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Thursday, September 22, 2016

How Homeschooling Is Changing in America

By Kyle Greenwalt, The Conversation, September 18, 2016

As children head back to school, an increasing number of their homeschooled peers will be starting their academic year as well. Homeschooling in the United States is growing at a strong pace.

Recent statistics indicate that 1.5 million children were homeschooled in the United States in 2007. This is up significantly from 1.1 million children in 2003 and 850,000 children in 1999.

The homeschooling movement first emerged in earnest during the 1980s. Back then it was largely led by evangelical Christians. But as the movement has grown, it has also changed. Today’s homeschooling families may increasingly welcome cooperation with their local public school districts. In my own research, I have seen how diverse homeschoolers now are. This diversity challenges any simplistic understanding of what homeschooling is and what impact it will have on the public school system.

So how do we understand this evolution in American education?

In fact, homeschooling was common up until the late 19th century. Most children received a substantial part of their education within the home. In the late 19th century, states started passing compulsory attendance laws. These laws compelled all children to attend public schools or a private alternative. In this way, education outside the home became the norm for children. 

It was in the 1970s that American educator John Holt emerged as a proponent of homeschooling. He challenged the notion that the formal school system provided the best place for children to learn. Slowly, small groups of parents began to remove their children from the public schools.

By the 1980s, homeschooling families had emerged as an organized public movement. During that decade, more than 20 states legalized homeschooling. For the most part, evangelical Christians led these battles. Organizations such as the Home School Legal Defense Association, founded in 1983, provided the necessary legal and financial backing for these families.

At the time, homeschooling was seen to be in conflict with secular school systems. Religious parents came to define the public face of the homeschooling.

Today, homeschooling is becoming part of the mainstream. It is legal in all 50 states. In addition, a growing number of states are making attempts to engage the homeschooled population for at least part of the day.

For example, 28 states do not prevent homeschooled students from participating in public school interscholastic sports. At least 15 more states are considering “Tim Tebow Laws”–named after the homeschooled athlete–that would allow homeschoolers access to school sports.

The overall homeschool movement is also much more diverse. For example, sociologists Philip Q. Yang and Nihan Kayaardi argue that the homeschool population does not significantly differ from the general U.S. population. Put another way, it is not really possible to assume anything about the religious beliefs, political affiliations or financial status of homeschooling families anymore.

Data from the National Center for Educational Statistics (NCES) provide further corroboration. In 2008, the NCES found that only 36 percent of the homeschooling families in their survey chose “the desire for religious or moral instruction” as their primary reason for their decision to homeschool. At the same time, other reasons, such as a concern about the school environment, were just as important to many homeschool families.

So, what are the reasons behind this expansion of the homeschool movement?

My research shows that this has been fueled, at least in part, by changes in the public school system. For example, changes in technology have brought about the rise of online charter schools, which utilize remote online instruction to serve their students.

This means that more students are educated in their home at public expense. California, Ohio and Pennsylvania have led the way in this regard. In 2006, it was estimated that 11 percent of Pennsylvania’s charter schools had online instruction. What is noteworthy is that 60 percent of the students in these schools had previously been homeschooled.

In addition, homeschoolers in states such as Michigan have access to public school interscholastic sports. That’s not all. They can, in addition, opt to take certain public school offerings.

For example, homeschoolers can choose to attend school for part of the day, and take Advanced Placement courses in any range of subjects. Such courses are popular with many families because they allow students to earn college credit while still in high school.

Positivamento Grato

Curtis Peter van Gorder
http://anchor.tfionline.com/pt/post/positivamento-grato/

Li recentemente um livro que encontrei em um sebo. Amo a maneira como alguns livros parecem dizer, “Me leia!”. A Vida Secreta da Água, de Masaru Emoto fez isto comigo. E me fez pensar em como esses elementos vitais da vida são simplesmente maravilhosos.

A premissa dele é que a água reflete a força positiva ou negativa com a qual entra em contato. Ele expôs água destilada a influências positivas e negativas como fala, música, fotos e escrita e então a congelou e fotografou os cristais. As fotos neste livro sugerem que as influências positivas tais como oração, música edificante e palavras positivas faziam a água formar lindos cristais, ao passo que influências negativas faziam a água não cristalizar ou ter uma formação feia.

Isso é uma viagem? Talvez, mas suas ideias podem ter feito muitas pessoas questionarem que tipo de vibrações e energias elas têm gerado nos outros.

Tendo vivido em 14 países durante um período de mais de 45 anos, aprendi o valor de ser positivamente grato. Quando as pessoas me perguntavam que país gostei mais, eu tinha que dizer que era o país no qual eu estava vivendo naquele momento, pois cada país tem suas bênçãos e desafios. Por isso eu achava realmente necessário apreciar as coisas boas da terra onde eu morava para poder apreciar mais plenamente a experiência que a vida estava me oferecendo naquele momento.

Uma habilidade de sobrevivência muito útil que adquiri enquanto vivi no Oriente Médio foi estar grato por tudo. Isso é refletido na linguagem das pessoas desta região que continuamente dão graças a Deus pelo que lhes acontece no momento—quer seja uma bênção óbvia ou uma bênção disfarçada sob forma de pesar e decepção.

Um exemplo disto é a história que o nosso grupo de teatro representou, de um famoso contador de histórias da região, Juha.

Juha conta que um dia, apesar das dificuldades de ter seu burro morrendo, uma seca contínua, e os preços cada vez mais altos no mercado, ele estava determinado a dar graças a Deus não importasse o quê. A provação logo veio quando estava capinando sua horta e um espinho atravessou seu sapato. Depois de pular em um pé só e chorar de dor, ele lembrou. “Obrigado, meu Deus, que estes são os sapatos velhos e que não destruí os novos.”

Ele continuou capinando, e então veio uma tempestade de areia que o levou ao chão. Depois que tudo se acalmou, ele pensou “Obrigado, meu Deus, que agora finalmente o tempo está bom. Tempestades de areia são muito raras!”

Antes de acabar de capinar, colocou sua bolsa de dinheiro de lado, com algumas moedas que ele estava economizando para comprar um novo burro. Um ladrão passou e roubou sua bolsa, e apesar de sair disparado atrás dele, Juha não conseguiu alcançá-lo. Quase sem fôlego se perguntou pelo que poderia estar agradecido naquele momento. Não obteve resposta, então continuou capinando.

Logo um marinheiro se aproximou dele e lhe disse: “Eu fui seu aluno antes de ir trabalhar no navio. Quando estávamos em grande perigo com vagas muito grandes ameaçando afundar nosso navio, eu me lembrava que você nos ensinou a dar graças em qualquer situação. Fiz isto, e estou verdadeiramente agradecido por minha vida ter sido poupada. Quero lhe dar um presente como um pequeno sinal da minha gratidão.”

Ao abrir o presente, Juha encontrou exatamente a mesma quantia que lhe havia sido roubada. “Eu perdi dinheiro numa hora e o recuperei no mesmo dia! Que maravilha! Deus é bom!”

Depois de capinar um pouco mais, Juha já estava muito cansado. Ele descansou sob um grande carvalho. Antes de pegar no sono, notou um pé de melancia e pensou: “Eu me pergunto por que as grandes melancias crescem em pequenas vinhas assim, enquanto os carvalhos magníficos só dão pequenas bolotas. Não deveria ser o contrário? Uma fruta grande numa árvore de grande porte; e uma pequena noz, numa plantinha?...” Seus pensamentos foram interrompidos por uma bolota que o atingiu na cabeça. E de repente ele entendeu! “Obrigado, Deus, por ser muito mais sábio do que eu. Se as melancias crescessem em árvores de grande porte, eu estaria morto agora.”

No final do dia, ele tinha muito pelo que estar agradecido.

Quando eu morava na Jordânia, tive a oportunidade de aplicar este princípio à minha própria vida quando fiquei hospitalizado por dez dias com uma doença que poderia ter sido fatal. Foi um momento muito especial e positivo, com bastante reflexão. Era como se eu tivesse sido levantado pelos braços de Deus e levado a um jardim tranquilo para meditar sobre a minha vida. Tenho tido a sorte de uma boa saúde a maior parte da minha vida, de modo que esta situação foi ímpar.

Geralmente eu sou muito voltado para o trabalho, de modo que desacelerar e concentrar em sobreviver foi uma experiência nova para mim, e certamente me deu uma nova perspectiva sobre a bênção da saúde. Fiz uma resolução que quando ficasse melhor, tentaria cooperar com o meu corpo tendo um estilo de vida mais saudável de alimentação e hábitos de exercício. Cambalear sobre o abismo entre a vida e a morte me fez perceber o que realmente importa: amar a Deus e aos outros. Não era nada que eu já não soubesse, mas há uma grande diferença entre saber algo e fazer disso uma grande parte da sua vida.

Tentei passar esta atitude de gratidão para os meus filhos e netos fazendo um pequeno jogo durante o jantar, algo que aprendi com Michelle Obama chamado “rodas e espinhos”. Cada pessoa conta algo de bom que lhe aconteceu naquele dia—uma rosa—e uma experiência difícil, desagradável ou desafiadora—um espinho. Vi que este jogo gera uma boa conversa à mesa, muito melhor do que simplesmente perguntar: “Como foi o seu dia?” e receber uma resposta de tipo “ok” ou “bom”.

Acredito que estar agradecido não significa ignorar nossos problemas. O antigo rei Davi clamou ao Senhor, como está registrado no livro dos Salmos, perguntando: “Meu Deus! ... Por que estás tão longe de salvar-me, tão longe dos meus gritos de angústia?”[1]Apesar do lamento de Davi, lemos no mesmo Salmo que ele termina seu clamor de maneira positiva: “Pois não menosprezou nem repudiou o sofrimento do aflito; não escondeu dele o rosto, mas ouviu o seu grito de socorro. Os pobres comerão até ficarem satisfeitos; aqueles que buscam o Senhor o louvarão! Que vocês tenham vida longa! Todos os confins da terra se lembrarão e se voltarão para o Senhor.”[2] Davi supera seu desencorajamento louvando o Senhor apesar de como se sentia.

Obrigado, Senhor, por tudo o que Você faz. As coisas que não entendo, embalo num embrulho de fé e Lhe dou para que me revele a Seu tempo. Eu amo Você pela Sua bondade, mesmo quando não compreendo, porque Você é o Altíssimo. Eu O louvarei, porque Você verdadeiramente faz todas as coisas bem!

[1] Salmo 22:1 NVI.
[2] Salmo 22:24, 26–27 NVI.

Wednesday, September 21, 2016

Fundamentos Inabaláveis

Hannah Whitall Smith
http://anchor.tfionline.com/pt/post/fundamentos-inabalaveis/

“... do que pode ser abalado, isto é, coisas criadas, de forma que permaneça o que não pode ser abalado.”[1]

Imagino que todos nós concordamos que, para podermos nos sentir consolados e em paz, devemos nos firmar em fundamentos inabaláveis.

Existem ocasiões quando sentimos que a nossa fé está tão firme e irremovível quanto uma cordilheira de montanhas. Em algum momento tudo começa a ficar de pernas para o ar; nossos fundamentos se abalam e desmoronam. A vontade é de nos desesperarmos. Questionamos se vamos conseguir sequer perseverar na fé. Às vezes as mudanças ocorrem em circunstâncias externas, outras vezes é uma experiência interna. Se a nossa segurança é o fato de servirmos fielmente a Deus, muitas vezes o Senhor tem que retirar toda a força que nos capacita para a obra, ou todas as oportunidades, para a nossa alma poder se deslocar daquele local de falso repouso e ter apenas o Senhor em quem se apoiar.

Às vezes, nós nos apoiamos nas boas sensações ou emoções de uma vida piedosa, então a alma tem que ser privada desses elementos para poder aprender a se apoiar apenas em Deus.

Existem ocasiões quando ocorre uma reviravolta nas circunstâncias externas. Tudo parece firmemente estabelecido a ponto de nem cogitarmos um possível desastre. Nossa reputação está garantida, nosso trabalho próspero, nosso empenho rendeu sucesso além da nossa expectativa, e a nossa alma está descansada. A necessidade que sentimos por Deus corre o risco de se tornar algo isolado e vago. Então o Senhor tem que dar um basta. A nossa prosperidade desmorona como uma casa construída na areia, e o nosso primeiro pensamento é de que Deus está bravo conosco. Mas na realidade é amor, terno amor, e raiva. Jesus, no Seu amor, retira toda a prosperidade exterior que impede a nossa alma de fazer uma imersão no reino espiritual interior que tanto ansiamos.

Paulo declarou que contava todas as coisas perda para que pudesse ganhar a Cristo. Quando nós pudermos ecoar essas palavras, passaremos a possuir permanentemente a paz e alegria que o Evangelho nos promete.

Os antigos místicos ensinavam a doutrina do “desapegar”, significando que a alma devia se desapegar de tudo o que a afastasse de Deus. A razão por que ocorrem muitos desses “abalos” na nossa vida é justamente pela necessidade de nos desligarmos do mundo. Não é possível seguir plenamente a Deus se estamos presos a outras coisas, da mesma forma que um barco jamais chegará ao alto mar enquanto suas amarras estiverem no cais.

Para chegarmos à “cidade que tem fundamentos”, devemos sair como Abraão, deixar outras cidades e nos desligarmos de todas as amarras terrenas. Tudo na vida de Abraão que podia ser abalado passou por mudanças. Nós, como Abraão, procuramos uma cidade com fundamentos, cujo artífice e construtor é Deus. O Salmista aprendeu isso, e depois de muitos abalos na sua vida, afirmou: “Descanse somente em Deus, ó minha alma; dele vem a minha esperança. Somente ele é a rocha que me salva; ele é a minha torre alta! Não serei abalado! A minha salvação e a minha honra de Deus dependem; ele é a minha rocha firme, o meu refúgio.”

Ele finalmente chegou ao ponto em que Deus era tudo na sua vida, e então aprendeu que Deus bastava.

O mesmo acontece conosco. Quando tudo em nossa vida e experiências que pode ser abalado passa por reviravoltas, e apenas o inabalável permanece em pé, percebemos que Deus é a nossa única rocha e alicerce, e aprendemos a contar apenas com Ele.

“Por isso não temeremos, embora a terra trema e os montes afundem no coração do mar, embora estrondem as suas águas turbulentas e os montes sejam sacudidos pela sua fúria... Deus nela está! Não será abalada! Deus vem em seu auxílio desde o romper da manhã.

“Não será abalada” — que declaração mais inspiradora! Será possível que nós, tão facilmente abalados pelas circunstâncias, conseguimos chegar a um ponto em que nada nos perturba ou tira a nossa calma? É possível, e o apóstolo Paulo bem sabia. Quando ele estava a caminho de Jerusalém, previu “ligaduras e aflições”, disse vitoriosamente: “Mas nada disso me abala”.

Tudo que podia ser abalado na vida de Paulo teve uma reviravolta, a tal ponto que ele não tinha mais amor por suas posses ou nada na sua vida. Se conseguirmos deixar Deus agir conosco como Ele deseja, talvez cheguemos a esse ponto em que os imprevistos ou as grandes e difíceis provações na nossa vida não nos farão temer nem tremer, ou tirar a nossa paz que sobrepassa todo o entendimento. Então teremos aprendido a nos apoiarmos apenas em Deus.

Adaptado do texto The God of All Comfort, de Hannah Whitall Smith (1832–1911). Publicado no Âncora em maio 2014. Tradução Hebe Rondon Flandoli.

[1] Hebreus 12:27.

Tuesday, September 20, 2016

O que Deus o Criou para Ser

Compilação
http://anchor.tfionline.com/pt/post/o-que-deus-o-criou-para-ser/

Jesus ensina que devemos “ser perfeitos”, assim como o nosso pai celestial é perfeito. Mas a palavra traduzida para “perfeito”, na verdade é o vocábulo grego telos.[1] Telos significa “aquilo para o qual algo foi criado”. O telos de uma cadeira é prover um local onde se possa sentar. O telos de um edifício é abrigar. O telos da vida humana é descobrir quem nós somos à semelhança de Deus. Quando Jesus diz para sermos “perfeitos”, poderia muito bem estar dizendo: “Seja aquilo que foi criado para ser”. Eu vim a acreditar que a perfeição humana não está relacionada a ser independente ou a sempre acertar em tudo, mas sim na vulnerabilidade, interdependência e admissão da necessidade que temos uns dos outros. Eu vim a acreditar que a perfeição humana está relacionada a dar e receber, e reconhecer os dons uns dos outros.—Amy Julia Becker[2]

*

Outro dia, quando estava limpando a bagunça no meu armário, encontrei um lindo presente que ganhei de uma amiga muitos meses atrás.

Lembro-me da ocasião quando ela me deu o presente. Adorei! Eu me senti muito especial e amada por ela ter comprado aquilo pensando em mim.

No entanto, envolvida nos afazeres da vida, acabei enfiando o presente no meio das “tralhas”, fora de vista, e nunca fiz uso dele. Eu nem imagino como minha amiga ficaria desapontada se soubesse que não dei o devido valor ao presente.

Isso me fez parar e pensar nos presentes que o Grande Amigo dá a cada um de nós… e se os estamos usando ou não.

1 Coríntios 12:7 diz: “A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito para o proveito comum.”[3]

Na minha visão, cada um de nós é fruto da infinita criatividade de Deus, que nos formou selecionando habilidades e dons espirituais específicos de modo a nos equipar para cumprirmos o Seu desígnio.[4] E não foi só para favorecer a nós, mas também ao Seu povo e a Ele.

Nós somos administradores desses dons. Devemos orar para discerni-los e saber usá-los para servirmos à grande necessidade que existe no mundo. Esse é o nosso desígnio e vocação.

Imagine como o mundo seria se começássemos a administrar os dons que Deus nos deu para servirmos uns aos outros e curarmos os quebrantados!

Eu ignorei o presente que ganhei de minha amiga a um tempo atrás, mas não devemos ignorar ou esconder os dons ímpares que Deus nos concedeu, embaixo de uma pilha de coisas no armário de nossas vidas. Devemos usar nossos dons para a glória de Deus AGORA!—Michele Dudley[5]

*

Tu criaste o íntimo do meu ser e me teceste no ventre de minha mãe. Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Disso tenho plena certeza.—Salmo 139:13–14[6]

*

Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou de antemão para que nós as praticássemos.—Efésios 2:10[7]

*

A sua vida é importante. Todos queremos acreditar nisso, independentemente de formação religiosa. Até os ateus querem ter uma vida que faça a diferença de alguma forma.

A Bíblia diz que a sua vida é importante porque Deus o criou de forma singular. No Salmo 139 a Bíblia diz: “Tu criaste o íntimo do meu ser e me teceste no ventre de minha mãe. …Os teus olhos viram o meu embrião; todos os dias determinados para mim foram escritos no teu livro antes de qualquer deles existir.”[8]

Deus o criou singular porque tem um plano singular para a sua vida. Ele supervisionou pessoalmente a sua criação, porque tinha planos para a sua vida que só você poderia cumprir. Os seus pais talvez não tenham planejado tê-lo como filho, mas Deus sim. Deus o separou para uma missão especial. Como podemos ter certeza disso?

Deus o criou à Sua imagem e semelhança. Ao contrário dos outros seres viventes neste mundo, o ser humano foi criado à semelhança de Deus. Vacas, cabras, ovelhas e patos não foram criados à semelhança de Deus, mas você foi. Pode escolher entre o certo e o errado. Tem uma consciência, que os animais não têm. Pode conversar com Deus. Pode orar a Deus. Animais não podem fazer isso. Na verdade, a Bíblia diz no Salmo 8:5, “Tu o fizeste um pouco menor do que os seres celestiais e o coroaste de glória e de honra.”

Deus planejou a sua vida antes de você nascer. Deus diz a Jeremias: “Antes de formá-lo no ventre eu o escolhi; antes de você nascer, eu o separei e o designei profeta às nações”.[9] Antes de você respirar pela primeira vez, Deus já tinha um desígnio para a sua vida. Ele pensou em você antes dos seus pais o conceberem. Deus disse: “Eu vou usar estes pais. Vou usá-los porque quero abençoar o mundo por meio desta vida.”

Deus o criou para o Seu deleite. Apocalipse 4:11 diz: “Tu, Senhor e Deus nosso, criaste todas as coisas, e por tua vontade elas existem e foram criadas”. Observe o universo. Deus criou tudo que você vê para Seu deleite. Agora olhe-se no espelho. Deus o criou para desfrutar de você. Por isso você foi criado.

Você não nasceu por acaso. Tem um grande valor, porque foi designado para ser a imagem de Deus. Ele planejou a sua vida antes de você nascer, e para o Seu deleite foi criado.—Rick Warren[10]

*

Sabe quem são as pessoas mais felizes? Aquelas que se aceitam como Deus as criou, que aprendem a ser felizes com o que possuem e não se preocupam muito com a opinião alheia. Tentar viver à altura da expectativa dos outros é uma carga muito pesada. Mas a humildade nos dá Liberdade.

Se formos sinceros, admitiremos que sempre admiramos as pessoas que têm coragem de serem elas próprias, em vez de se esforçarem para ser algo que não são e impressionar os outros. Logicamente, e lamentavelmente, aqueles que tomam essa decisão e assumem essa postura, muitas vezes se veem sozinhos e isolados.

Quando eu era jovem, não gostava da minha aparência. Achava o meu nariz muito grande, me achava magricela e feio. Eu tinha complexo de inferioridade por causa disso, e levei bastante tempo para superar. Em parte essa atitude era fruto do meu orgulho, e também de ficar me comparando com outros. Conforme fui ficando mais velho, entendi que nada disso importa. Entendi que o Senhor me criou como desejava que eu fosse, e assim o fez porque me amava.

Ele ama você da maneira que o criou, e o considera lindo. Todos nós somos especiais e ímpares. Para Deus ninguém é feio, não importa a sua aparência.

O seu relacionamento com o Senhor é determinante para sua autoestima. Quanto mais se aproximar dEle, quanto mais viver em paz com Jesus, mais satisfeito, feliz e em paz você se sentirá consigo mesmo, e mais tranquilo ficará. Se viver em comunhão com o Senhor, você se achará lindo, por causa do Seu amor e luz que brilham em você.

Eu sugiro que pare um momento e deixe o Senhor lhe dizer o que pensa a seu respeito. Ou peça para alguém orar e perguntar a Ele o que Ele pensa de você, definir suas belezas interiores, seus pontos fortes, e os dons e habilidades que Ele quer revelar na sua vida e que você reflita para outros. Deixe-se animar pelo Senhor, e verá que é possível ser bastante feliz como a Sua criação singular.—David Brandt Berg

*

Seja aquilo que Deus o criou para ser e você incendiará o mundo.—Catherine of Siena

Publicado no Âncora em agosto de 2016.

[1] Ttelos (do grego τέλος significa “fim,” “propósito”, ou “desígnio”) é o fim ou propósito para algo.
[3] RC.
[4] Efésios 2:10.
[6] NVI.
[7] NVI.
[8] Salmo 139:13, 16 NVI.
[9] Jeremias 1:5.

Monday, September 19, 2016

A Unção

Palavras de Jesus
[His Anointing]http://anchor.tfionline.com/pt/post/uncao/

“Mas vocês têm uma unção que procede do Santo, e todos vocês têm conhecimento.”—1 João 2:20[1]

Eu tenho um manto para você e o estou colocando nos seus ombros. É a Minha unção. É a presença do Meu Espírito em você. É a força e o encorajamento que precisa. Este manto está ao dispor de todos aqueles que Me amam e Me servem, mas cada um é diferente, pois precisa servir direitinho aquele que o veste. Cada um é de uma cor, tamanho e feitio diferente, e este foi feito sob medida para você!

Eu visto todos os Meus servos — não para cobrir, mas para realçar. Você tem o manto do Meu poder, do Meu amor e da Minha sabedoria, o manto da verdade. Não se esqueça que você o usa e que tem acesso a ele. É um símbolo da Minha presença, e uma grande honra.

Eu escolhi você e o ungi porque Me escolheu. E determinei que vá e dê muito fruto. Sei que dará muito fruto que permanecerá, então não duvide. Porque você é digno e dei a Minha vida por você. Paguei o preço. O seu resgate foi pago.

Eu amo você, e sei que Me serve por que Me ama. O que pode separá-lo deste amor? Nada. Até quando sentir-se tentado ou tropeçar e cair, sempre encontrará o Meu escape, e o Meu manto o protegerá e guiará.

Força no sossego

“Diz o Soberano Senhor, o Santo de Israel: ‘No arrependimento e no descanso está a salvação de vocês, na quietude e na confiança está o seu vigor.’”—Isaías 30:15[2]

Você só pode receber o poder total, o amor e a sabedoria totais que precisa se tomar tempo em sossego, se Me buscar e Me louvar. Há tanto o que fazer, e é uma tentação constante se apressar para fazer as coisas avançarem e realizar o que precisa. Mas digo-lhe, no sossego e na confiança estará a sua força. Pois é no sossego que vai ouvir a mansa e delicada voz de Deus lhe dizendo: “Este é o caminho, ande nele”.

Grande força, sabedoria e amor podem ser encontrados no sossego e na Minha paz que sobrepassa todo o entendimento. Se pudesse ver os dons espirituais que lhe tenho reservado e a força com a qual posso revesti-lo! Se visse de uma forma tangível as respostas que tenho para você e a unção do Meu Espírito sobre você, entenderia melhor e não deixaria de parar, olhar, escutar, e ser guiado pela Minha voz mansa e suave.

Mas muitas vezes você não percebe essas coisas, apenas que são muitos os afazeres. Mas Eu lhe disse para trabalhar para entrar no Meu descanso, e então o fortalecerei, ungirei, capacitarei e guiarei.

É nessas ocasiões que o instruo e guio. Nesses momentos de sossego você tem acesso à sabedoria que lhe está disponível por meio da Minha Palavra. Por isso não deixe de vir a Mim em sossego, e então receber tudo que preparei para você. A sua vida e relacionamentos, o seu trabalho e ministério fluirão com muito mais tranquilidade! Posso ungi-lo pelo Meu Espírito com a sabedoria que busca e a força que precisa.


Unção de maior fé

“Por meio dele vocês creem em Deus, que o ressuscitou dentre os mortos e o glorificou, de modo que a fé e a esperança de vocês estão em Deus.”—1 Pedro 1:21[3]

Eu o honro com a soberana vocação do discipulado. Eu o honro com a bênção de ter uma forte fé em Mim. Essa forte fé que lhe dou é do tipo que confia quando é difícil confiar, que continua acreditando quando tudo parece dar errado. Fé que confia no meio da adversidade. Fé que confia frente à oposição. Fé que confia mesmo quando seu coração está ferido e sente o ânimo desfalecer. Fé que confia quando não consegue entender e não sente. Fé que acredita e tem esperança além do desencorajamento. Fé que é firme e sólida e não será abalada pela dúvida. Fé que espera e acredita em Mim. Fé que fica firme na Minha Palavra, persevera e tudo suporta, sabendo que Eu não posso falhar e não falharei.

Esse dom de fé é o tipo que removerá montanhas, que ficará em pé quando tudo ruir, que mudará o mundo e conquistará a mente e o coração dos homens. Essa unção de fé que lhe dou é a vitória que conquistará o mundo.

Não tenha medo deste período de remodelamento, de formação através das batalhas que têm lhe sobrevindo, pois através delas posso lhe dar o dom de uma grande fé. Esta grande fé é obra da Minha mão, é a dádiva que lhe concedo. Vem do alto quando simplesmente confia independentemente das circunstâncias.

Estou agindo e habitarei em você conforme continuar a sua caminhada e simplesmente confiar. Anime-se, pois Me conhecerá como nunca Me conheceu. Descanse. Fique tranquilo. Estou próximo! Olho não viu nem ouvido ouviu as coisas que preparei para você que aceita este dom de forte fé que dou livremente a todos que pedem.


Estabelecendo a conexão

“Pois todos os animais da floresta são meus, como são as cabeças de gado aos milhares nas colinas… Conheço todas as aves dos montes, e cuido das criaturas do campo. O mundo é meu, e tudo o que nele existe. Ofereça a Deus em sacrifício a sua gratidão, cumpra os seus votos para com o Altíssimo, e clame a mim no dia da angústia; eu o livrarei, e você me honrará.”—Salmo 50:10–12, 14–15[4]

Eu sou o Senhor do Universo. Todas as riquezas e abundância pertencem a Mim. Tenho disponível tudo o que poderá pedir, buscar ou lutar para conseguir.

Estou disposto e tenho condições de abençoá-lo conforme a sua necessidade. Mas só posso abençoá-lo plenamente e suprir quando deposita a Sua confiança em Mim e tem fé na Minha vontade e no Meu plano para a sua vida. Faça a sua parte confiando plenamente em Mim e jamais deixarei de o guiar e proteger. Eu lhe darei perseverança e forças para superar tudo na jornada da sua vida.

Seja como Maria, cuja alegria era sentar-se aos Meus pés, ouvir as Minhas Palavras e passar tempo Comigo. Então encontrará forças para realizar o seu trabalho, e será abençoado. Colherá dividendos de fé e paz que o fortalecerão para seguir o caminho da Minha vontade.

O segredo é passar tempo Comigo — tempo na Palavra, para ser fortalecido, renovar a sua fé, e estabelecer a sua conexão e ligação Comigo. Esse é o segredo do sucesso.

Publicado no Âncora em agosto de 2016.

[1] NVI.
[2] NVI.
[3] NVI.
[4] NVI.

Positively Grateful

By Curtis Peter van Gorder
http://anchor.tfionline.com/post/positively-grateful/

I recently read a fascinating book that I stumbled upon in a used bookstore. I love the way that some books seem to call out, “Read me!” The Secret Life of Water by Masaru Emoto did just that. It got me thinking just how wonderful this vital life-giving element is.

His premise is that water reflects the positive or negative force that it comes in contact with. He exposed distilled water to either positive or negative influences with speech, music, photographs, and writing. He then froze the water and photographed the crystals. The photographs in his book suggest that positive influences such as prayers, uplifting music, and positive speech caused the water to form beautiful crystals, while negative influences caused the water to not crystallize at all or form ugly formations.

Far-fetched? Perhaps, but his ideas may have caused many to question what kind of energy vibes they are generating to others.

Having lived in 14 countries over a 45-year period, I have learned the value of being positively grateful. When people have asked me which country I liked the best, I’ve had to tell them that it is the country I was living in at that moment. Each country has its own blessings and challenges, so I found that it was necessary to really appreciate the good things of the land where I resided in order to more fully enjoy the experience that life was throwing my way at that point in time.

One useful survival skill I picked up while living in the Middle East was being thankful for all that happens to me. It is reflected in the language of the people of this region when they consistently thank God for what is happening to them at that moment—whether it is an obvious blessing or a blessing in disguise in the form of heartbreak and disappointment.

An example of this is a story our theater group often performed, from the famous storyteller of the region, Juha.

Juha relates how one day despite the difficulties of his donkey dying, an extended drought, and rising prices at the market, he determined to thank God no matter what. The test soon came, as he was hoeing in his garden and a thorn came up through his shoe. After hopping around on one foot as he cried out in pain, he remembered. “Thank you, God, that these are my old shoes and not my new ones that were ruined.”

As he continued hoeing his garden, a sandstorm arose and knocked him flat. After it subsided, he thought, “I thank God it is usually fine weather. Sandstorms are very rare!”

Before resuming his hoeing, he put down his money purse, which contained the coins he had been saving to buy a new donkey. A thief who was passing by stole the purse, and despite a fervent chase, Juha was not able to catch him. Panting heavily, he asked himself, “What can I be grateful for now?” He had no answer, and so went back to hoeing.

Soon a sailor approached him and told him, “I used to be your student until I joined a ship crew. When we were in dire danger with huge waves threatening to sink our ship, I remembered that you taught us to give thanks in any situation. I did, and I am truly thankful that my life was spared. I now want to give you a gift as a small token of my gratitude.”

Opening the gift, Juha found that it contained the exact amount that had been stolen. “I lose money in one hour and gain it back the same day! How marvelous! God is good!”

After hoeing some more, Juha was now very tired. He rested under a large oak tree. Before drifting off to sleep he noticed a watermelon patch and mused, “I wonder why the large melons grow on such small vines while the mighty oaks have small acorns growing on them. Shouldn’t it be the other way around? Large fruit, large tree; small nut, small vine…” His thoughts were interrupted by an acorn that hit him on the head. He suddenly understood! “I thank you, God, that you are so much wiser than me. If watermelons were growing on large trees, I would be dead now from one falling on my head.”

At the end of the day, he had a lot to be thankful for.

When I was living in Jordan, I had the opportunity to apply this principle in my own life when I was hospitalized for ten days with a life-threatening illness. It was a very positive, special time with lots of moments for reflection. It was like I was lifted up by the arms of God and brought to a quiet garden to meditate on my life. I have been very fortunate to have had good health for most of my life, so this situation was unique.

I am usually work-oriented, so to slow down and concentrate on surviving was a new experience for me, and certainly gave me a new perspective on the blessing of health. I made a resolution that when I got better I would try to give my body some cooperation by living a healthier lifestyle in my eating and exercising habits. Tottering with one toe over the chasm between life and death made me realize what really matters—loving God and others. This was nothing I didn’t already know, but there is a big difference between knowing something and making it a big part of your life.

I have tried to pass this gratitude attitude on to my children and grandchildren by playing a little game at dinner that I picked up from Michelle Obama called “roses and thorns.” Each person relates something good that happened to them that day—a rose—and a difficult, unpleasant, or challenging experience—a thorn. I found that this game sparked table conversation much more than merely asking, “How was your day?” and getting a one-word answer of “okay” or “fine.”

I believe that being grateful does not mean that we just ignore our troubles. King David of old cried out to the Lord, as recorded in the book of Psalms, asking: “My God, why are You so far from saving me, so far from the words of my groaning?”1 Despite David’s lament, you will read later in the same Psalm that David ends his heartcry on a positive note: “For He has not despised or disdained the suffering of the afflicted one; He has not hidden His face from him but has listened to his cry for help. The poor will eat and be satisfied; they who seek the Lord will praise Him—may your hearts live forever! All the ends of the earth will remember and turn to the Lord.”2 David overcame his discouragement by praising God in spite of how he felt.

Thank You, Lord, for all You do. The things I don’t understand, I wrap up in a bundle of faith and give to You to reveal to me in Your good time. I love You for Your goodness, even when I don’t understand, for You are the Most High. I will praise You, for truly You do all things well!

1 Psalm 22:1 NIV.
2 Psalm 22:24, 26–27 NIV.

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