Does your faith need strengthening? Are you confused and wondering if Jesus Christ is really "The Way, the Truth, and the Life?" "Fight for Your Faith" is a blog filled with interesting and thought provoking articles to help you find the answers you are seeking. Jesus said, "Seek and ye shall find." In Jeremiah we read, "Ye shall seek Me, and find Me, when ye shall seek for Me with all your heart." These articles and videos will help you in your search for the Truth.

Friday, October 16, 2015

E conhecereis a verdade

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Uma compilação

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. — João 8:32[1]

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Para o cristão, a Bíblia é a expressão máxima da verdade afirmada por Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade, e a vida…”[2] Obviamente, tanto filósofos quanto céticos, na sua maioria, desdenham essa afirmação. Para o cristão, porém, esse Jesus que caminhou sobre as águas, afirmou Sua divindade, ressuscitou e Se declarou a verdade e a fonte da verdade é o esteio da esperança, segurança e direcionamento na vida. Se Jesus estiver errado, devemos ignorá-lO. Mas se estiver certo, então Ele é a verdade e devemos dar atenção ao que Ele diz. As testemunhas oculares registraram suas experiências. Estavam lá com Ele e O viram realizar muitos milagres, curar doentes, ordenar à tempestade que se acalmasse, e até Se levantar dos mortos. — Matt Slick


O que é a verdade?

Há quase 2 mil anos, um governante romano decidiu fazer uma pergunta profunda a um condenado à morte.

— O que é a verdade? — ele indagou.

A maioria das pessoas se faz essa mesma pergunta em algum momento da vida, principalmente nos momentos críticos de luta interior, na tentativa de entender o significado da vida. Afinal de contas, conhecer o sentido da vida é uma necessidade básica do ser humano, e sem uma verdade suprema, esse sentido não existe. Parece instintivo a verdade suprema estar relacionada, de alguma forma, à existência de Deus. Na verdade, é interessante notar que as pessoas que negam a existência de Deus são também as que afirmam não haver verdade absoluta, e afirmarem que tudo é relativo. Mas algo no nosso íntimo diz o contrário, diz que Deus existe e possui a chave para a verdade...

Há quase 2 mil anos, Pôncio Pilatos, governador romano, olhou Jesus nos olhos e perguntou:

— O que é a verdade?

Pilatos referia-se à verdade espiritual. Naquele momento ele falava com o Deus encarnado, Aquele pelo qual os mundos foram criados.

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” — foi o que ensinou Jesus. Só que naquele dia, a verdade não ia libertar Pilatos, porque o seu questionamento não era sincero. E ali, no palácio do governador, enquanto o curso da humanidade segurava o fôlego à espera da resposta, ali, na presença da Verdade, Pilatos indagou, quiçá com petulância ou tristeza: “O que é a verdade?”.

Ele nunca descobriu, pois o coração que não se dispõe a se entregar à verdade, jamais a conhecerá.

Jesus não apenas proclamava ser o Messias, Ele também demonstrava o poder de Deus — o Seu poder — por meio de muitos “sinais e prodígios”. Revelou Sua autoridade sobre a criação ao transformar a água em vinho e ordenar o fim de uma tempestade — que parou de vez! Revelou Sua compaixão pelo povo ao curar as multidões, restaurar a vista de cegos, curar surdos e mudos, e sarar os enfermos. Realizou ressurreições. Por fim, Ele próprio foi crucificado e enterrado, e então ressuscitou e apareceu para mais de 500 pessoas. Jesus, em todas as fases da Sua vida, da concepção à ressurreição, cumpriu profecias escritas centenas de anos antes, comprovando ser o Messias — para os que conheciam e acreditavam nas Escrituras. — Autor anônimo[3]

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Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós. Vimos a Sua glória, glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade. — João 1:14[4]


Verdade para você, não para mim…

O filósofo cristão J. P. Moreland, escreveu sobre um encontro elucidativo com um estudante na Universidade de Vermont. Moreland falava em um prédio de dormitórios, quando um aluno relativista que ali residia lhe disse:

— A sua verdade é a sua verdade, e a minha verdade é a minha verdade. Se algo funciona para você porque você acredita, ótimo. Mas ninguém deveria impingir seus pontos de vista nos outros, porque tudo é relativo.

Na saída, Moreland desligou o aparelho de som do aluno e caminhou em direção à porta. O rapaz imediatamente protestou:

— O que você está fazendo? …Ei, não pode fazer isso.”

Moreland replicou:

— Você não vai querer impingir em mim o conceito de que é errado furtar o seu aparelho de som, vai? — E então mostrou ao jovem que, quando é conveniente, as pessoas afirmam não se importar com moralidade sexual ou em colar nas provas. Mas imediatamente se tornam recorrem a absolutos quando alguém furta seus pertences ou viola seus direitos. Ou seja, seguem um relativismo moral seletivo.

É interessante notar que, algumas semanas depois desse incidente o estudante se tornou um seguidor de Cristo, porque conseguiu fazer a conexão entre Deus e a dignidade humana e seus direitos, e que Deus nos fez à Sua imagem e semelhança. Gosto de dizer às igrejas que esse seria um ótimo método de pregar o Evangelho, poderíamos denominá-lo, “Furtando Aparelhos de Som para Jesus”. — Paul Copan

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Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo. — Colossenses 2:8[5]

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“A sua verdade não é a minha verdade” é uma afirmação de autoderrota, uma declaração falsa. É possível comprovar isso de forma conclusiva agora mesmo. Dirija a 130 Km por hora na faixa onde o limite de velocidade é 80 Km. Quando for parado pela polícia por excesso de velocidade, diga simplesmente: “A sua verdade é a sua verdade, mas não é a minha”, e pise fundo! Já que você não acredita naquilo, ele não pode lhe dar uma multa, correto? — Frank Turek

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Se o cristianismo for falso, não tem a mínima importância. Se for verdadeiro, sua importância é infinita. A única coisa que não pode ser é razoavelmente importante. — C. S. Lewis


A Bíblia assim me diz

Nossas convicções cristãs incluem que Deus existe, que o mundo foi criado por Ele, que o homem foi feito à Sua imagem e semelhança. Se estivermos certos, então a realidade se estrutura de uma maneira bastante específica sem saída para o cético. Esse é o resto da história. A menos que a pessoa seja portadora de alguma patologia, sua maneira de falar e comportamento sempre denunciarão suas profundas convicções sobre o mundo. Sem dúvida, emoções, preconceitos e obstinação podem fazê-la negar o óbvio, exceto quando está defendendo o seu campo ideológico. Mas quando ela baixa a guarda, entende que a estrutura básica do mundo é igual ao definido pela Bíblia, pelo menos genericamente. Simplificando, razão e racionalidade têm importância, mesmo para o modernista, ainda que ele afirme o contrário. — Greg Koukl

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Do ponto de vista cristão, Deus apenas não nos diz o que é justo; Ele é justo. Bondade e justiça são qualidades inerentes a Ele. Ainda que seja tentador pensar que Deus é onipotente, isso não vem ao caso, pois Ele não pode agir ou ordenar nada que fuja ao Seu caráter. Ele é lógico e moral por natureza. É impossível Ele criar um círculo quadrado ou solteiros casados, assim como é impossível Ele pecar. As verdades morais objetivas são simplesmente um reflexo da eternidade divina. Não são regras ou leis por Ele criadas (que poderiam ser alteradas aleatoriamente), mas são qualidades imutáveis e confiáveis da Sua natureza, refletidas no universo. Existem porque Deus existe (não porque Deus as criou ou reconheceu posteriormente). A Bíblia descreve Deus como onipotente, capaz de fazer qualquer coisa à qual Se propuser. As escolhas de Deus, porém, são sempre consistentes com Sua natureza moral e lógica. Ele nunca vai fazer nada contrário à Sua condição divina. — J. Warner Wallace

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O conhecimento tem uma função ímpar e insubstituível na vida do ser humano. Ao contrário de qualquer outra capacidade humana, ele confere autoridade para se agir, direcionar e ensinar. E a falta de conhecimento desqualifica a pessoa nesses aspectos… O conhecimento, portanto, constrói o alicerce para lidar com confiança e sucesso com a realidade, tornando-se, assim, uma das mais valiosas conquistas do ser humano. A Bíblia diz: “O Meu povo foi destruído pela falta de conhecimento”,[6] justamente por que, sem isso, ocorrerão encontros desastrosos, ou falta de encontros, com a realidade. E, o que é mais importante, serão ocorrências referentes a Deus, ao reino de Deus, e à possibilidade de uma vida pautada na visão de eternidade. — Dallas Willard


Existem absolutos

Em todo campo, da Ciência, Matemática, Artes, Música, História, Filosofia e religião, o homem tem tentado destruir a confiança e a fé no absoluto para abalar a fé das pessoas em alguma certeza, em algo verdadeiro. O slogan dessa tendência é: “Não é necessariamente assim”. Então, o que se lê na Bíblia não é necessariamente assim; a história não é necessariamente assim; a religião não é necessariamente assim, e a filosofia não é necessariamente assim”. Em cada campo a afirmação é que, “a criação não é necessariamente assim; música, arte, nada é necessariamente assim, porque não existe necessariamente nenhum afirmativo”. Em outras palavras, não existe verdade.

Pilatos perguntou a Jesus, “O que é a verdade?” Jesus respondeu-lhe: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”[7]. Mas, se nada é assim mesmo, então não existe verdadenem Cristo! Portanto, para provar que não há Deus, tentaram provar que não existe verdade, razão para as coisas, ordem, planos, leis, regras, etc.

Uma educação revolucionária hoje, seria uma que incluísse Deus no currículo. Isso simseria revolucionário no contexto do mundo contemporâneo! Voltar a Deus e à Criação, voltar à verdadeira fé na religião, incluir a Criação no estudo das ciências, voltar a um plano dentro da História, à beleza nas Artes, à harmonia na música, às regras de linguagem, ao senso de certo e errado no comportamento, à ordem no governo e incluir Deus — o criador de todas as coisas, o projetista e planejador maior – em tudo, para a vida voltar a ter sentido.

Voltemos a uma visão razoável de mundo, ao padrão para a existência obra do Criador. Ele faz os planos de acordo com regras e dá sentido ao universo e propósito aos planetas. Traz amor aos nossos corações, paz às nossas mentes, saúde aos nossos corpos, tranquilidade aos nossos espíritos, felicidade à nossa vida e alegria à nossa alma. E Ele nos ensina que “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria”,[8] e que não basta ter conhecimento. O mais importante é saber usá-lo para a glória de Deus.

É preciso ver Deus em tudo para podermos perceber o sentido, a razão, o propósito, o plano e a meta de todas as coisas, paz e a ordem e o propósito para a vida que nos foram dados pelo Grande Arquiteto em Suas regras e leis, Seus conceitos de certo e errado, e Seus valores absolutos, sem os quais não pode haver paz, ordem nem verdadeira felicidade.

Graças a Deus pelos absolutos e pelas regras do Governante, pelas quais podemos estabelecer a diferença entre o certo e o errado e encontrar a felicidade pelo Seu amor e Suas leis amorosas e sensatas. Que Deus o ajude a conhecer Aquele em quem está a vida eterna[9] — e que é absoluto! — D. Brandt Berg

Publicado no Âncora em fevereiro de 2015.


[1] ESV.
[2] João 14:6.
[3] From cbn.com.
[4] NLV.
[5] ESV.
[6] Oseias 4:6.
[7] João 14:6.
[8] Provérbios 9:10.
[9] John 17:3.

Thursday, October 15, 2015

‘The terrorist was shot and killed; that is the right response.’

Ruth Pollard, The Age, October 13, 2015

Now unleashed, the wave of “lone-wolf” stabbing attacks by young Palestinians against Israelis shows no signs of ending.

Devoid of any hope of a political solution and angry at both the Palestinian leadership and Israel, the attackers have terrified Israelis and prompted what human rights groups have described as a disturbing trend towards the use of “excessive force” from the Israeli security forces.

Another young man allegedly attempted to stab an Israeli police officer in Jerusalem’s contested Old City on Monday and like several others before him, he was shot to death at the scene.

“There is a worrying pattern of use of force, and the mounting casualties appear to reflect it,” Sari Bashi, the Israel-Palestine director at Human Rights Watch, says.

Indeed, Israeli forces shot and wounded a research assistant working for Human Rights Watch as she was observing a peaceful demonstration outside Ramallah in the occupied West Bank on October 6.

“The pattern that emerges from the videos, eye-witness accounts and the sheer number of casualties is troubling, especially when juxtaposed with problematic statements by Israel’s leaders,” Ms Bashi told Fairfax Media.

International law–both international human rights law and the special rules that apply to Israel’s occupation–requires Israeli security forces to protect civilians, even if they are demonstrating or suspected of violence, she said.

“Firearms should be a last resort. Intentional use of lethal force should only be used when strictly necessary to protect life–and even then, warning should be given if possible.”

Four Israelis have died and 25 Palestinians–some of them alleged attackers–have been killed in the 12 days of bloodshed that have swept Jerusalem, the West Bank and Gaza.

The young Palestinians who are protesting–through violent and non-violent means–represent just one of several generations who have lived under decades of Israeli military occupation, their lives dominated by concrete walls, checkpoints, soldiers, poverty and violence.

“We are in the midst of a wave of terrorism originating from systematic and mendacious incitement regarding the Temple Mount–incitement by Hamas, the Palestinian Authority and the Islamic Movement in Israel,” Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu said.

He denied the latest wave of violence was born out of frustration over the absence of a lasting peace deal between Israel and Palestine.

“Terrorism does not come from frustration over the lack of a diplomatic solution, but from a desire to destroy us,” Mr Netanyahu told the Knesset on Monday.

At his request, the cabinet unanimously approved on Sunday a bill that imposes mandatory minimum prison sentences for individuals caught throwing rocks, firebombs and firecrackers.

Opposition leader Yair Lapid took a similar line after visiting security services in Jerusalem’s Old City.

“The terrorist who tried to stab security forces was shot and killed; that is the right response. That should be the operating model; whoever comes at us with a knife needs to know that they will be shot.”

But some Israeli commentators have expressed dismay at the actions of the security forces and the politicians cheering them on.

“A spree of extrajudicial killings is sweeping over the land,” columnist Gideon Levy wrote in the left-leaning Haaretz newspaper. “It’s sickening, barbaric and lawless–and it is buoyed by the cheers of the masses, media incitement and the authorities’ encouragement.

“This society has had savage periods before, but not like this one, in which every stabber or anyone who threatens with a knife, screwdriver or vegetable peeler is executed, even after he has thrown down his weapon, while the killer becomes a hero of the nation.”

Those who called for the death penalty for terrorists have won, Levy wrote, as there is now “a death penalty without trial”.

Meanwhile, in the Yedioth Ahronoth newspaper Yehuda Shohat wrote: “Quietly and, as usual, without any real discussions and out of the instincts of a hot-blooded mind, Israel began applying the death sentence in recent weeks.

“It’s not just the statements made by politicians who only know how to talk, or by senior police officers who have declared that every stabbing attempt must end with the terrorist’s death. It’s mostly the acts.”

Time and again, he wrote, terrorists who tried to stab Israelis were executed when they could have been subdued or incapacitated.

Human Rights Watch criticised Mr Netanyahu’s move to equate stone-throwing children with terrorists and of the decision of leaders to “laud policemen and soldiers who kill suspected assailants”.

Meanwhile, the Israeli army’s refusal to publish its rules of engagement is again in the spotlight.

“That lack of transparency is worrying, given the conduct of soldiers as observed by demonstrators and sometimes captured on video,” Ms Bashi says.

The United Nations High Commissioner for Human Rights condemned the high number of casualties, in particular those resulting from the use of live ammunition by Israeli forces, raising serious concerns about the excessive use of force that may be contrary to international law.

Palestinian human rights groups have also expressed concern at Israel’s actions, as video after video emerges of alleged offenders being shot dead rather than apprehended.

The upsurge in violence comes at the same time as an increase in the “frequency and severity of attacks by Israeli settlers against Palestinians,” the NGO al-Haq says, including shooting and beating of Palestinian civilians, vandalising homes and burning olive orchards and other crops.

The jailed Palestinian leader Marwan Barghouti, writing in The Guardian, said “the real problem is that Israel has chosen occupation over peace, and used negotiations as a smokescreen to advance its colonial project”.

“Maybe it is useful to remind the world that our dispossession, forced exile and transfer, and oppression have now lasted for nearly 70 years. We are the only item to have stood on the UN’s agenda since its inception.”

How Christianity Makes Sense of Life

A compilation
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Christianity is not just an attempt to make some sense of a small part of reality. Christianity is a worldview that offers the very meaning of life. It explains the greatest questions of humanity, and it deals with the most explored topics of our history: life after death, the origin of the universe, the existence and character of God, the universal conflict between good and evil. All this and more is addressed by the message that we call the Gospel.—Stuart McAllister

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In the Christian worldview, more specifically, God doesn’t remain distant and removed from evil; God actually enters into our world of evil, suffering, and injustice in the person of Jesus Christ. He comes, standing in the place of God, befriending the marginalized, healing the sick, proclaiming hope for those who turn from their dead-end ways to follow him. Jesus dies naked on a cross, rises from the dead to prove his claims true, and promises to return to right all wrongs and to bring about a new creation in which there is no more injustice or evil.—Paul Copan

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Your worldview, in a sense, is the lens through which you ultimately look at reality. That’s what I like about the Christian faith. It corresponds to reality. It coheres as a worldview; it’s logically consistent. I can test it out, and it brings relevance to your life in all of the most vital pursuits that you and I engage in. Don’t be afraid of the sciences. Don’t be afraid of philosophy. Don’t be afraid of studying world religions. All of these ought to be well understood and then meaningfully responded to.—Ravi Zacharias

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A revolutionary education today would be a back-to-God education, and that’s reallyrevolutionary in this modern day and age! Back to God in creation. Back to real faith in religion, back to creation in science, back to a plan in history, beauty in art, harmony in music, laws in learning to read, right and wrong in behavior, and order in government and God in everything—the Creator of all things, the designer of everything, the planner—so that life again means something.

For God is the only one who can give a real meaning to living. Let’s get back to God in our education, in every subject in every field. I taught school for years, and I brought out God in everything, showing there was perfection in all things and that the perfect one had a hand in the creation of all, and there was a reason for everything.

Back to reasoning, back to a pattern for existence made by a divine designer who makes the plans according to rules, brings about order, and who gives meaning to the universe and purpose to the planets, love to our hearts and peace to our minds, health to our bodies and rest to our spirits, happiness to our lives and joy to our souls, and the wisdom to know that “the fear of God is the beginning of wisdom,”1 and that mere knowledge is not enough, but how to use it is more important for the glory of God.

We must see God in everything to give it meaning, reason, purpose, plan, design, and a goal, and peace and order and a design for living given us by the great designer in His rules and laws, rights and wrongs and absolutes, without which there can be no peace and no order and no happiness.

Thank God for the absolutes and the rules of the Ruler, that we may know the difference between right and wrong and therefore find happiness through His love and His loving laws and reasonable rules. May God help you to “know Him, whom to know islife eternal.”2 And absolute!—D. Brandt Berg

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An adequate worldview must answer more than how to maximize one’s earnings or one’s pleasure. It must make sense of the tough questions that haunt us in the still and darkness of the night, questions such as: “Why are we here?” “What’s next?” “How should we live?” and “What is required for salvation?” Many people today live lives not of reflection but of hyper-stimulation. They may never have taken the time to examine their worldview, and as they bounce from one activity to the next, they push away the nagging sense that something is missing. So it is that they may not realize, at least not for a very long time, that they are operating on a very “stripped down” view of the world, one that highlights pleasure and power, but ignores those things that endure. …

The best worldview to adopt is the one true one, the one that completely conforms to reality. Christianity doesn’t promise a perfect life in the here and now. Indeed, following Christ is guaranteed to bring trials and hardships … but if what you want is a worthy life now—a life well-lived—and the guarantee of being made perfect by the One who defines perfection, then the Christian worldview will be your ultimate destination.—Al Serrato

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Watching athletes compete with all their heart always reminds me of what the Apostle Paul said in 1 Corinthians 9:24–27:

“Do you not know that in a race all the runners run, but only one gets the prize? Run in such a way as to get the prize. Everyone who competes in the games goes into strict training. They do it to get a crown that will not last; but we do it to get a crown that will last forever. Therefore I do not run like a man running aimlessly; I do not fight like a man beating the air. No, I discipline my body and bring it into subjection so that after I have preached to others, I myself will not be disqualified for the prize.”

The tasks which face us as Christians are of Olympic proportions. To build God’s kingdom today, we can’t afford to have folks “just along for the ride.” Each Christian must be fully equipped with a biblical worldview, knowledge of how Scripture applies to every area of life, courage, determination, resourcefulness and wisdom. I suspect that most Christians are not getting this kind of training. Is it possible that we Christian runners are falling by the wayside in the race of life?—Dr. Jeff Myers

Published on Anchor March 2015. Read by Debra Lee.



1 Proverbs 9:10.


2 John 17:3.

Como o Cristianismo Interpreta o Sentido da Vida

Compilação
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O cristianismo não é apenas uma tentativa de interpretação de uma pequena parte da realidade. O cristianismo é uma visão de mundo que interpreta o verdadeiro sentido da vida. Além de explicar as questões mais profundas da humanidade, o cristianismo lida com as mais exploradas da nossa existência: a vida após a morte, a origem do universo, a existência e o caráter de Deus, o conflito universal entre o bem e o mal. Tudo isso — e mais — é abordado na mensagem que denominamos o Evangelho. — Stuart McAllister

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De acordo com a visão cristã do mundo, Deus não permanece distante e afastado do mal. Na realidade, Deus, na pessoa de Jesus Cristo, participa da nossa vida neste mundo permeado pelo mal, pelo sofrimento e pela injustiça. Jesus substituiu Deus na convivência conosco, tornando-Se amigo do marginalizado, curando doentes e oferecendo esperança para aqueles que abandonarem o beco sem saída no qual se encontram e O seguirem. Jesus morreu nu na cruz, ressuscitou para provar a veracidade de Suas afirmações e prometeu retornar para corrigir os erros e trazer um novo mundo, sem injustiças ou maldade. — Paul Copan

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A visão de mundo da pessoa influencia a sua ótica da realidade. É isso o que me agrada na fé cristã. Corresponde à realidade. É coerente em relação à visão de mundo. Faz sentido. É consistente. Se colocada à prova, dá relevância às buscas mais vitais nas quais nos engajamos. Não tenha medo das ciências ou da filosofia. Não tenha medo de estudar as religiões do mundo. Todas devem ser bem compreendidas para responder-se a elas de forma significativa. — Ravi Zacharias

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Uma educação revolucionária hoje seria a que promovesse o retorno aos preceitos divinos. Isso seria realmente revolucionário no mundo moderno. Voltar a Deus na Criação. Voltar à verdadeira fé na religião, devolver a Criação ao estudo das ciências, voltar a um plano dentro da história, à beleza na arte, à harmonia na música, às regras de linguagem, ao senso de certo e errado no comportamento, à ordem no governo e Deus — o criador de todas as coisas, o projetista e planejador maior — em tudo, para a vida voltar a ter sentido.

Deus é o único que pode dar sentido à vida. Vamos realinhar a educação a Ele em todas as disciplinas de todas as áreas. Lecionei por anos e sempre inclui Deus em tudo, mostrando que havia perfeição, e que Aquele que é perfeito participou da criação, e que havia uma razão para tudo.

Voltemos ao bom raciocínio, a um padrão para a existência, a obra do Criador que traça os planos com base em regras e dá sentido ao Universo e propósito aos planetas. Ele traz amor aos nossos corações, dá-nos paz de espírito, saúde física, tranquilidade, felicidade e alegria à nossa alma. E Ele nos ensina que “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria”[1] e que não basta ter conhecimento. O mais importante é saber usá-lo para a glória de Deus.

É preciso ver Deus em tudo para podermos perceber o sentido, a razão, o propósito, o plano e a meta de todas as coisas, paz e a ordem e o propósito para a vida que nos foram dados pelo grande arquiteto por meio de Suas regras e leis, Seus conceitos de certo e errado, e Seus valores absolutos, sem os quais não pode haver paz, ordem nem verdadeira felicidade.

Graças a Deus pelos absolutos e pelas regras do Governante, pelas quais podemos estabelecer a diferença entre o certo e o errado e encontrar a felicidade pelo Seu amor e Suas leis amorosas e sensatas. Que Deus o ajude a conhecer Aquele em quem está a vida eterna[2] — e que é absoluto! — D. Brandt Berg

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Uma visão de mundo adequada deve oferecer respostas que vão além de como potencializar seus ganhos ou prazeres. Deve oferecer respostas às questões mais difíceis que nos perseguem na calada da noite, como, por exemplo: “Por que estamos aqui?” “O que vem a seguir?” “Como devemos viver?” e “O que é preciso para ser salvo?” Hoje em dia, para muitos, a vida não é marcada pela reflexão, mas de hiper-estimulação. No frenesi de atividades, possivelmente nunca param para examinar a sua visão de mundo, esquivando-se da sensação de que falta algo. Por isso talvez vivam por muito tempo sem perceber que possuem uma visão limitada do mundo, que salienta o prazer e o poder, mas ignora as coisas que perduram...

A melhor visão de mundo a se adotar é a única verdadeira, que se conforma totalmente à realidade. O cristianismo não promete que esta vida será perfeita. Seguir é garantia de provações e dificuldades... mas se deseja uma vida que compense agora, uma vida bem vivida, e a certeza de ser aperfeiçoado por Aquele que define a perfeição, então a visão de mundo cristã deverá ser a sua meta final. — Al Serrato

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Observar atletas extremamente dedicados à competição sempre me lembra das palavras do apóstolo Paulo em 1 Coríntios 9:24–27:

“Vocês não sabem que dentre todos os que correm no estádio, apenas um ganha o prêmio? Corram de tal modo que alcancem o prêmio. Todos os que competem nos jogos se submetem a um treinamento rigoroso, para obter uma coroa que logo perece; mas nós o fazemos para ganhar uma coroa que dura para sempre. Sendo assim, não corro como quem corre sem alvo, e não luto como quem esmurra o ar. Mas esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser reprovado.”

As tarefas designadas ao cristão são de nível olímpico. Para construir o reino de Deus hoje, não podemos ter pessoas que seguem “só pra curtir”. Cada cristão tem que estar totalmente equipado com uma visão bíblica de mundo, conhecimento da aplicação das Escrituras a todos os aspectos da vida, coragem, determinação, talento e sabedoria. Suspeito que a maioria dos cristãos não está recebendo esse tipo de treinamento. Será possível que nós, competidores cristãos, estejamos ficando para trás na pista na corrida da vida? — Dr. Jeff Myers

Publicado no Âncora em março 2015.


[1] Provérbios 9:10.

[2] João 17:3.

Dutch report: Buk missile downed MH17 in Ukraine

By Andrew Roth and Brian Murphy, NY Times, October 13, 2015

MOSCOW–The Dutch Safety Board announced its findings Tuesday that a Russian-developed Buk missile brought down Malaysia Airlines Flight 17 over eastern Ukraine last year. But the final report isn’t expected to bring closure: Russia and the West will continue to wrangle over who is to blame.

In its announcement, the board noted that Ukraine should have closed off its airspace to civilian aircraft and said that the Boeing 777, carrying 298 people, should not have been flying over a war zone.

On July 17, 2014, the Malaysian jetliner flying from Amsterdam to Kuala Lumpur broke apart over southeast Ukraine, where pro-government and pro-Moscow separatist fighters were locked in bloody fighting.

“A 9n314m warhead detonated outside the airplane to the left side of the cockpit. This fits the kind of warhead installed in the Buk surface-to-air missile system,” said Safety Board head Tjibbe Joustra. A video reconstruction of the impact released by the board detailed how the missile can travel at three times the speed of sound and detonate via proximity fuse; about 800 “pre-formed fragments” struck the jet. “This impact, combined with the blast of the explosion, causes the cockpit and the business class section to separate,” the video notes. “As it descends, the airplane disintegrates.”

The findings, however, did not assign responsibility, or what generation of the missile brought down the plane. The Buk system, first developed in early 1970s by the Soviet Union, is part of the Russian arsenal, but older versions are no longer deployed. Various types of Buk missiles, however, are also used Ukraine and some other former Soviet republics.

Western officials and experts blamed separatist forces, who they said were being aided by the Russian military. Russia responded by pointing the finger at the West, saying that Ukraine’s army may have shot down the plane and Ukraine’s government was complicit in the passengers’ deaths for allowing a jetliner to fly through a war zone.

The Dutch probe, however, is not over. A separate criminal investigation is underway, and Dutch Prime Minister Mark Rutte asked Russia for “complete cooperation.”

The Dutch Safety Board report discredits one Russian theory, that the passenger plane was shot down by a Ukrainian air force jet. But both the Russian and Ukrainian armies have Buk missile systems, and Russian officials can and probably will continue to argue that the Ukrainian army was behind the attack on the plane.

Wednesday, October 14, 2015

Amar e Reverenciar a Deus

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Bem-aventurado o homem que teme ao Senhor, que em Seus mandamentos tem grande prazer. Oh! Quão grande é a Tua bondade, que guardaste para os que Te temem.— Salmo 112:1; 31:19[1]

*

A Bíblia fala bastante sobre o temor a Deus, o que envolve dois princípios. Um deles se refere a sentir medo dEle e da Sua ira. O outro diz respeito a honrá-lO e reverenciá-lO. Um dos conceitos está ligado a receio ou pavor, é ter medo de Deus, e é usado principalmente em referência a pessoas que pecaram e vão enfrentar o julgamento de Deus. Estes são alguns versículos que apresentam esse conceito:

Os homens se meterão nas cavernas das rochas, e nas covas da terra, por causa da presença espantosa do Senhor, e por causa do esplendor da Sua majestade, quando Ele se levantar para sacudir a terra.[2]

Não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma. Temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.[3]

Este conceito é diferente do que é tratado de forma positiva, em reverência a Deus, que significa venerar, admirar, honrar e respeitar Deus. Alguns sinônimos para temor nesse sentido são: admiração, encantamento, adoração, devoção, ter um alto conceito, ter em alta estima, deferência, reconhecimento. Temer a Deus dessa forma traz bênçãos e benefícios para nossas vidas.

O cristão salvo não precisa temer a punição pelos seus pecados, pois Jesus já recebeu o castigo sobre Si com Sua morte na cruz. Fomos perdoados dos nossos pecados e poupados do “salário do pecado” por meio da dádiva da salvação e da vida eterna com Deus.

Isso não nos isenta de sofrermos consequências pelos nossos pecados, nem significa que Deus tolerará o pecado deliberado e a desobediência às Suas leis morais. A Bíblia fala de punição e castigo. Nas Escrituras, a palavra castigo costuma ser usada no sentido de ensinamento ou algo que vai ensinar e formar o caráter pela censura ou admoestação, bem diferente da punição pelos pecados. O Senhor pode, por amor, nos castigar de alguma forma com o propósito de nos ensinar e nos formar. “O Senhor corrige a quem ama, e açoita a todo o que recebe por filho.”[4]

O temor a Deus é a reação certa que os crentes devem ter a tudo que Deus é e faz —no sentido de veneração, reverência, deferência, adoração devoção, admiração e respeito. Quando pensamos que Ele criou o universo, desde as maiores estrelas às partículas subatômicas, só podemos nos maravilhar com Seu poder e glória. Quando percebemos que apesar de sermos pecadores e, consequentemente, merecedores do Seu castigo, Deus, por amor tornou possível a salvação e a reconciliação, a reação correta é o louvor, a adoração, a honra, o amor, a obediência e a reverência. São formas de reconhecermos que Ele é Deus —Pai, Filho e Espírito Santo.

Os que amam o Senhor não precisam sentir medo dEle ou da Sua ira. Somos parte da Sua família, direito adquirido pela nossa fé em Jesus. Nossos pecados estão perdoados, de forma que não sofreremos o castigo divino. Fomos remidos. Nosso relacionamento com o Senhor é de amor, gratidão, louvor e adoração. Da mesma forma, é certo temermos o Senhor no sentido de Lhe dar nosso amor, de obedecermos à Sua palavra e de vivermos de forma a glorificá-lO, pois Ele é muitíssimo digno.—Peter Amsterdam

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Digno és, Senhor nosso e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, pois Tu criaste todas as coisas, e por Tua vontade existem e foram criadas. — Apocalipse 4:11


O dever de todo o homem

Qual é o nosso principal trabalho? “Teme a Deus e guarde os Seus mandamentos, porque esse é o dever de todo o homem.”[5] Desde a vinda de Jesus, Deus resumiu tudo isso a “amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e o teu próximo como a ti mesmo”.[6] Estava incluído no “temer a Deus”, mas Ele transformou numa relação pessoal e amorosa entre Ele e cada um de nós. E em vez de temer a Deus, Ele disse paraamarmos o Senhor! E em vez de apenas “guardar os mandamentos”, Ele disse para “amarmos o próximo como a nós mesmos, e que desses mandamentos depende toda a lei e os profetas.”[7]

É óbvio que, antes temos de amar a Deus para podermos ter amor para o nosso próximo. Não é possível amar os perdidos em outro país, ou os ímpios ou nossos inimigos e ninguém sem o amor de Deus sobrenatural, milagroso e que opera milagres no nosso coração. “Nós amamos a Deus porque Ele nos amou primeiro.”[8] Apenas isso nos dará amor suficiente pelos outros para estarmos dispostos a renunciar a tudo e irmos por todo o mundo pregar o Evangelho a toda a criatura. — A pessoas que nunca vimos, não falamos a sua língua nem conhecemos sua religião nem as diferentes raças, cores, e costumes. Para isso é preciso o amor de Deus. Portanto, têm que começar com isso, que é o que vai fazer toda a diferença.

Quando Jesus apareceu aos discípulos depois da crucificação, Ele perguntou a Pedro: “Simão, filho de João, você me ama realmente mais do que estes?” Disse ele: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo”. Disse Jesus: “Cuide dos meus cordeiros”. Novamente Jesus disse: “Simão, filho de João, você realmente me ama?” Ele respondeu: “Sim, Senhor tu sabes que te amo”. Disse Jesus: “Pastoreie as minhas ovelhas”. Pedro deve ter ficado um pouco chateado, porque então lhe disse: “Simão, filho de João, você me ama?” Pedro ficou magoado por Jesus lhe ter perguntado pela terceira vez “Você me ama?” e lhe disse: “Senhor, tu sabes todas as coisas e sabes que te amo”. Disse-lhe Jesus: “Cuide das minhas ovelhas”.[9]

É preciso amar o Senhor para poder amar o próximo. Por isso, a primeira pergunta deve ser: “Será que amo o Senhor o suficiente? Será que amo Você o suficiente, Senhor, e estou ficando bem pertinho de Você, o Pastor, buscando a Sua vontade, aos Seus pés, no caminho certo, no caminho que Você sabe ser o melhor? Será que estou seguindo no Seu caminho, seguindo as Suas pegadas?”

Se ficarmos perto do Pastor, Ele prometeu nos guiar a pastos verdejantes às águas tranquilas, e a refrigerar a nossa alma. Ele vai cuidar de nós. E mesmo no vale da sombra da morte não temeremos mal algum. Ele preparará uma mesa diante de vocês na presença dos seus inimigos, ungirá a sua cabeça com óleo. Mesmo a Sua vara e o Seu cajado nos confortarão com alguns golpes de vez em quando se sairmos da linha. Não parece ser muito confortável, mas por vezes a vara é um conforto.[10]

Se ficar próximo ao Pastor, você será bem alimentado, bem cuidado e bem protegido. Por que razão os pastores têm ovelhas? Para terem resultados, fruto! “Nisto é Deus glorificado, em que deis muito fruto.”[11] E como você vai dar fruto? Primeiro, nós amamos a Deus. A questão é, qual o nosso grau de amor por Deus? Estamos obedecendo a Ele? Estamos seguindo o Senhor bem de perto? Estamos amando nosso próximo o suficiente para dar muito fruto?

É isso o que devemos nos perguntar: “Será que eu amo o Senhor o suficiente? Estou perto dEle o suficiente? Estou seguindo e obedecendo ao Senhor, seguindo Suas pegadas bem de perto, sem me desviar ou embrenhar na floresta?”

Precisamos colocar nossas prioridades na devida ordem. Precisamos sentar e fazer as contas. Por isso gosto de registrar estatísticas e fazer um balanço, para sabermos qual a nossa situação. Qualquer negociante que não fizer um inventário de vez em quando para ver como vão as coisas pode vir a perder o negócio. Ele poderia estar perdendo dinheiro e estar a caminho da falência sem saber. É preciso fazer a contabilidade, entre vocês e com Deus. E registrar o progresso, os resultados e frutos para saberem se estão avançando ou regredindo, e entenderem a sua situação.

E por último e mais importante, devemos nos lembrar que “só uma coisa é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual nunca lhe será tirada.”[12] Ela sentou-se aos pés de Jesus e ouviu o que Ele tinha a dizer. Essa é a única coisa realmente necessária: ouvir o Senhor, sentar-se aos Seus pés, ouvir o que Ele tem a dizer, e ouvir a Sua Palavra.

Senhor, ajude-nos a lembrar que a Sua Palavra tem prioridade, que o Seu amor vem primeiro, e o Seu amor é manifestado na Sua Palavra, na Palavra amorosa que é a base da nossa vida e trabalho para Você. Todo o nosso dever e obrigação é amar Você e os outros, amar a Sua Palavra e amar as pessoas com a Sua Palavra.—D. Brandt Berg

Publicado no Âncora em setembro de 2015.


[1] RC.

[2] Isaías 2:19.

[3] Mateus 10:28.

[4] Hebreus 12:6.

[5] Eclesiastes 12:13.

[6] Mateus 22:37–39.

[7] Mateus 22:40.

[8] 1 João 4:19.

[9] João 21:15–17.

[10] Salmo 23.

[11] João 15:8.

[12] Lucas 10:42.

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