord concerning you.” [1Thessalonians 5:18] Number 2) “We know all things work together for good to them that love God, to them that are called according to His purpose.” [Romans 8:28]


Those two verses had sustained me over my Christian life. The two principles Paul emphasizes are, thankfulness and a trusting faith that God is in control of our lives. If we continue to thank Him and walk in praise, in spite of the circumstances, God will work all the problems and difficulties in our lives for our good. He will deepen our Christian character and will make us a more useful instrument in His hands. If we can trust Him in those moments when it seems as if He has abandoned us, and not fulfilled His promises, He can transform those dark moments and bring joy from suffering, and beauty from ashes.

The oldest book in the Bible according to when it was written down is the book of Job. Job is thought to have been written around the time of Abraham about 2000 BC. The early chapters of Genesis precede those dates, but Moses edited and compiled Genesis in the form we have today around 1,500 BC. Though Job touches on many theological themes, the main substance of the story is trusting in God when it seems like God is not fulfilling His promises to us. Job is a man who fears and obeys God. When Job’s ten children were in their homes feasting, Job would rise up early and offer a burnt sacrifice to the Lord for each child, saying; “It may be that my sons have sinned, and cursed God in their hearts.” [Job 1:5] The Bible says, “Thus did Job continually.” [Job 1:5]

As the story goes, Satan is allowed to test Job. God gives Satan permission to attack Job, his goods, his livelihood, his children, even his health, but without taking Job’s life. Job, the seemingly righteous man, loses all his substance, his flocks and cattle and camels, the lives of his ten children, and his own health. His wife blurts out in her despair, “Are you still trusting in Him? Curse God and die!” Job responds to her, “Do not speak like the unbeliever, those foolish women. Shall we not receive good at the hand of God, and shall we not receive evil?” [Job 2:10] “In all this did not Job sin with his lips.” [Job 2:10] Job had earlier said, “Naked came I out of my mother’s womb, and naked shall I return thither: the Lord gave, and the Lord has taken away; blessed be the name of the Lord.” [Job 1:21] “In all this Job sinned not, nor charged (or accused) God foolishly.” [Job 1:22]

However, in his grief, Job is so discouraged he longs for death. “Oh, that I might have my request; and that God would grant me the thing that I long for. Even that it would please God to destroy me; that he would let loose his hand and cut me off.” [Job 6:8-9] That is how we feel when a great calamity affronts our life. We long for the grave and the surcease of the pain and the suffering.

Moses was another prophet of God that asked God to end his life. We can read it in Numbers 11:10-15 NIV. “Moses heard the people of every family wailing at the entrance to their tents. The LORD became exceedingly angry, and Moses was troubled. He asked the Lord, “Why have you brought this trouble on your servant? What have I done to displease you that you put the burden of all these people on me? Did I conceive all these people? Did I give them birth? Why do you tell me to carry them in my arms, as a nurse carries an infant, to the land you promised on oath to their ancestors? Where can I get meat for all these people? They keep wailing to me, ‘Give us meat to eat!’ I cannot carry all these people by myself; the burden is too heavy for me. If this is how you are going to treat me, please go ahead and kill me—if I have found favor in your eyes—and do not let me face my own ruin.”

In the case with Moses, the burden of work and responsibility seemed to be too much for him to bear, so Moses pleads with God to end his life. Instead of ending his life, God raises up 70 elders of Israel to help Moses carry the burden of the children of Israel. God responded to Moses’ cry and lifted the burden. We read from Apostle Paul’s epistle, “There is no temptation taken you that is not common to man. But God is faithful and will not tempt you above that you are able, but will with the temptation make a way of escape that ye may be able to bear it.” [1 Corinthians 10:13] God normally makes a way of escape so that we are able to bear whatever is troubling us.

Elijah was another prophet with amazing feats and accomplishments and yet, after his great victory against the prophets of Baal on Mount Carmen we see him running for his life. From Mount Carmen about 200 km north of Jerusalem in the area of Nazareth, down to Beersheba about 50 km south of Jerusalem we see Elijah, exhausted, without strength asking God to take his life. 1 King 19:4. “But he went a days journey (from Beersheba) into the wilderness, and came and sat down under a juniper tree: and he requested for himself that he might die; and said, It is enough; now, O Lord, take away my life; for I am not better than my fathers.” God answered his prayers by giving him angel food to strengthen his body so that he may journey even further from his enemies to the Mount of Horeb where God gave him a holiday. After time alone with God on the mountain where God supplied all his needs and the birds fed him meat twice a day and there was a brook of clean mountain water, Elijah was strengthened and again ready to go about God’s work with a new a better understanding and faith.

Going back to Job, we read in Job 13:15, Job’s famous declaration of faith, “Though he slay me, yet will I trust in him.” In other words, even if God seems to be acting contrary to his own word and own nature, yet I will trust in him. Abraham had had the same test when he was asked to sacrifice his only son of promise, Isaac. The practice of child sacrifice was a heathen practice, a doctrine of devils, and yet God was demanding Abraham to follow that practice? When the time came for the sacrifice, Abraham obeyed and God said, “For now I know that thou fearest God, seeing thou hast not withheld thy son, thine only son from me.” [Genesis 22:12b]


Because of Abraham’s obedience to God’s voice, even when it seemed like God was acting contrary to his own nature, God blessed him and promised to bless the world through Abraham’s seed. Abraham became the father of faith. Both Job and Abraham had faith. The Scriptures tells us, “Without faith it is impossible to please God.” [Hebrews 11:6] What is faith but the quiet confidence that God is in control and will somehow work all things, all situations, together for our good, if we continue to trust Him. But if for some reason God doesn’t deliver us, or heal us, or save us, faith trusts and obeys no matter what happens.

On the cross of Calvary Jesus cried out, “My God, my God, why hast thou forsaken me?” [Matthew 27:46] Jesus may have been expressing the feeling that God had abandoned Him and not fulfilled His promises. If we have the feeling of abandonment like even some of God’s prophets have expressed, we would expect that Jesus experienced that abandonment. Hebrews 4:15 says, “For we have not an high priest which cannot be touched with the feeling of our infirmities; but was in all points tempted like as we are, yet without sin.” The sentence is written with a double negative. A double negative is a positive. Therefore, we can read the verse “For we have an high priest who is touched with the feeling of our infirmities.” Jesus is touched with the feeling of our infirmities which should translate in us into the faith to do what is written in the next verse: “Let us therefore come boldly unto the throne of grace, that we may obtain mercy, and find grace to help in time of need.” [Hebrews 4:16]

Jesus was actually quoting from Psalm 22 where David 1,000 years earlier prophesized on the death of the Messiah. The rest of verses one and two conclude that feeling of abandonment. “Why art thou so far from helping me, and the words of my roaring? O my God, I cry in the day time, but You hear not; and in the night season, and am not silent.” That’s how we feel in those moments in life where some tragedy has hit our life and it seems that God is silent. But the Psalmist doesn’t stay in that lamenting mood He rebukes his doubts and proclaims, “But thou art holy, O thou that inhabits the praises of Israel.” [Psalm 22:3] God lives within our praises, not our laments. We need to rise above our fears, doubts, and worries, and praise God in spite of our present uncertain circumstances.


Now let’s look at the verse that spoke to me so strongly when I was doing the study of praise and thankfulness. Romans 1:21, “Because that, when they knew God, they glorified him not as God, neither were they thankful: but became vain in their imaginations, and their foolish heart was darkened.”


Think about the children of Israel with Moses. When they knew God, having seen His miracles upon the Egyptians, they nevertheless did not glorify him as God because they still had the gods of the Egyptians in their hearts. As a result of not really loving the Lord their God with all their heart, mind, body, and soul; they became unthankful. In other words, they began to entertain doubts which led to murmuring and unbelief. Because of their unbelief their thinking became vain and their hearts were darkened. The psalmist tells us, “The fool has said in his heart, There is no God.” [Psalm 14:1] The state of being unthankful leads to the state of unbelief. By not being thankful we are saying God cannot work the tragedy we are facing in our life into something good. We are denying God. We are denying God’s goodness to transform the evil He allows into something good to those that trust in Him.

Being unthankful is akin to doubt and unbelief. It leads to the hardening of our hearts and to the corrupting of our thinking. If we don’t maintain faith in God as the core to our way of thinking our minds become corrupted with the principles and philosophies of the world and the light of faith in our heart is darkened and we fall into unbelief. Apostle Paul admonishes us, Colossians 2:6-8, “As ye have therefore received Christ Jesus the Lord, so walk ye in him: Rooted and built up in him, and stablished in the faith, as ye have been taught, abounding therein with thanksgiving. Beware lest any man spoil you through philosophy and vain deceit, after the tradition of men, after the rudiments of the world, and not after Christ.” Did you notice Paul reminds us we need to abound with thanksgiving or the enemy of our soul will enter with doubt and unbelief which will lead to the darkening of our heart and mind with the acceptance of ungodly worldly secular philosophies.

We read in Hebrews 3:12-14 the dire warning against falling into unbelief. “Take heed, brethren, lest there be in any of you an evil heart of unbelief, in departing from the living God. But exhort one another daily, while it is called Today; lest any of you be hardened through the deceitfulness of sin. For we are made partakers of Christ, if we hold the beginning of our confidence steadfast unto the end.” How can we hold our faith steadfast until the end? By maintaining a thankful heart and mind. That must be why we have 150 psalms of praise right in the middle of our Bibles.

The Bible tells us, “Let there be no complaining in our streets,” [Psalm 144:14b], but “let us offer unto God the sacrifice of praise continually, that is, the fruit of our lips giving praise to His name.” [Hebrews 13:15]


If you are going through a period of testing, if God doesn’t seem to be answering your prayers and you are wondering if He really loves you and cares for you; don’t faint in your mind. Lift up those hands that hang down and straighten up your posture and begin to praise the Lord once again. Praise is the voice of faith and will lift you up out of the pit of discouragement and or bitterness into which the enemy wants to keep you. As long as you have breath in you, Praise the Lord. Praise is the victory and can bring the greatest victories out of seeming defeats. When Jehosaphat and the children of Judah began to praise the Lord, God went ahead and defeated the three armies that were coming against them. 2 Chronicles 20.


“It came to pass after this also, that the children of Moab, and the children of Ammon, and with them other besides the Ammonites, came against Jehoshaphat to battle.”… “And Jehoshaphat feared, and set himself to seek the Lord, and proclaimed a fast throughout all Judah. And Judah gathered themselves together, to ask help of the Lord: even out of all the cities of Judah they came to seek the Lord. …And Jehoshaphat said, O Lord God of our fathers, art thou God in heaven? And do you not rule over all the kingdoms of the heathen? And in thine hand is there not power and might, so that none is able to withstand thee? Art not thou our God, who did drive out the inhabitants of this land before thy people Israel, and gave it to the seed of Abraham thy friend forever? …saying, If, when evil comes upon us, as the sword, judgment, or pestilence, or famine, we stand before this house, and in thy presence, (for thy name is in this house,) and cry unto thee in our affliction, then thou wilt hear and help…O our God, wilt thou not judge them? For we have no might against this great company that comes against us; neither know we what to do: but our eyes upon thee. And all Judah stood before the Lord, with their little ones, their wives, and their children. …Then the spirit of the Lord came upon Jahaziel in the midst of the congregation and he said, “Thus says the Lord unto you, be not afraid nor dismayed by reason of this great multitude; for the battle is not yours, but God’s. …Ye shall not need to fight in this battle: set yourselves, stand ye still, and see the salvation of the Lord with you, O Judah and Jerusalem: fear not, nor be dismayed; tomorrow go out against them: for the Lord will be with you.” …


And when Jehoshaphat had consulted with the people, he appointed singers unto the Lord, and that should praise the beauty of holiness, as they went out before the army, and to say, Praise the Lord; for his mercy endures forever. And when they began to sing and to praise, the Lord set ambushments against their enemies which were come against Judah; and they were smitten. For the children of Ammon and Moab stood up against the inhabitants of mount Seir, utterly to slay and destroy them: and when they had made an end of the inhabitants of Seir, every one helped to destroy the other. And when Judah came….there were dead bodies fallen to the earth, and none escaped… Then they returned, every man of Judah and Jerusalem, and Jehoshaphat in the forefront of them, to go again to Jerusalem with joy; for the Lord had made them to rejoice over their enemies. And they came to Jerusalem with psalteries and harps and trumpets unto the house of the Lord. And the fear of God was on all the kingdoms of those countries, when they had heard that the Lord fought against the enemies of Israel. So, the realm of Jehoshaphat was quiet: for his God gave him rest round about.

Maybe you feel like there are three armies coming against you. Maybe you have financial problems, our health problems, or problems in your family, or all of the above and you can’t see victory in sight. “Lift up your hands in sanctuary and praise the Lord.” [Psalm 134:2] Start praising the Lord no matter how you feel. God will come. He will answer. He will save. Let us review Psalm 100 together. “Make a joyful noise unto the Lord, all ye lands. Serve the Lord with gladness: come before his presence with singing. …enter into his gates with thanksgiving, and into his courts with praise: be thankful unto him, and bless his name. For the Lord is good; his mercy is everlasting; and his truth endureth to all generations.” Use the weapon of praise and thankfulness and victory will come.


Originally published August 28, 2023

El secreto para vencer: Un corazón agradecido

 

Dennis Edwards


Estaba estudiando sobre la gratitud y la alabanza. Me encontré con un versículo interesante que de repente me hizo comprender la importancia crucial de tener un corazón agradecido y lleno de alabanza. El apóstol Pablo nos dio en sus epístolas dos principios clave para una vida positiva y victoriosa. Primero: «Den gracias en todo, porque esta es la voluntad de Dios para con ustedes en Cristo Jesús, su Señor» [1 Tesalonicenses 5:18]. Segundo: «Sabemos que a los que aman a Dios, todas las cosas les ayudan a bien, esto es, a los que conforme a su propósito son llamados» [Romanos 8:28].

Estos dos versículos me han sostenido a lo largo de mi vida cristiana. Los dos principios que Pablo enfatiza son la gratitud y la fe confiada en que Dios tiene el control de nuestras vidas. Si continuamos agradeciéndole y alabándolo, a pesar de las circunstancias, Dios obrará para nuestro bien en todos los problemas y dificultades de nuestra vida. Él fortalecerá nuestro carácter cristiano y nos convertirá en instrumentos más útiles en sus manos. Si podemos confiar en Él en esos momentos en que parece que nos ha abandonado y no ha cumplido sus promesas, Él puede transformar esos momentos oscuros y traer alegría del sufrimiento y belleza de las cenizas.


El libro más antiguo de la Biblia, según la fecha en que fue escrito, es el libro de Job. Se cree que Job fue escrito alrededor de la época de Abraham, hacia el año 2000 a. C. Los primeros capítulos del Génesis son anteriores a esas fechas, pero Moisés editó y compiló el Génesis en la forma que tenemos hoy alrededor del año 1500 a. C. Aunque Job aborda muchos temas teológicos, la esencia principal de la historia es confiar en Dios cuando parece que no está cumpliendo sus promesas. Job es un hombre que teme y obedece a Dios. Cuando los diez hijos de Job estaban en sus casas celebrando un banquete, Job se levantaba temprano y ofrecía un holocausto al Señor por cada hijo, diciendo: «Quizás mis hijos hayan pecado y hayan maldecido a Dios en sus corazones» [Job 1:5]. La Biblia dice: «Así hacía Job continuamente». [Job 1:5]


Según la historia, a Satanás se le permite poner a prueba a Job. Dios le da permiso para atacar a Job, sus bienes, su sustento, sus hijos e incluso su salud, pero sin quitarle la vida. Job, el hombre aparentemente justo, pierde todo lo que posee: sus rebaños, su ganado, sus camellos, la vida de sus diez hijos y su propia salud. Su esposa, desesperada, exclama: «¿Todavía confías en él? ¡Maldice a Dios y muere!». Job le responde: «No hablen como incrédulas, mujeres insensatas. ¿Acaso no recibiremos de Dios el bien, y no recibiremos también el mal?». [Job 2:10] «En todo esto, Job no pecó con sus labios». [Job 2:10] Job había dicho antes: «Desnudo salí del vientre de mi madre, y desnudo volveré allá. El Señor dio, y el Señor quitó; ¡bendito sea el nombre del Señor!». [Job 1:21] «En todo esto Job no pecó, ni acusó a Dios insensatamente». [Job 1:22]


Sin embargo, en su dolor, Job está tan desanimado que anhela la muerte. «¡Ojalá se me concediera lo que pido, y que Dios me diera lo que tanto deseo! ¡Ojalá le placiera a Dios destruirme, que soltara su mano y me quitara la vida!». [Job 6:8-9] Así nos sentimos cuando una gran calamidad nos azota. Anhelamos la tumba y el fin del dolor y el sufrimiento.


Moisés fue otro profeta de Dios que le pidió a Dios que le quitara la vida. Podemos leerlo en Números 11:10-15 (NVI): «Moisés oyó a la gente de cada familia lamentándose a la entrada de sus tiendas. El Señor se enojó muchísimo, y Moisés se angustió. Le preguntó al Señor: “¿Por qué has traído esta aflicción sobre tu siervo?”». ¿Qué he hecho para disgustarte, para que pongas sobre mí la carga de toda esta gente? ¿Acaso los concebí? ¿Los di a luz? ¿Por qué me pides que los cargue en brazos, como una nodriza a un bebé, a la tierra que juraste a sus antepasados? ¿De dónde voy a sacar carne para toda esta gente? No paran de suplicarme: «¡Danos carne!». No puedo cargar con toda esta gente yo sola; la carga es demasiado pesada. Si así es como vas a tratarme, adelante, mátame —si he hallado gracia ante tus ojos— y no me dejes enfrentarme a mi propia ruina.


En el caso de Moisés, la carga del trabajo y la responsabilidad parecían demasiado pesadas para él, así que le rogó a Dios que le quitara la vida. En lugar de acabar con su vida, Dios suscitó a setenta ancianos de Israel para ayudar a Moisés a llevar la carga de los hijos de Israel. Dios respondió al clamor de Moisés y le alivió la carga. Leemos en la epístola del apóstol Pablo: «No les ha sobrevenido ninguna tentación que no sea común a los hombres. Pero Dios es fiel y no los tentará más de lo que puedan resistir, sino que junto con la tentación les dará la salida para que puedan soportarla» [1 Corintios 10:13]. Dios normalmente nos da una salida para que podamos soportar lo que nos aflige.


Elías fue otro profeta con hazañas y logros asombrosos y, sin embargo, después de su gran victoria contra los profetas de Baal en el monte Carmen, lo vemos huyendo para salvar su vida. El estado de ingratitud conduce al estado de incredulidad. Al no ser agradecidos, estamos diciendo que Dios no puede transformar la tragedia que enfrentamos en nuestra vida en algo bueno. Estamos negando a Dios. Estamos negando su bondad para transformar el mal que Él permite en algo bueno para quienes confían en Él.

Desde el monte Carmen, a unos 200 km al norte de Jerusalén, en la región de Nazaret, hasta Beerseba, a unos 50 km al sur de Jerusalén, vemos a Elías, exhausto y sin fuerzas, pidiéndole a Dios que le quitara la vida. 1 Reyes 19:4: «Pero Elías caminó un día de camino (desde Beerseba) por el desierto, y llegó y se sentó bajo un enebro. Y rogó para sí la muerte, diciendo: “Basta ya, Señor, quítame la vida, pues no soy mejor que mis antepasados”». Dios respondió a sus oraciones dándole alimento divino para fortalecer su cuerpo y que pudiera continuar su viaje lejos de sus enemigos, hasta el monte Horeb, donde Dios le concedió un descanso. Tras pasar tiempo a solas con Dios en la montaña, donde Dios le proveyó de todo lo que necesitaba, las aves le daban de comer dos veces al día y había un arroyo de agua pura de montaña, Elías se fortaleció y volvió a estar listo para continuar la obra de Dios con una nueva y mejor comprensión y fe.


Volviendo a Job, leemos en Job 13:15 su famosa declaración de fe: «Aunque me mate, en él confiaré». En otras palabras, incluso si Dios parece actuar en contra de su propia palabra y naturaleza, confiaré en él. Abraham tuvo la misma prueba cuando se le pidió que sacrificara a su único hijo prometido, Isaac. El sacrificio de niños era una práctica pagana, una doctrina de demonios, ¿y aun así Dios le exigía a Abraham que la siguiera? Cuando llegó el momento del sacrificio, Abraham obedeció y Dios le dijo: «Ahora sé que temes a Dios, pues no me has negado a tu hijo, tu único hijo» [Génesis 22:12b].


Gracias a la obediencia de Abraham a la voz de Dios, incluso cuando parecía que Dios actuaba en contra de su naturaleza, Dios lo bendijo y prometió bendecir al mundo a través de su descendencia. Abraham se convirtió en el padre de la fe. Tanto Job como Abraham tuvieron fe. Las Escrituras nos dicen: «Sin fe es imposible agradar a Dios» [Hebreos 11:6]. ¿Qué es la fe sino la tranquila confianza de que Dios tiene el control y que, de alguna manera, obrará para nuestro bien en todas las cosas y situaciones, si seguimos confiando en Él? Pero si por alguna razón Dios no nos libra, ni nos sana, ni nos salva, la fe confía y obedece pase lo que pase.

En la cruz del Calvario, Jesús clamó: «Dios mío, Dios mío, ¿por qué me has abandonado?» [Mateo 27:46]. Jesús quizás expresaba el sentimiento de que Dios lo había abandonado y no había cumplido sus promesas. Si nosotros también sentimos abandono, como incluso algunos profetas de Dios, es de esperar que Jesús lo experimentara. Hebreos 4:15 dice: «Porque no tenemos un sumo sacerdote que no pueda compadecerse de nuestras debilidades, sino uno que fue tentado en todo según nuestra semejanza, pero sin pecado». La frase está escrita con una doble negación. Una doble negación es una afirmación. Por lo tanto, podemos leer el versículo: «Porque tenemos un sumo sacerdote que se compadece de nuestras debilidades». Jesús se compadece de nuestras debilidades, lo cual debería traducirse en nosotros en la fe para hacer lo que está escrito en el siguiente versículo: «Acerquémonos, pues, confiadamente al trono de la gracia, para alcanzar misericordia y hallar gracia para el oportuno socorro» [Hebreos 4:16].


Jesús estaba citando el Salmo 22, donde David, mil años antes, profetizó sobre la muerte del Mesías. El resto de los versículos uno y dos concluyen con ese sentimiento de abandono: «¿Por qué estás tan lejos de ayudarme, y de escuchar las palabras de mi clamor? Dios mío, clamo de día, pero no me oyes; de noche clamo, y no callo». Así nos sentimos en esos momentos de la vida en que alguna tragedia nos golpea y parece que Dios guarda silencio. Pero el salmista no se queda en ese estado de lamento. Reprende sus dudas y proclama: «Pero tú eres santo, tú que habitas entre las alabanzas de Israel» [Salmo 22:3]. Dios vive en nuestras alabanzas, no en nuestros lamentos. Necesitamos elevarnos por encima de nuestros miedos, dudas y preocupaciones, y alabar a Dios a pesar de nuestras circunstancias inciertas actuales.


Ahora veamos el versículo que me impactó tanto cuando estudiaba la alabanza y la gratitud: Romanos 1:21: «Porque, aunque conocieron a Dios, no le glorificaron como a Dios, ni le dieron gracias; sino que se envanecieron en sus razonamientos, y su necio corazón se oscureció».


Pensemos en los hijos de Israel con Moisés. Cuando conocieron a Dios, al ver sus milagros sobre los egipcios, aun así no le glorificaron como a Dios porque todavía tenían a los dioses de Egipto en sus corazones. Como resultado de no amar verdaderamente al Señor su Dios con todo su corazón, mente, cuerpo y alma, se volvieron ingratos. En otras palabras, comenzaron a albergar dudas que los llevaron a murmurar e incredulidad. Debido a su incredulidad, sus pensamientos se volvieron vanos y sus corazones se oscurecieron. El salmista nos dice: «Dice el necio en su corazón: No hay Dios» [Salmo 14:1]. El estado de ingratitud conduce al estado de incredulidad.


La ingratitud es similar a la duda y la incredulidad. Conduce al endurecimiento de nuestros corazones y a la corrupción de nuestro pensamiento. Si no mantenemos la fe en Dios como el fundamento de nuestra forma de pensar, nuestra mente se corrompe con los principios y filosofías del mundo, la luz de la fe en nuestro corazón se oscurece y caemos en la incredulidad. El apóstol Pablo nos exhorta en Colosenses 2:6-8: «Por tanto, de la manera que recibisteis a Cristo Jesús el Señor, así andad en él; arraigados y sobreedificados en él, y confirmados en la fe, así como se os enseñó, abundando en acción de gracias. Mirad que nadie os engañe con filosofías y vanas sutilezas, según las tradiciones de los hombres, conforme a los principios elementales del mundo, y no según Cristo». ¿Notasteis que Pablo nos recuerda que debemos abundar en acción de gracias, o el enemigo de nuestra alma entrará con la duda y la incredulidad, lo cual oscurecerá nuestro corazón y nuestra mente al aceptar filosofías mundanas, impías y seculares?


En Hebreos 3:12-14 leemos la seria advertencia contra la incredulidad. «Tengan cuidado, hermanos, de que a alguno de ustedes no le crezca un corazón malo de incredulidad que lo aparte del Dios vivo. Antes bien, anímense unos a otros cada día, mientras aún se llama "hoy", para que ninguno de ustedes se endurezca por el engaño del pecado. Porque somos hechos partícipes de Cristo, si mantenemos firme hasta el fin la confianza que tuvimos al principio». ¿Cómo podemos mantener nuestra fe firme hasta el final? Manteniendo un corazón y una mente agradecidos. Esa debe ser la razón por la que tenemos 150 salmos de alabanza en medio de nuestras Biblias.


La Biblia nos dice: «Que no haya quejas en nuestras calles» [Salmo 144:14b], sino «ofrezcamos a Dios continuamente sacrificio de alabanza, es decir, fruto de labios que confiesan su nombre». [Hebreos 13:15]


Si estás pasando por un período de prueba, si Dios parece no responder a tus oraciones y te preguntas si realmente te ama y se preocupa por ti, no te desanimes. Levanta las manos caídas, endereza tu postura y comienza a alabar al Señor una vez más. La alabanza es la voz de la fe y te sacará del pozo de desánimo o amargura en el que el enemigo quiere mantenerte. Mientras tengas aliento, alaba al Señor. La alabanza es la victoria y puede traer las mayores victorias de las aparentes derrotas. Cuando Josafat y los hijos de Judá comenzaron a alabar al Señor, Dios actuó y derrotó a los tres ejércitos que venían contra ellos. 2 Crónicas 20.


«Aconteció después de esto que los hijos de Moab, los hijos de Amón y otros, además de los amonitas, vinieron contra Josafat para la batalla».… «Y Josafat tuvo temor y se dispuso a buscar al Señor, y proclamó un ayuno en todo Judá. Y Judá se reunió para pedir ayuda al Señor; incluso de todas las ciudades de Judá vinieron a buscar al Señor. …Y Josafat dijo: Oh Señor, Dios de nuestros padres, ¿eres tú Dios en los cielos? ¿No gobiernas sobre todos los reinos de las naciones? ¿No está en tu mano el poder y la fuerza, de modo que nadie puede resistirte? ¿No eres tú nuestro Dios, que expulsaste a los habitantes de esta tierra delante de tu pueblo Israel, y la diste para siempre a la descendencia de Abraham, tu amigo? …diciendo: Si cuando nos sobreviene el mal, como la espada, el juicio, la peste o el hambre, nos presentamos ante esta casa, y en tu presencia, (porque tu nombre está en esta casa), y clamamos a ti en nuestra aflicción, entonces tú oirás y ayudarás… Oh Dios nuestro, ¿no los juzgarás? Porque no tenemos fuerza contra esta gran multitud que viene contra nosotros, ni sabemos qué hacer; pero nuestros ojos están puestos en ti. Y todo Judá estaba delante del Señor, con sus pequeños, sus esposas y sus hijos. …Entonces el espíritu del Señor vino sobre Jahaziel en medio de la congregación y dijo: «Así dice el Señor a vosotros: no temáis ni os desaniméis por causa de esta gran multitud, porque la batalla no es vuestra, sino de Dios. …No tendréis que pelear en esta batalla; estad firmes, estad quietos, y ved la salvación del Señor con vosotros, oh Judá y Jerusalén; no temáis ni os desaniméis; mañana salid contra ellos, porque el Señor estará con vosotros». …


Después de consultar con el pueblo, Josafat designó cantores para el Señor, quienes alabarían la hermosura de la santidad mientras marchaban delante del ejército, diciendo: «¡Alabado sea el Señor, porque su misericordia es eterna!». Cuando comenzaron a cantar y alabar, el Señor les tendió emboscadas a los enemigos que habían venido contra Judá, y fueron derrotados. Los amonitas y los moabitas se alzaron contra los habitantes del monte Seir para exterminarlos por completo. Y cuando acabaron con los habitantes de Seir, cada uno ayudó a destruir al otro. Cuando llegó Judá, había cadáveres en el suelo, y ninguno escapó. Entonces regresaron todos los hombres de Judá y Jerusalén, con Josafat a la cabeza, para volver a Jerusalén con alegría, pues el Señor los había llenado de gozo por la victoria sobre sus enemigos. Llegaron a Jerusalén con salterios, arpas y trompetas, a la casa del Señor. El temor de Dios se apoderó de todos los reinos de aquellos países al oír que el Señor luchaba contra los enemigos de Israel. Así que el reino de Josafat quedó en paz, pues su Dios le dio descanso por todas partes.


Tal vez sientas que tres ejércitos se acercan a ti. Tal vez tengas problemas financieros, de salud o familiares, o todo a la vez, y no veas la victoria a la vista. «Alzad vuestras manos en el santuario y alabad al Señor» [Salmo 134:2]. Empieza a alabar al Señor sin importar cómo te sientas. Dios vendrá. Él responderá. Él salvará. Repasemos juntos el Salmo 100: «Aclamad con júbilo al Señor, toda la tierra. Servid al Señor con alegría; venid ante su presencia con cánticos. Entrad por sus puertas con acción de gracias, por sus atrios con alabanza. Dadle gracias y bendecid su nombre. Porque el Señor es bueno; para siempre es su misericordia, y su verdad permanece por todas las generaciones». Usa la alabanza y la gratitud como armas, y la victoria llegará.


Publicado originalmente el 28 de agosto de 2023

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