Does your faith need strengthening? Are you confused and wondering if Jesus Christ is really "The Way, the Truth, and the Life?" "Fight for Your Faith" is a blog filled with interesting and thought provoking articles to help you find the answers you are seeking. Jesus said, "Seek and ye shall find." In Jeremiah we read, "Ye shall seek Me, and find Me, when ye shall seek for Me with all your heart." These articles and videos will help you in your search for the Truth.

Monday, August 23, 2021

O Retorno do Rei

 

Compilação

J.R.R. Tolkien na sua fantasia épica, O Senhor dos Anéis, nos transporta à Terra Média, onde as forças malignas de Sauron, Senhor de Mordor, trouxeram grande escuridão por toda a terra. Tem sido muito debatido se O Senhor dos Anéis não foi escrito como uma alegoria. O próprio Tolkien declarou que “não gosta de alegorias e todas as suas manifestações”. Um tempo depois, porém, Tolkien escreveu: “É claro que Alegoria e História convergem, encontrando-se em algum lugar na Verdade”.

Profetas e videntes ao longo dos tempos predisseram um fim cataclísmico do mundo, não muito diferente do descrito por Tolkien. Nostradamus escreveu em suas quadras sobre um “anticristo” final e de uma grande guerra sangrenta e ardente: “Pelo fogo, ele destruirá a cidade deles. Um coração frio e cruel. Sangue derramará. Misericórdia para com ninguém.” Os profetas Isaías e Daniel predisseram na Bíblia que no tempo do fim “e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo”; e "as trevas cobrirão a terra, e a escuridão os povos.” Jesus também advertiu Seus discípulos de que nos últimos dias "se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores.”[1]

“Um Anel para governar a todos, Um Anel para encontrá-los, Um Anel para todos trazer e na escuridão aprisioná-los, na Terra de Mordor onde as Sombras se deitam.”—J.R.R. Tolkien

No livro do Apocalipse, o profeta João visualizou uma criatura que se elevava das profundezas, um monstro que deriva seu poder de um dragão representante dos poderes das trevas. “E vi subir do mar uma besta … e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio.” De acordo com inúmeras profecias bíblicas, esta besta é personificada em uma poderosa figura política que unirá o globo em um governo mundial e exigirá a lealdade de todas as nações. “E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela?’ ... E deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.”[2]

“Gostaria que isso não tivesse acontecido na minha época”, disse Frodo. “Eu também”, disse Gandalf. “Como todos os que vivem nestes tempos. Mas a decisão não é nossa. Tudo o que temos de decidir é o que fazer com o tempo que nos é dado.” —J.R.R. Tolkien

Apesar de O Senhor dos Anéis descrever um mal impensável, a mensagem subjacente é que há sempre esperança diante de uma grande escuridão. Quando perguntaram sobre os esforços de Frodo para lutar e destruir o anel, Tolkien disse: “Parece mais uma alegoria da raça humana. Sempre me impressionou que estamos aqui sobrevivendo por causa da coragem indomável de pessoas bastante insignificantes face a impossibilidades.” Com tanta escuridão, podemos ser tentados a nos perguntar para que serve um pouco de luz, um pouco de bem, um pouco de amor.

Esta mensagem de esperança para os mansos, os fracos, os impotentes e os oprimidos, que é central em O Senhor dos Anéis, foi proclamada por Jesus quando Ele disse, “Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra. Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.”[3] Jesus não nasceu no poder, mas na mansidão. Sua vida começou em um humilde estábulo; seu pai era um simples carpinteiro, e Seus discípulos eram pescadores iletrados. Ele foi desprezado e perseguido pelos líderes religiosos da época, que finalmente ordenaram a Sua crucificação para impedir a disseminação de Seu evangelho que ameaçava derrubar a instituição religiosa deles.

A mensagem radical de Jesus que levou tamanho medo aos corações dos poderes e governantes da Sua época era a mensagem de verdade e amor—o amor de Deus e o amor ao semelhante—a maior força no universo, que por vim irá aniquilar todo o mal. A rejeição a Deus e às Suas leis amorosas por parte dos homens causou a falta de humanidade no ser humano, coisa tão aparente no mundo hoje com toda a opressão, doenças mentais, vícios, exploração e guerras.

“Realmente, o mundo está cheio de perigos, mas ainda há muita coisa bonita, e embora atualmente o amor e a tristeza estejam misturados em todas as terras, talvez o primeiro ainda cresça com mais força. Há entre nós alguns que cantam que a Sombra voltará e a paz virá novamente.”—J.R.R. Tolkien

Quando Jesus foi cruelmente crucificado, parecia que as luzes haviam se apagado no mundo e que Sua mensagem fora extinta. Mas três dias após a morte, Ele ressuscitou. Antes de ascender ao céu, Ele prometeu a Seus discípulos que Seu Espírito viveria neles enquanto espalhassem a luz de Sua verdade e amor aos outros. Ele também disse que um dia voltaria para conquistar o mal, o ódio e todas as obras perversas do Senhor das Trevas e estabelecer o reino de amor de Deus na Terra. “Amém. Vem, Senhor Jesus!”[4]

Quando Jesus vai retornar?

Mateus capítulo 24 fala da Segunda Vinda de Jesus, quando Ele voltará para reunir todos que O receberam como Salvador e levá-los para o Céu, para junto de Si—um evento comumente chamado de “Arrebatamento”. Durante quase 1.800 anos, praticamente todos os cristãos acreditaram que Jesus voltaria após o período a que Ele Se refere como “a Grande Tribulação, três anos e meio de intensa perseguição”.

Somente nos últimos séculos é que interpretações como a de C. I. Scofield (1843-1921) surgiram com a falsa doutrina de que Jesus viria antes da Tribulação. Esta interpretação dá a seguinte ideia: “Não se preocupe, Jesus virá e o levará embora deste mundo antes que a tribulação venha, para que você não tenha que sofrer.” Mas o que diz a Bíblia?

Em Mateus 24, quando os discípulos de Jesus Lhe perguntam qual será o sinal da Sua vinda, Jesus responde não com um, mas com uma série de sinais—guerras, fome, pestes, terremotos, perseguição aos cristãos, proliferação de falsos profetas, desrespeito à lei, falta de amor generalizada, e o evangelho sendo pregado em todas as nações. “E então,” diz Ele, “virá o fim.”[5]

Começando com o próximo versículo, Jesus nos diz o que podemos esperar durante a Grande Tribulação—os últimos três anos e meio antes do Seu retorno, que é também a última metade do reinado do Anticristo. Jesus também nos diz qual sinal específico devemos observar, para sabermos exatamente quando esse período está começando:

“Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo ... haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver.”[6]

Vemos no livro do Apocalipse que essa “abominação da desolação” é uma imagem do Anticristo, ou a Besta.[7] Tanto Daniel como o Apocalipse nos dizem que esta imagem será posta no lugar santo exatamente no meio do reinado de sete anos do Anticristo.[8]

Quando Jesus vai voltar? “Imediatamente após a tribulação daqueles dias” Jesus retornará.[9] Jesus não diz que quando virmos a abominação da desolação no lugar santo Ele então vai voltar para arrebatar os Seus seguidores para livrá-los do Anticristo e de todas as dificuldades por vir. Ele adverte os Seus seguidores para “fugir para os montes” e se prepararem para o tempo de grande tribulação.[10] Em outras palavras, os Seus seguidores ainda estarão aqui.

Por que o Senhor e os profetas se deram todo o trabalho de registrar exatamente quanto tempo a Grande Tribulação duraria—o tempo exato em termos de dias, meses e anos—se os Seus seguidores não precisariam saber essas coisas, se não estariam aqui, contando os dias e as semanas?[11] Jesus foi específico porque Ele quer que aqueles de nós “que estivermos vivos” durante esse tempo[12], possamos nos encorajar sabendo que a Tribulação não vai durar para sempre, e que cada dia que passa está trazendo o glorioso fim mais próximo.

Jesus nos adverte para não esperá-lO antes do que foi previsto. Ele também nos adverte para não sermos enganados por falsos profetas que tentarão nos dizer que a vinda de Cristo é iminente ou que Ele já está aqui em algum lugar.[13] Ele diz para não acreditarmos neles, porque quando Ele vier, nós saberemos!

Algumas pessoas que ensinam um Arrebatamento pré-tribulação até mesmo afirmam que será um Arrebatamento secreto, e que ninguém verá, exceto os salvos. Entretanto, a Palavra de Deus diz que o Senhor “virá nas nuvens do céu com poder e grande glória”. O céu se iluminará de uma ponta a outra, e haverá tais sinais nos céus que não poderíamos confundir o fato de que Jesus está vindo. Na verdade, ele diz que “todo olho O verá”.[14] Todos saberão que Jesus voltou!

Quando Ele voltar, todos verão os que morreram em Cristo—os salvos que já morreram—ressuscitarem e irem ao Seu encontro nos ares. Também ouvirão Jesus, porque “com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá do céu”.[15] Será o maior espetáculo que o mundo já viu!

Depois que os mortos ressuscitam para se encontrarem com o Senhor, “nós, os que estivermos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares”.[16] E assim estaremos com o Senhor para sempre.

Compilado do material da Contato. Adaptado e republicado em agosto de 2021.

https://anchor.tfionline.com/pt/post/o-retorno-do-rei/


[1] Mateus 24:7–8 ESV.

[2] Apocalipse 13:1–4, 7 ESV.

[3] Mateus 5:5, 9 KJV.

[4] Apocalipse 22:20 NVI.

[5] Mateus 24:4–14.

[6] Mateus 24:15, 21.

[7] Apocalipse 13:14–15.

[8] Daniel 9:27; Mateus 24:15–21; Apocalipse 13:5.

[9] Mateus 24:29 NVI.

[10] Mateus 24:16–22.

[11] Daniel 7:25; Apocalipse 12:6, 13:5.

[12] 1 Tessalonicenses 4:17.

[13] Mateus 24:23–26.

[14] Apocalipse 1:7.

[15] Mateus 24:27, 30; Atos 1:9–11; 1 Tessalonicenses 4:16 NVI; Apocalipse 1:7.

[16] 1 Tessalonicenses 4:17 NVI.

 

"O coração não pode se alegrar com o que a mente rejeita como falso."

Dennis Edwards

C.S. Lewis (foto acima) disse: "O coração não pode se alegrar com o que a mente rejeita como falso." O discípulo Tomé não pôde aceitar a ressurreição de Cristo porque estava fora de sua experiência pessoal e contrária aos limites normais da razão. Ele achava que seus amigos estavam delirando. Mas Cristo deu-lhe a prova de que precisava com uma aparência física. A resposta de Tomé foi pura e simples quando ele caiu aos pés de Jesus implorando: "Meu Senhor e meu Deus". [1] Hoje usamos a frase "Tomé duvidoso" para caracterizar alguém propenso a duvidar. Mesmo assim, depois dessa experiência, Thomas nunca mais duvidou do messianismo de Cristo e foi discípulo na Índia, onde encontrou uma morte cruel por causa de sua fé.

Se o seu raciocínio tem tido dúvidas sobre o messianismo de Jesus, busque-o desesperadamente e ele promete se revelar a você. "Aproximem-se de Deus e Ele se aproximará de vocês." [2] "Vós me buscareis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração!" [3] "Pedi e recebereis, buscai e achará, baterá e ser-lhe-á aberto. "[4] Deus o ama e quer revelar-se a você, mas deixa muito por sua conta.

                                                                          Deus te ama!

Blaise Pascal teve um pensamento semelhante ao de Lewis. Ele escreveu: "Desejando aparecer àqueles que O buscam de todo o coração, e esconder-se daqueles que fogem Dele de todo o coração. Deus regula de tal maneira o conhecimento de Si mesmo que deu indicações de Si mesmo, que são visíveis para aqueles que O buscam e não para aqueles que não O buscam. Há luz suficiente para aqueles que só desejam ver, e bastante obscuridade para aqueles que têm uma disposição contrária."
"O coração tem razões que a razão desconhece."

Pascal está dizendo que Deus se revelará àqueles que O buscam e ficará escondido daqueles que não O buscam ou fogem Dele.
"Na fé, há luz suficiente para aqueles que querem acreditar e sombras suficientes para cegar aqueles que não querem."

Em uma linha de pensamento semelhante, o apóstolo Paulo também disse que Deus não estaria longe de nós se apenas o buscássemos. Em um discurso aos sábios atenienses, ele disse:
“O Deus que fez o mundo e tudo que há nele é o Senhor do céu e da terra e não mora em templos construídos por mãos humanas. E ele não é servido por mãos humanas, como se precisasse de alguma coisa. Em vez disso, ele mesmo dá a todos vida e fôlego e tudo mais. De um só homem fez todas as nações, para que habitassem toda a terra; e ele marcou seus tempos designados na história e os limites de suas terras. Deus fez isso para que eles o buscassem e talvez o procurassem e o encontrassem, embora ele não esteja longe de qualquer um de nós. ‘Pois nele vivemos, nos movemos e temos nosso ser.’ Como alguns de seus próprios poetas disseram, ‘Somos seus descendentes’.[5]
"Ele não está longe de cada um de nós; pois nele vivemos, nos movemos e existimos." Atos 17: 27-28

 O apóstolo Paulo está dizendo que Deus não está longe de nenhum de nós se apenas o buscarmos.

No entanto, mais tarde em sua carta aos novos discípulos em Corinto, Paulo usou uma linguagem um pouco mais forte. Ao discutir a escolha que fazemos quando optamos por não acreditar. Paulo diz que o Diabo cegou a mente daqueles que não querem crer e, portanto, o glorioso evangelho de Cristo não os ilumina. [6] Eles escolheram as trevas em vez da luz, eles escolheram andar nas trevas separados de Deus. Jesus disse a mesma coisa sobre o incrédulo.
"Nos quas o deus deste século cegou os entendimentos dos que não creem, para que lhes não respandeça a luz do evangelho da gloria de Cristo, que é a imagem de Deus." 2 Coríntos 4:4

"E esta é a condenação, que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque suas obras eram más."[7] "Eu sou a luz do mundo: aquele que me segue não andará trevas, mas terá a luz da vida."[8]

"Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo da escuridão; a verdadeira tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz." Platão

Ao esclarecer o que Jesus queria dizer, Paulo, em sua carta aos novos discípulos em Roma, escreve que todos os homens realmente conhecem a verdade, porque é óbvio para todos através da criação de Deus que vemos ao nosso redor. Mas os homens ímpios suprimem a verdade, a revelação de Deus por meio de Sua criação, porque desejam liberdade para agir e se comportar como quiserem. Paulo diz,

Deus existe. A prova está em Sua criação. "Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o Seu eterno poder, como a Sua divindade, se entendem, e claramente se veem, pleas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inexcuáveis." Romanos 1:20

"A ira de Deus está sendo revelada do céu contra toda a impiedade e maldade das pessoas, que suprimem a verdade por sua maldade, visto que o que pode ser conhecido sobre Deus é claro para eles, porque Deus tornou isso claro para eles. Pois desde então a criação do mundo As qualidades invisíveis de Deus - seu poder eterno e natureza divina - foram claramente vistas, sendo compreendidas pelo que foi feito, de modo que as pessoas não têm desculpa. Pois embora conhecessem a Deus, nem o glorificaram como Deus, nem o deram graças a ele, mas seu pensamento tornou-se fútil e seus corações tolos escureceram. "[9]

                                         Os homens odeiam a Deus e suprimem a verdade.

Mais uma vez, vemos que a mente do homem fica obscurecida porque ele não quer a verdade. Paul continua,

Verdade é verdade mesmo que ninguém acredite nela; e uma mentira é uma mentira, mesmo que todos acreditem.

“Portanto, Deus os entregou nos desejos pecaminosos de seus corações à impureza sexual para a degradação de seus corpos uns com os outros. Eles trocaram a verdade sobre Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas criadas em vez do Criador - que é eternamente louvado. Amém. Além disso, assim como eles não achavam que valia a pena reter o conhecimento de Deus, Deus os entregou a uma mente depravada, para que fizessem o que não deveria ser feito. Eles se tornaram cheios de todo tipo de maldade, maldade, ganância e depravação. Eles estão cheios de inveja, assassinato, contenda, engano e malícia. Eles são fofoqueiros, caluniadores, odiadores de Deus, insolentes, arrogantes e orgulhosos; eles inventam maneiras de fazer o mal; eles desobedecem a seus pais; eles não têm compreensão, fidelidade, amor, misericórdia. Embora eles conheçam o decreto justo de Deus de que aqueles que fazem tais coisas merecem a morte, eles não apenas continuam a fazer essas mesmas coisas, mas também aprovam aqueles que as praticam.”[10]

Não apenas grande parte do mundo não está se regozijando em Deus, mas estão sendo afetados por aqueles que estão em rebelião a Deus. A aceitação do aborto, do casamento gay, da mudança de gênero para as crianças e outras crenças invadiram a cultura mundial, embora muitas pessoas se oponham naturalmente a esses pontos de vista. Mas esses são os pontos de vista defendidos em nossas universidades eruditas e nações "iluminadas".
Nossos corpos, nosso direito de decidir! - Não há espaço para política no meu útero!

O apóstolo Pedro também ponderou sobre a questão daqueles que não querem aceitar a prova do Deus invisível visto através de sua criação visível. No segundo espistle de Pedro, lemos, "Sabendo primeiro isto: que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências, E dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque, desde que os pais morreram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.Eles volunàriamente ignoram isto: que, pela palavra de Deus, já desde a antiguidade existiram os céus e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste, Pelas quais coisas pereceu o mundo de então, coberto com as águas do dilúvio."[11]

        Onde está a promessa de Sua vinda? - Ninguém é tão cego quanto os que não querem ver.

Pedro está dizendo que os incrédulos zombarão da "promessa da Sua vinda" ou, em outras palavras, da verdade da profecia bíblica. Eles também resultarão em acreditar na ideia de uniformidade, que a maneira como vemos as coisas hoje, é geralmente a maneira como eram no passado e têm sido por milhões de anos. Eles acreditam que as forças naturais que vemos hoje mudando o meio ambiente, suas taxas e métodos, têm sido geralmente as mesmas desde o início dos tempos. O reconhecimento do dilúvio universal, para o incrédulo, não faz parte da história real. É uma fábula. Vemos que o escarnecedor rejeitou tanto Deus como Criador, quanto o dilúvio, ou Deus como juiz.

O apóstolo Pedro predisse que no futuro, nos últimos dias, os homens se recusarão voluntariamente a acreditar que Deus criou o mundo e que Deus julgou o mundo na época do Dilúvio de Noé. Na tradução acima está escrito "eles se esquecem deliberadamente". Em outra tradução, diz que os homens eram "voluntariamente ignorantes" ou, em outras palavras, ignorantes de propósito, ou como disse o apóstolo Paulo em Romanos, "eles não gostavam de manter o conhecimento de Deus".
"Nada" evoluiu tudo a partir do nada, contradiz estas leis comprovadas da ciência: a lei comprovada de causa e efeito; a lei comprovada da conservação de energia / massa; a lei comprovada do aumento da entropia; a lei comprovada da informação universal; a lei comprovada da biogênese.

Grande parte da comunidade científica de hoje seguiu o raciocínio naturalista do escarnecedor. Quando eles investigam e fazem pesquisas, eles voluntariamente ignoram a crença em Deus, que Deus criou o universo, que Deus criou a vida e que há 3.500 anos um dilúvio mundial destruiu a civilização pré-diluviana. Grande parte da ciência rejeita a evidência física que é melhor explicada por um Deus sobrenatural e zomba de seus colegas criacionistas. Vemos hoje cientistas, pensadores, figuras públicas que "fogem dEle de todo o coração" e são "voluntariamente ignorantes", mas outros que "O buscam de todo o coração" chegando a conclusões totalmente diferentes.

                                                                   Ficar com Deus

Mas graças a Deus, nós que cremos podemos nos alegrar em Sua criação e Sua vinda prometida, e Sua palavra de profecia que nos dá fé e esperança. Nossas mentes não rejeitam a verdade e, portanto, nosso coração se alegra. “Este é o dia que o Senhor fez; nós nos regozijaremos e nos alegraremos nisso ”[12]

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Notas:

[1] João 21:28

[2] Tiago 4: 8

[3] Jeremias 29:13

[4] Atos 7: 7

[5] Atos 17: 24-28

[6] 2 Coríntios 4: 4

[7] João 3:19

[8] João 8:12

[9] Romanos 1: 18-21 NIV

[10] Romanos 1: 24-25, 28-32 NVI

[11] 2 Pedro 3: 3-6 NIV

[12] Salmo 119: 24

Sunday, August 22, 2021

August 22 - The Person of Christ!

 

This Jesus of Narazeth, without money and arms, conquered more millions than Alexander, Ceasar, Mohammed, and Napoleon; without science and learning. He shed more light on things human and divine than all philosophers and scholars combined; without the eloquence of schools. He spoke such words of life as were never spoken before or since, and produced effects which lie beyond the reach of orator or poet; without writing a single line, He set more pens in motion, and furnished themes for more sermons, orations, discussions, learned volumes, works of art, and songs of praise than the whole army of great men of ancient and modern times. – Philip Schaff (1819-1893)  The Person of Christ

Saturday, August 21, 2021

Friday, August 20, 2021

Thursday, August 19, 2021

Professor granted vaccine exemption after ‘natural immunity’ lawsuit

 George Mason University requires students to be vaccinated by August 1 and faculty and staff by August 15. Those who do not comply must show a medical or religious exemption.

Featured Image
 John M. Chase/Shutterstock

LifeSiteNews has produced an extensive COVID-19 vaccines resources page. View it here. 

This story was originally published by the WND News Center

(WND News Center) – After filing a lawsuit arguing he obtained “natural immunity” from COVID-19 after being infected with the novel coronavirus, George Mason University granted a professor a medical exemption from its COVID-19 vaccine mandate.

Lawyers for Todd Zywicki, a law professor at the Fairfax, Virginia, university, announced the agreement Tuesday, the Washington Post reported.

“I am gratified that George Mason has given me a medical exemption to allow me to fulfill my duties this fall semester in light of unprecedented circumstances,” Zywicki said.

“I speak for tens of millions of Americans in the same circumstances I am in, and I call on leaders across the country to develop humane and science-based approaches as opposed to one-size-fits-all policies.”

Zywicki filed affidavits from his doctor stating he has natural immunity from the virus after having fully recovered from COVID-19. The lawsuit argued there is substantial scientific evidence indicating natural immunity from the virus is stronger than immunity through various vaccines.

A spokesman for George Mason University declined comment on any medical accommodation, citing “state policy regarding personnel information and confidentiality of health information.”

But no accommodation will be given based on natural immunity to COVID, the spokesman said, arguing it conflicts with CDC guidance.

“His litigation had no impact on the consideration of his request for a medical exemption from the vaccination requirement,” the spokesman said. “Mason encourages everyone, including those who previously had COVID-19, to get vaccinated, and will continue to take the steps necessary to protect the Mason community from COVID.”

‘Robust and durable protection’

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