Does your faith need strengthening? Are you confused and wondering if Jesus Christ is really "The Way, the Truth, and the Life?" "Fight for Your Faith" is a blog filled with interesting and thought provoking articles to help you find the answers you are seeking. Jesus said, "Seek and ye shall find." In Jeremiah we read, "Ye shall seek Me, and find Me, when ye shall seek for Me with all your heart." These articles and videos will help you in your search for the Truth.

Wednesday, January 20, 2016

All 5 Bright Planets To Be Visible From Earth At The Same Time

Lee Moran, Huffington Post, Jan. 17, 2016

The solar system is all set to give a rare celestial show.

Mercury, Venus, Saturn, Mars and Jupiter will all be visible from Earth when they appear in a diagonal row before dawn on Wednesday, Jan. 20.

It’s the first time the five bright planets, so called as they can usually be seen easily with the naked eye, have aligned in such a way in more than 10 years, reports EarthSky.org.

The phenomenon will continue every early morning until Feb. 20.

“Essentially a quirk of the universe,” Dr. Alan Duffy, a research fellow at Swinburne University in Melbourne, Australia, told Australian Geographic about the formation. And with the five planets on different yearly cycles, he added their alignment was “something well worth seeing.”

Jupiter will rise first, followed by the red-tinted Mars, golden-looking Saturn, brightest planet Venus and lastly Mercury. Exact timings will vary each day and depend on where you are located.

But don’t panic, there are a host of stargazing apps to help you figure out exactly where to look and which planet is which. Just hope it’s not cloudy.

The waning moon will also sweep past the planets from Jan. 27 to Feb. 6, according to the Coachella Valley Independent.

Continue em Frente

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Maria Fontaine

Você está passando por um período difícil no momento, com muitas batalhas, sentindo-se sem desafio, insatisfeito, sobrecarregado, achando que não lhe dão valor ou que está queimado? Está começando a achar que não vai aguentar a pressão e a tensão das batalhas? O que você pode fazer quando simplesmente sente vontade de desistir, ou está desencorajado e com muitas dificuldades? Acho que se eu puder resumir em uma frase seria “Aguente firme!” Sei que soa simplista, mas é a verdade.

Vejam o apóstolo Paulo, por exemplo, ele realmente teve que aguentar muita coisa. Altos e baixos, o querido Paulo que o diga, pois realmente passou uns maus bocados!—Foi desde menosprezado pelos próprios irmãos a expulso de cidades onde tentou testemunhar. Foi perseguido, chicoteado, preso, atacado fisicamente e quase morto a pedradas!

Você talvez não ache que isso tem muito a ver com você, já que aconteceu há 2 mil anos. Mas como acontece com cada um, houve ocasiões quando Paulo, por melhor que fosse como homem de Deus, ficou bem desencorajado e sentiu vontade de desistir. Em uma determinada ocasião ele escreveu: “Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desesperarmos até da própria vida.”[1] Pelo jeito ele estava bem desanimado, né?

Você talvez tenha passado por ocasiões em que “desesperou até da própria vida”, como Paulo. Tenho certeza que todos nós passamos por alguma ocasião em que ficamos profundamente desencorajados, ou ainda iremos em algum ponto nesta vida. Você talvez esteja passando por algo semelhante no momento, e já há bastante tempo. Às vezes ajuda lembrar que Paulo e muitos outros homens e mulheres de Deus também passaram por isso.

O importante, porém, é que apesar das provações e dificuldades de Paulo — tanto em termos de perseguição de fora como em desespero interior, desencorajamento e dúvidas—ele aguentou, declarando que “Nada disso me abala*, e em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do Evangelho da graça de Deus.”[2] (* em tradução livre).

Essa é uma boa frase para gravarmos: “Nada disso me abala!” Em outras palavras, “vou aguentar firme não importa o que aconteça.” Esse é o tipo de determinação que fez Paulo perseverar, de modo que apesar dele estar “perplexo”, não estava “em desespero.”[3]

E não se preocupe se você não for forte o bastante para aguentar, porque você não tem que ser. A sua força virá do Senhor.[4] Você só tem que ficar do lado do Senhor e querer aguentar, e então Ele lhe dará a força para perseverar mesmo quando você acha que não aguenta mais.

Você talvez ache que Paulo, na Bíblia, não tinha realmente condições de entender pelo que você passa, e as batalhas que tem, já que ele não passou pelas mesmas coisas, e a situação naquela época era totalmente diferente de hoje. Bem, todo o conselho que se encontra na Bíblia ainda se aplica a você exatamente como quando foi escrito originalmente. Não só podemos aguentar e superar essas batalhas e provações, mas podemos virá-las ao contrário e usá-las para nosso benefício—ou, na verdade, deixar o Senhor usá-las para Seu benefício.

Nem sempre podemos evitar as batalhas e os períodos difíceis pelos quais passamos; às vezes a vida é assim, e o Senhor até permite essas coisas por diferentes razões. Pode ser para colocar a nossa fé à prova; pode ser para nos fortalecer e ensinar a nos agarrarmos a Ele; pode ser para nos deixar desesperados junto ao Senhor e assim dependermos mais dEle e menos de nós mesmos; pode ser para nos ajudar a orar pelos outros; ou para nos ajudar a entender melhor os outros para podermos então consolá-los quando passarem pela mesma coisa

Existem mil e uma razões por que o Senhor permite que haja batalhas. Às vezes Ele permite deliberadamente que tenhamos batalhas porque quer nos ensinar algo; outras vezes é um ataque do Diabo que o Senhor permite para nos fazer exercitar a nossa capacidade de luta espiritual; e outras vezes são causadas pelas incursões do Inimigo na nossa vida, incursões essas que nós permitimos através da desobediência ou por não seguirmos o Senhor tão de perto como deveríamos.

Existem situações difíceis que podemos evitar obedecendo mais ao Senhor e estando mais repletos da Sua Palavra, passando tempo com Ele e ouvindo a Sua voz. Outras, porém, não podemos evitar, pois simplesmente acontecem. São simplesmente parte da vida e o Senhor permite que passemos por essas coisas. Mas podemos usar até mesmo essas situações para o bem, e é uma dádiva preciosa.

Geralmente, quando estamos tendo uma batalha prolongada em que parece que estamos passando pelo vale da sombra da morte, não nos parece ser uma dádiva preciosa, não é? Bem, não parece no começo, mas se você ficar desesperado, clamar ao Senhor e agarrar-se a Ele, será abençoado com uma ligação mais forte com Jesus e uma relação mais profunda com Ele. Terá aprendido a confiar, porque terá “habitado nas profundezas do mar” e “descido ao inferno”, e visto que o Espírito do Senhor estava sempre junto de você.[5]

Ninguém que fez algo que conte neste mundo até hoje conseguiu realizar algo desistindo. Então, se você quer chegar a algum lugar na sua vida e para o Senhor, não desista. Se sentir vontade de pendurar as chuteiras, lembre-se que o Senhor talvez esteja apenas colocando-o à prova e permitindo-lhe ser atribulado para transformá-lo num ouro de melhor qualidade. Você provavelmente já ouviu muitas vezes a citação: “Deus só usa homens e mulheres quebrantados—mais nenhum serve”. Você realmente quer que o Senhor o use, mas quando chegam os quebrantamentos é difícil admitir que fazem parte do plano de Deus para transformá-lo no que você precisa ser para o Senhor poder usá-lo. Então, quando chegarem as provas, aceite-as como parte do processo de lapidação do Senhor

Você talvez não sinta que tem a força para continuar em frente, mas as boas novas é que você não tem que ter a força para tal. Porque se invocar o Senhor, Ele vai segurá-lo. Tudo o que tem que fazer é colocar sua vontade no lado de Deus. Basta dizer, “Não, não vou abrir mão e afundar na lama”—e o Senhor fará o resto. Ele vai ajudá-lo! Você ganhará a vitória se não desistir!

Publicado originalmente em dezembro de 1997. Adaptado e republicado em outubro de 2015.


[1] 2 Coríntios 1:8.

[2] Atos 20:24.

[3] 2 Coríntios 4:8.

[4] Ver Salmo 46:1, 18:1–2, 121:1, etc.

[5] Salmo 139:7–11.

Influencing Your Future with Proactive Prayer

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By P. Amsterdam

Audio length: 9:34
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The Lord has given us the means to help create, shape, and change our futures. What makes this possible is proactive prayer, which is using the powerful weapon of prayer to influence our future—not just praying for what we need today, but what we anticipate we are going to need in the future. It’s the act of investing time today in prayer for specific future goals, so that when we reach that point in the future, the components can be in place so that the need will be supplied; the answer will be there.

Proactive prayer can make a difference. It can accomplish what we can’t. Proactive prayer can line up opportunities and open doors so that they’re ready—on “standby,” so to speak—and so that we’re ready to recognize them and walk through them at the appointed time.

Often our prayers are focused on present needs, which is understandable. For example, maybe someone is sick. Their healing is an immediate need, and you pray for it. You probably also pray for other things that you need right now or in the immediate future—such as supply, wisdom, open doors, fruitful relationships, etc.

These prayers bring about answers, resolutions, miracles, and supply from the Lord. Praying for present needs is a good and important aspect of prayer, of course. Prayer is powerful, and prayer changes things.

Often, however, our prayers can be reactive. Something comes up, an immediate need arises, and we pray for it. We ask the Lord for the solution, the miracle, the supply, the answer. We rebuke the Enemy and the attack he’s already launched. There’s nothing at all wrong with that. Prayer can help you in any situation, at all times, whenever you have a need of any kind. Using the weapon of prayer in a reactive way is an important use of it. But in order to more fully utilize the immense power of prayer, and to employ that power to influence the longer-term future, we can also use proactive prayer more.

One of the dictionary definitions of “proactive” is “acting in advance.” We can learn to pray proactively for what we need rather than simply waiting to respond as the situation unfolds. We can use the power of prayer that we have at our disposal today to effect change in the future.

We can learn how to tap into the tremendous power of the Spirit much more effectively than we have in the past. One way to do this is to be much more professional or strategic in our prayer lives. And one way to do this is to think ahead and pray proactively.

Our prayers can be more effective, potent, targeted, effectual, and professional. We can look down the road and anticipate future needs and start praying for them now, so that the Lord will align circumstances so that we are better prepared when we get to those points in the road. In short, we need to impact the future by praying today. We need to be proactive instead of reactive, hopefully in all areas of our lives and work, but also in our prayers.

Even if we don’t know all of the details of our future situation, we can anticipate what our main goals and needs will be. Then we can formulate those future needs into proactive prayers, petitioning God to work behind the scenes to prepare the way before us.

We can use the weapon of prayer more by praying for the future, and not allowing ourselves to only be driven to prayer by the needs of the present. The Lord said in prophecy:

Praying for the future is one of the most proactive things you can do. You can’t change hearts or minds, but I can; you can’t change circumstances, but I can, and prayer can go before you to do this work. Prayer begins the job, and sometimes even finishes the job, before you even have to expend any other energy. And if it doesn’t finish the job, it does a great portion of the work so that when you finally step into the situation, so much is already done, the stage is set, and the pieces all fall together, and that makes your work so much easier.

Proactive prayer is a tool you have in your hand right now that can help bring about positive results in the future. Through your proactive prayers, you can influence future events, so that when you reach the time when you need certain things to be in place, the answers will be there and the preparatory work will be done, or at least much of it. Most importantly, we can trust that God has aligned the situations we face according to His will and plan for our future.

We’re limited in what we can do. We only have so much time. We’re human. We’re not strong enough, wise enough, or sufficient enough in ourselves. We need to manifest our utter dependence on the Lord by taking time to ask Him to do the preparatory work for us and through us. Beseeching the Lord to work on our behalf in advance by proactively praying is much more efficient, don’t you think? Let’s not forget this or fail to avail ourselves of the amazing power of prayer.

I will close with a portion of a prophecy that is a good general reminder and word picture of how eager the Lord is to help us but how we often try to do the work on our own.

There you stand with your little tools in hand, ready to go to work. You’re determined and dedicated, and you’re looking around, seeing which direction to move first. Of course, it’s overwhelming, as each and every need would be a full-time job. So you dash around, a little here and a little there. Your tools are tiny and outdated, so you get your hands scratched up and your clothes torn. By the end of the day, you’re exhausted. The next day, it begins again.

All the while I’m standing right behind you—Me with My team of angelic helpers and spirit beings who tower above you like giants—and we’re trying to get your attention. We’re waving and shouting and whistling! We have huge modern technology in our hands, tools that you’ve never seen. If you’d just ask, we’re ready to operate our tools on your behalf, which would make your work much easier. But alas, you keep running around here and there, saying, “I’ll be right with You. Just a minute. I just have to take care of this one thing, and then this other, and then this other. Ahhh … just one second. Really, I’m almost done.”

Every once in a while you collapse, and then you call on Me and finally we’re able to step in and do the work that only we can do. But then, as soon as you feel you’ve recouped a tiny bit of strength, you’re up and at it again. “Oh, excuse me,” you say, as you push your way to the front. “Uhhh, I need to get to work. Could You move over a little? Let me see, now where was I?” And there you go again. Same story, over and over.

If you could see it from My point of view, you’d see that it’s really ridiculous! You are merely weak men and women. I am the God of the universe. All power is given to Me. I rule! I keep My promises. I am faithful.

Anything and everything that you could ever do is minute compared to what I can do. I can do anything! I can do everything! When you really think about it, what can you do?

I am the boss! If you want to work for Me, there are rules, and the first one on the list is to let Me work! The way you do that is by letting Me into your lives fully. Call on Me. Let Me work on your behalf! Because don’t you get it? Only I can!

Originally published June 2007. Adapted and republished January 2016.
Read by Gabriel Garcia Valdivieso.

Tuesday, January 19, 2016

Getting Through Overwhelm



Link   P. Amsterdam

We often talk about the challenge of having so much to do. Yes, we’re all busy, but sometimes we get really, really busy! Being busy is not a problem in itself, because it’s through such activities as our parenting and care for our family, our job, mission work, volunteering, and caring for others that we work to make a difference in the world and find joy, fulfillment, and satisfaction.

However, at times our lives get out of balance and it goes beyond being really, really busy and we become overwhelmed.

As one author so well explained:

“The pace of life has accelerated into an unrelenting and punishing race. Technology has thrown out the ancient rhythms of the spiritual life. The ubiquitous presence of wireless broadband, smart phones, and the mobile revolution has made the hurried life of 20 years ago seem like a stroll in the park. Information overload is high-octane fuel for the toxically busy mind. The expectation that friends and colleagues should have ‘anytime, anywhere’ access to our lives is something new.”1

Overwhelm can come crashing down upon us when too many demands or to-dos are inserted into our already busy lives. This can include such events as an unexpected move, complications at work, a time of poor health, visitors staying at your home, or preparing for some time off or a vacation.

I don’t like the feeling of being overwhelmed. It is counterproductive and it can bring with it an array of negative emotions. You can feel stressed or even anxious. You might even feel sad or hopeless, and a bit like you’re slowly sinking in quicksand. There’s a sense that you’re behind in so many areas that it seems you’ll never catch up. Important things are stacking up, you’re dropping balls or missing deadlines, and there’s a feeling of frustration and tension. At that point it seems multitasking is a must, which can add to that sense of being overwhelmed as you fracture your sense of focus and the quiet spaces of your life.

Things can seem to be spiraling out of control, as if you have lost the grip on your schedule, priorities, and personal goals. You can feel like you’re bombardedall day long, and you’re often tempted to vent. Every time you turn around, there seems to be another demand, like in the following story:

Sometimes our problems overwhelm us like they did my friend Joe. Before Joe could get out of the house and head to work, he had four long distance calls. Everyone seemed to have a problem. And they all wanted Joe to get on a plane that day and come help out. He finally told his wife to forget about his breakfast. He rushed out of the house as fast as he could. Then, when he stepped into the garage he discovered his car would not start. So he called a taxi. While he was waiting for the taxi, he got another call about another problem. Finally, the taxi came and Joe rushed out, piled in the back seat, and yelled, “All right, let’s get going.”

“Where do you want me to take you?” the taxi driver asked.

“I don’t care where we go,” Joe shouted. “I’ve got problems everywhere.”2

That’s a funny story, but does it sound familiar?

We can likely all relate to this, but the question is, what can we do about it? When I start to feel overwhelmed, I know I need to make some changes, and the sooner I do so, the better. I’m not an expert on this topic, and what works for me might not work for you, but I want to share a few tips that you can consider, some of which have been lifesavers for me.

To begin with, when you feel overwhelmed for a period of time, it’s important to seek the Lord. Step one, I acknowledge to the Lord, myself, and often Maria that I’m stretched beyond what is healthy, and I ask Maria to pray that the Lord will give me solutions and peace in this situation. I then pray about whether the Lord is using this feeling of being overwhelmed so that I will seek Him and learn to lean on Him more, or whether I need to make some changes. If He shows me that I need to make some adjustments, I take some time with the Lord to see how He’s leading. I find a space of quiet when I just sit or walk, breathe, calm myself, and pray. I ask the Lord for His perspective. I open myself to God’s Spirit. I meditate on the Word. I am quiet. This usually helps the immediate feeling of stress, nervousness, and anxiety to pass, or greatly lessens it.

Do not be anxious about anything, but in everything, by prayer and petition, with thanksgiving, present your requests to God.3

Casting all your care upon Him, for He cares for you.4

Once I feel more centered with the Lord, I determine to make a few adjustments in my schedule. Such changes often take a temporary toll on my work time, but they’re necessary. Each person is different, and you’d need to find what works for you. For example, I get more sleep. I go to bed earlier for a time; I avoid late nights. Also, I get more exercise, which has a stabilizing, refreshing effect on me, physically and emotionally or mentally.

Also, I find I usually need to let go of some of the items on my to-do list. That means making a conscious decision that I’m not going to do x, y, and z for a period of time, and I’m not going to worry about it or feel bad about it. Sometimes the things I am led to let go of are good things, but they’re not absolute must-dos. And some of what goes are activities that are not essential or that leave me feeling rather dull. Dropping some things from my to-do list and living a simpler, slower life helps to relieve the self-imposed stress and unnecessary deadlines that lead to feeling overwhelmed.

Another key is to think and speak positively and to avoid venting. Negative verbalization tends to enhance the feeling of overwhelm, as you’re confirming to yourself and sometimes to others how bad you feel, how you have way too much to do, you’re overextended, it shouldn’t be like this, and on it goes.

Richard Carlson, the author of the Don’t Sweat the Small Stuff books, wrote:

“I’m not minimizing how hard people work or how difficult and all-consuming work can be. The problem is that bragging about how busy you are reinforces to yourself how stressed out you are. It keeps you overly focused on the most negative aspects of your work. It becomes a self-fulfilling prophecy, keeping you caught up in your own business.”5

It’s much healthier to take a positive approach. Of course, the Lord did not promise us stress-free lives. In fact, when we follow the Lord, many of our burdens are God-ordained, and the stress and our tests and trials often motivate us to draw closer to Him. But we know that “no temptation has overtaken you that is not common to man. God is faithful, and he will not let you be tempted beyond your ability, but with the temptation he will also provide the way of escape, that you may be able to endure it.”6

Sometimes the solution to overwhelm is to ask for help. When you reach your limit, you can try to delegate work that you don’t have to do yourself, if possible.

It’s helpful to make a prayer list for all the things in your life and the lives of others that you sense are contributing to that feeling of overwhelm so you can actively and deliberately cast your burdens on the Lord.

Finally, I try to carve out some “me time” and do something that will be purposefully rejuvenating. I take some time in God’s creation, or somehow take a break from my normal surroundings. I try to distance myself physically from the reminders of all I have to do or all I’m behind in, or whatever is the source of my stress.

While practical tips are helpful, we can’t underestimate how important the spiritual aspect is as well. We won’t be able to eliminate all stress from our lives or completely avoid feeling overwhelmed sometimes, but if we’re doing God’s will, He can help us to manage the stress as we depend on Him, cast our cares on Him, and trust Him. It’s important that we keep our relationship with the Lord in first place by taking adequate time with Him in prayer, meditation and reflection, reading His Word, journaling and listening to His still small voice or His instructions to us via prophecy. This is foundational to our happiness and peace of mind.7

[We] have important work to do every week. We also have urgent matters that arise unexpectedly that we need to address. The challenge is not all things are both important and urgent. It requires wisdom and practice to determine what is important or urgent—and what can be safely ignored.

But I believe there’s something deeper we need to do, something both simple and profound. It is the key to being … present when and where the Lord wants you. Do this, and you will have a compass to guide you through busy days, weeks, and months of … work.

The key is to guard your daily devotional time.

We know a healthy quiet time is essential to communion with God and spiritual growth. But we don’t always practice it. As a result, we often find ourselves overwhelmed by hurry, noise, crowds, deadlines, and interruptions. Nothing can lift this burden and simplify our lives like guarding and growing our time with God.8

Jesus had some wise counsel to give on this topic, as told in Luke.

Now as they went on their way, Jesus entered a village. And a woman named Martha welcomed him into her house. And she had a sister called Mary, who sat at the Lord’s feet and listened to his teaching. But Martha was distracted with much serving. And she went up to him and said, “Lord, do you not care that my sister has left me to serve alone? Tell her then to help me.” But the Lord answered her, “Martha, Martha, you are anxious and troubled about many things, but one thing is necessary. Mary has chosen the good portion, which will not be taken away from her.” 9

Keeping our lives on an even keel will be an ongoing challenge, that’s for sure. But as we keep the Lord and His Word in first place in our lives, and do what we can practically, we will grow and be blessed.


1 Adapted from Making Spiritual Progress (IVP, 2014) by Allen Ratta. Copyright © 2013 by Allen Ratta. Used by permission.


2 John C. Maxwell, Developing the Leader Within You (Nashville: Thomas Nelson, 1993).


3 Philippians 4:6 NIV.


4 1 Peter 5:7 NKJV.


5 Don’t Sweat the Small Stuff at Work (New York: Hyperion, 1998).


6 1 Corinthians 10:13 ESV.


7 You may find it helpful to review the series on Spiritual Disciplines as another way to gauge how you’re doing with keeping the Lord in first place.


8 H.B. Charles, Jr., “Interruption or Divine Appointment,” Leadership Journal, April 7, 2015, accessed August 12, 2015, http://www.christianitytoday.com/le/2015/winter/interruption-or-divine-appointment.html.


9 Luke 10:38–42 ESV.

Cura Divina: Um Toque da Graça de Deus

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P. Amsterdam:

Ao dar aos discípulos a Grande Comissão de irem ao mundo e pregarem o Evangelho a toda criatura, Jesus também disse que estes sinais seguiriam aos que creram: “Porão as mãos sobre os enfermos e eles recuperarão”.[1] Os Evangelhos mostram diversos exemplos de Jesus usando o toque na cura.

E Jesus, estendendo a mão, tocou-o, dizendo: Quero; sê limpo. E logo ficou purificado da lepra.[2]

Então, Jesus, movido de íntima compaixão, tocou-lhes nos olhos, e logo viram; e eles o seguiram.[3]

E, ao por do sol, todos os que tinham enfermos de várias doenças lhos traziam; e, impondo as mãos sobre cada um deles, os curava.[4]

Os apóstolos também tocaram as pessoas ao orarem por sua cura.

E [Pedro] tomando-o pela mão direita, o levantou, e logo os seus pés e tornozelos se firmaram.[5]

Aconteceu estar de cama enfermo de febre e disenteria o pai de Públio, que Paulo foi ver, e, havendo orado, pôs as mãos sobre ele e o curou.[6]

Muitas vezes as pessoas eram curadas ao tocar Jesus.

E, quando os homens daquele lugar O conheceram, mandaram por todas aquelas terras em redor e trouxeram-Lhes todos os que estavam enfermos. E rogavam-Lhe que, ao menos, eles pudessem tocar a orla da Sua veste; e todos os que a tocavam ficavam sãos.[7]

E toda a multidão procurava tocar-Lhe, porque saía dEle virtude que curava todos.[8]

Outro exemplo que podemos seguir é usar um óleo para ungir as pessoas ao orar por elas.

Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite, em nome do Senhor. E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará.[9]

Às vezes, ao curar, Jesus também pedia à pessoa que fizesse algo.

Então disse àquele homem: Estende a mão. E ele a estendeu, e ficou sã como a outra.[10]

E Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E logo ele viu.[11]


O maior destes é o amor

Além da cura ser uma plataforma para compartilhar o Evangelho, a compaixão é um dos maiores motivadores para se orar pelas pessoas. Jesus tinha compaixão. Ele Se solidarizava com os outros, e tomava uma atitude.

E Jesus, saindo, viu uma grande multidão e, possuído de íntima compaixão para com ela, curou os seus enfermos.[12]

E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade. E, vendo-a, o Senhor moveu-Se de íntima compaixão por ela e disse-lhe: Não chores. E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam) e disse: Jovem, Eu te digo: Levanta-te.”[13]

E aproximou-se dEle um leproso, que, rogando-Lhe e pondo-se de joelhos diante dEle, Lhe dizia: Se queres, bem podes limpar-me. E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão, e tocou-o, e disse-lhe: Quero, sê limpo. E, tendo ele dito isso, logo a lepra desapareceu, e ficou limpo.[14]

Podemos traduzir compaixão como o amor sendo colocado em ação. O fato de Jesus ter deixado os átrios celestes para viver entre nós foi uma manifestação do amor de Deus pela humanidade. Deus é compassivo. Jesus refletiu tal compaixão e amor de Deus por meio de Suas ações. Nós estamos preenchidos com o Espírito Santo, o que significa que o Espírito de Deus habita em nós, portanto deveríamos nos sentir compelidos a agir por compaixão e amor.

O Espírito Santo, que habita em nós, disponibilizou-nos dons espirituais, um dos quais é cura. A respeito dos dons do Espírito Santo, o apóstolo Paulo disse em 1 Coríntios 12:

Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil. Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; e a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas. Mas um só e o mesmo Espírito opera todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer.[15]

Depois de relacionar esses dons, ele diz:

E eu vos mostrarei um caminho ainda mais excelente. Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.[16]

Paulo destaca com firmeza que, se temos os dons do Espírito que nos capacita a tantas obras maravilhosas, devemos fazê-las em amor, pois sem amor, nada somos.

Não importa a teologia ou metodologia usadas para a cura, deve-se ministrar para as pessoas em amor. Devemos nos colocar no lugar da pessoa doente, ou dos que perderam o seu amado, e agir com amor e sermos solidários. O segredo é ter amor quando se relaciona com pessoas enfermas e seus amados.


Quando Deus não aprece responder nossas orações por cura

Se por um lado é bom firmar-se na Palavra de Deus, sabendo que Ele prometeu atender às orações e o faz, por outro, é importante encarar certas verdades. Uma delas é que nem todas as orações são respondidas como esperamos. Às vezes Deus prefere não atender imediatamente ou da maneira que achamos que Ele deveria. Deus é muito maior do que nós. Devemos clamar e nos firmar na Sua Palavra, confiando em Jesus a cada passo, mas também devemos entender que os Seus caminhos são mais altos do que os nossos, e que Ele, no Seu infinito amor e sabedoria, talvez permita que aconteçam coisas na nossa vida ou de outros que nós não entendemos.

Exigir que Deus atenda a cada oração por cura como desejamos, ou que, caso não atenda, ou o faça de uma maneira diferente do que esperávamos, devemos culpar alguém, na minha opinião é minimizar o poder e a soberania de Deus. É o mesmo que dizer que sabemos mais do que Deus. Mas Ele age em dimensões diferentes das nossas; tem um conhecimento superior, e Ele, mais do que ninguém, sabe o que é melhor para cada pessoa.

Eu acredito que Deus cura as pessoas por quem se ora. Às vezes a cura é imediata, outras vezes, paulatina. Algumas pessoas Ele cura nesta vida, outras para a eternidade, levando-as para o Céu. Quer Deus cure a pessoa nesta vida, quer na eternidade, Ele é compassivo e amoroso. Acredito que o melhor é seguir a Sua Palavra e orar pelos doentes, obedecendo aos Seus mandamentos, confiando que, conforme orar, Ele atenderá. Depois disso, deixe Deus escolher como vai atender, e não culpe os outros, a si mesmo ou outros, caso a pessoa não sare.

Ao mesmo tempo, também devemos nos lembrar que a Palavra de Deus contém muitas promessas que Jesus, os apóstolos, muitos crentes na época da igreja primitiva e na história do Cristianismo, inclusive hoje em dia, têm usado a cura no seu testemunho, e também para ajudarem-se mutuamente. Os cristãos têm orado pelos doentes e as pessoas têm sarado de maneira sobrenatural.

As palavras de Jesus deixam evidente que cada cristão recebeu o poder de orar pelos doentes. Ele próprio deu esse exemplo e recomendou aos discípulos e primeiros seguidores que orassem pelos doentes. É preciso fé para orar pelas pessoas, principalmente quando estamos testemunhando e não conhecemos a pessoa. Podemos ficar constrangidos ou sem graça, mas se orarmos, estaremos dando a alguém a oportunidade de receber um toque divino. Muita gente, crente ou não crente, ficaria feliz se alguém orasse por sua cura. Quando oramos pela cura de alguém, criamos um espaço para o amor e o poder de Deus se manifestarem em favor da pessoa.

A Palavra de Deus deixa bem claro que é possível ser curado! Ele deu aos crentes o poder para curar. Enviou-nos como discípulos a pregar o Evangelho e curar os enfermos. O Espírito Santo, que habita em nós, colocou o dom da cura ao nosso dispor. Ao orarmos por um doente, ele será curado de acordo com a vontade de Deus. Não importa o método escolhido, o Espírito de Deus pode nos usar como instrumentos para a cura se dermos o primeiro passo de orar pelas pessoas. Que dom fabuloso! Que oportunidade de fazer a diferença na vida das pessoas! Que ferramenta mais incrível para mostrar a alguém o amor de Jesus e Sua compaixão!

Talvez não conheçamos todos os detalhes teológicos ou métodos disponíveis. Pode ser que não entendamos completamente por que algumas pessoas são curadas e outras não. Mas sabemos que o poder de curar está disponível a todo cristão para nos ajudar a ministrar e guiar as pessoas à salvação.

Que o amor e a compaixão de Deus nos motivem a usar todos os meios possíveis, inclusive o poder da cura, para cumprirmos a nossa missão de levar Jesus às pessoas.

Publicado originalmente em abril 2012. Adaptado e republicado em abril 2014. Tradução Hebe Rondon Flandoli. Revisão Denise Oliveira.


[1] Marcos 16:15–18.

[2] Mateus 8:3.

[3] Mateus 20:34.

[4] Lucas 4:40.

[5] Atos 3:7.

[6] Atos 28:8.

[7] Mateus 14:35–36.

[8] Lucas 6:19.

[9] Tiago 5:14–15.

[10] Mateus 12:13.

[11] Marcos 10:52.

[12] Mateus 14:14.

[13] Lucas 7:12–14.

[14] Marcos 1:40–42.

[15] 1 Coríntios 12:4–11.

[16] 1 Coríntios 12:31–13:2.

O Sono É Essencial para o Ser Humano



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Você já ficou frustrado por sentir necessidade de muitas horas de sono, achando que estava “perdendo” quando poderia fazer coisas que desejava ou precisava fazer? Já parou para pensar por que Deus embutiu em nós tanta necessidade de dormir? Na verdade, da maneira que fomos criados, a maioria de nós precisa passar um terço de nossas vidas inativos enquanto o mundo continua girando. Já pensei nisso, principalmente quando meus afazeres me parecem muito mais importantes do que dormir. Por um lado, dormir pode parecer um luxo que me dá bem-estar, e por outro algo do qual preciso me abster em prol de atividades que considero mais importantes.

É muito fácil cortar esses períodos aparentemente improdutivos que roubam horas inestimáveis do nosso limitado número de anos nesta vida. Em um primeiro momento, o sono parece ser um empecilho na conquista de nossos objetivos, pois nos força a deixar coisas por fazer, deixar de ajudar alguém que precisa e de alcançar nossas metas porque ficamos ali estáticos esperando o corpo recarregar suas baterias.

Com essa percepção, não é de admirar que muitas vezes eu cortava horas de sono para fazer isto ou aquilo ou cuidar disto ou daquilo. Mas depois de um tempo percebi que esse hábito de me privar do sono gerava certas consequências. Aprendi pela experiência que o sono é indispensável. É fundamental para termos equilíbrio e não ficarmos exauridos.

Por isso, quando comecei a ter problemas de saúde e orei a respeito, o Senhor disse que uma das coisas que eu precisava corrigir era o meu hábito de dormir. Foi um duro discurso, porque eu nem tinha percebido o déficit de sono acumulado ao longo do tempo. Eu achava que o cansaço que sentia era porque estava ficando mais velha, trabalhava muito, e porque eu já não era mais a mesma fisicamente.

O Senhor me disse que eu precisava tentar ir para a cama mais cedo, especificamente umas duas horas antes da meia noite, que são as horas mais importantes do sono. Além disso, Ele me disse que eu precisava dormir até mais tarde.

Eu sabia que se esse conselho estava vindo do Senhor, então era um conselho sábio e sensato, o que despertou meu interesse em descobrir por que Ele considerava tão importantes esses aspectos relativos ao meu sono. Há anos, especialistas tratam da importância do sono na nossa vida. Ainda assim, só quando comecei a fazer uma compilação das muitas razões porque o sono é importante eu percebi que é prioridade ter o tipo certo de sono e dormir o suficiente no geral.

O sono tem uma grande e positiva influência em muitos aspectos das nossas vidas, e existem muitas pesquisas sobre os efeitos do sono. Ele recarrega o cérebro, melhora a memória, prolonga a vida e aumenta a criatividade. Os momentos de repouso servem para evitar inflamações e melhoram nosso desempenho no geral, tanto física quanto mentalmente, no trabalho, estudo e atividades recreativas. O sono nos deixa mais atentos, ajuda a manter um peso saudável, a reduzir o estresse e evitar acidentes. O sono também gera muitos outros benefícios, como, por exemplo, aliviar a depressão.

A necessidade de sono varia de uma pessoa para outra, mas decididamente é um elemento importante para todos. Seguem-se alguns pontos que podem nos motivar a dar a devida prioridade a esse elemento essencial da vida.
Durante o sono, nossa mente se mantém ocupada, e nesse período fortalecemos memórias, ou “praticamos” habilidades aprendidas enquanto acordados. (Esse processo é denominado consolidação da memória.)
Um estudo de 2010 revelou que o nível da proteína C-reativa, relacionada a inflamações e ao risco de acidentes cardiovasculares era mais alto em pessoas que dormiam seis horas ou menos por noite. (Inflamação também está relacionada a derrame, diabetes, artrite e envelhecimento precoce)
Pesquisadores na Universidade de Harvard e Faculdade de Boston descobriram que os componentes emocionais da memória, aparentemente fixados durante o sono, podem contribuir para o processo criativo.
Um estudo realizado em 2010 pelo boletim científico Sleep, revela que crianças entre 10 e 16 anos que apresentam problemas respiratórios durante o sono, como ronco, apneia e outras interrupções da respiração durante o período de repouso têm mais probabilidade de apresentar dificuldade de atenção e aprendizado.
A falta de sono pode gerar sintomas de TDAH em crianças, diz o Dr. David Rapoport. … “A criança não reage da mesma forma que adultos à falta de sono”, ele acrescenta. “Os adultos, se não dormem bem, sentem sono, mas as crianças ficam hiperativas.”
Pesquisadores na Universidade de Chicago descobriram que pessoas em dieta que descansavam o suficiente perdiam mais gordura — 56% da perda de peso — do que aquelas que dormiam pouco, as quais perdiam mais massa muscular.
“O sono decididamente pode reduzir o estresse e equilibrar a pressão sanguínea”, diz o Dr. Raymonde Jean. “Acredita-se que o sono afeta o nível de colesterol, um elemento muito importante nas doenças coronarianas.”
Segundo a Secretaria norte-americana de segurança de tráfico rodoviário, em 2009 o motivo principal da maioria dos acidentes fatais com um carro foi o cansaço do motorista — mais do que o álcool!
“Não dormir o suficiente contribui para a depressão”, diz o Dr. Jean. “Uma boa noite de sono ajuda bastante a diminuir a ansiedade e alterações de humor. O bom sono gera mais estabilidade emocional.”[1]

As consequências da privação do sono vão muito além da eficiência nas tarefas. A privação do sono pode debilitante ou fatal. Seguem-se alguns pontos mostrando as consequências de repetidas noites mal dormidas.
Redução do número de células e anticorpos que combatem infecções nos períodos em que dormimos pouco.
Menos de sete horas de sono por noite aumenta em até três vezes o risco de ser contagiado com o vírus da gripe.
Privação de sono crônica (dormir menos de seis horas à noite) está associada a:
- Envelhecimento da pele
- Quatro vezes mais risco de derrame para pessoas de meia idade e idosos.
- 50% maios risco de tumores malignos colorretais e de outros tipos.
- Pressão alta.
- 48% mais chance de desenvolver ou morrer de doença cardíaca.
- Nível de fertilidade mais baixo.
Perda crônica de sono pode gerar uma redução de 30 a 40% da glicose no metabolismo.
O sono retira proteínas nocivas do cérebro, melhorando a saúde mental. “Quando você não dorme o suficiente, o cérebro fica ‘sujo’.”
Perda de sono pode causar dano psicológico, porque o sono regula o fluxo de epinefrina, dopamina e serotonina, associados ao humor e comportamento.
Estudo de pesquisadores na Universidade Columbia revela que adolescentes que se deitavam às 22 horas ou antes, tinham menos probabilidade de sofrer depressão ou ter pensamentos suicidas, do que aqueles que tinham o hábito de ir para a cama depois da meia noite.
Seis horas ou menos de sono triplica o risco de acidentes relacionados a cansaço ao volante.

Estima-se que a falta de sono onera em 63 bilhões de dólares os negócios nos EUA. Os piores custos resultam do fato de a privação de sono causar problemas de saúde e lapsos na segurança. D. A. Carson escreveu:

“Somos seres humanos complexos; nossa existência física está ligada ao nosso bem-estar espiritual, perspectiva mental, relação com outros e inclusive com Deus. Às vezes, a coisa mais sagrada que se pode fazer é ter uma boa noite de sono, não passar a noite orando, mas dormindo. Com certeza não estou negando que existem ocasiões em que devemos passar a noite orando. Mas insisto que, no dia a dia, a disciplina espiritual exige as horas de sono necessárias ao nosso corpo.”[2]

Esta citação de D. A. Carson parece com algo que o Senhor já havia me mostrado. Por mais importante que a oração seja na nossa vida, se não dormirmos o suficiente ficaremos com a mente anuviada, o corpo fraco e será muito mais difícil orar de forma efetiva.

E, por fim, um pensamento de John Piper sobre a necessidade de sono do cristão: “É irracional a perspectiva de um futuro sombrio devido a quatro ou cinco horas de sono diversas noites seguidas. Mas isso é irrelevante. São os fatos. E devo viver dentro dos limites dos fatos. Recomendo que você durma o suficiente para beneficiar a sua própria visão de Deus e das Suas promessas.”[3]

Gostaria de deixar aqui alguns pontos recebidos do Senhor em profecia sobre a vital importância do equilíbrio no tocante ao sono.

Jesus: “Dormir faz bem até para o espírito. As horas que passa dormindo permitem uma conexão clara e desimpedida Comigo. É um momento de repousar, processar os pensamentos e tirar conclusões, e desenvolver mais entendimento.

“No físico, o sono permite que o corpo repare os danos, crie reservas de força espiritual, se reabasteça para combater doenças, aumentar a massa muscular ou outras áreas que ficaram enfraquecidas ou prejudicadas, e eliminar o que seu corpo não conseguiu processar enquanto estava acordado.

“Mentalmente, o sono nos oferece tempo para organizar tudo que o cérebro observou e vivenciou enquanto estávamos acordados, tirar conclusões e considerar possibilidades. É bem verdadeira a expressão em inglês que algumas pessoas usam quando não têm certeza da decisão que devem tomar: ‘Vou pensar nisso enquanto durmo’. Os pensamentos, sentimentos e input do dia precisam ser selecionados e organizados para serem usados de maneira efetiva.

“A mente precisa de tempo e foco para entender e assimilar experiências, e comparar com acontecimentos passados, um processo mais efetivo quando se está dormindo. O sono nos ajuda a entender as coisas que acontecem em nossas vidas e criar maneiras de usar esse conhecimento ou experiências de forma efetiva. Falta de sono suficiente, deteriora o corpo físico e a condição mental, por causa das funções que só são realizadas durante o sono.

“É inevitável o surgimento de emergências que não nos permitam dormir, mas o que pode causar prejuízos é a constante falta de sono um dia após o outro, sem falar que isso também vai levar embora nossa alegria, saúde, motivação e paz, porque ficaremos exaustos.”


Em paz me deito e logo adormeço, pois só tu, Senhor, me fazes viver em segurança. — Salmo 4:8 NVI

Quando se deitar, não terá medo, e o seu sono será tranquilo. — Provérbios 3:24 NVI

Será inútil levantar cedo e dormir tarde, trabalhando arduamente por alimento. O Senhor concede o sono àqueles a quem ama. — Salmo 127:2 NVI

[1] http://www.health.com/health/gallery/0,,20459221,00.html

[2] http://headhearthand.org/blog/2014/05/14/arrogance-of-ignoring-our-need-of-sleep. Citação extraída do livro Scandalous: The Cross and Resurrection of Jesus, de D. A. Carson (Crossway, 2010), 147.

[3] De uma palestra de John Piper (1995) sobre Charles Spurgeon. Fonte indisponível.

The Christian Worldview

A compilation
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I was born and came into the world to testify to the truth. All who love the truth recognize that what I say is true.—John 18:371

*

Christianity is not just an attempt to make some sense of a small part of reality. Christianity is a worldview that offers the very meaning of life. It explains the greatest questions of humanity, and it deals with the most explored topics of our history: life after death, the origin of the universe, the existence and character of God, the universal conflict between good and evil. All this and more is addressed by the message that we call the Gospel.—Stuart McAllister

*

A worldview is a framework of ideas and beliefs through which an individual interprets the world and interacts in it. In brief, a worldview has been described as not what someone sees, but what one sees with. Successfully navigating the worldview maze and arriving at a “life puzzle” where all the pieces fit together can be done by doing two simple things: asking the right questions and arriving at the right conclusions. We believe that when the right questions are asked, and the correct/truthful answers are discovered, only Christianity provides a way through the worldview maze that makes sense, and allows the truth seeker to pick up pieces of life's puzzle that fit together properly and coherently in the end.—Robin Schumacher

*

Today’s cultural, societal, intellectual, secular, and moral environment, fused with widespread questioning, skepticism, and rejection of what have been accepted standards and values for years, has brought about a fundamental shift in many people’s values, ethics, worldview, relationship to authority, and their interactions with other people. For many it’s much more difficult to know what one can place trust in. While for some, conditions of the world and society may draw them to the message of the Gospel, for others the environment of today’s world makes it much more difficult for them to relate to it, much less believe it or receive it.

This presents those of us who are committed to sharing the Gospel with numerous challenges, not the least of which is that we are called to bring a message about a man who lived and died and was resurrected 2,000 years ago—with the claim that this is the most important message they will ever encounter. It is therefore vital for the mission-minded Christian to find new and creative ways to express and deliver the timeless message of the love of God in a manner that speaks to the people of today’s world. No doubt Christians of the past have had challenges in their time periods as well, but today’s world is our challenge.—P. Amsterdam

*

In the Christian worldview, more specifically, God doesn’t remain distant and removed from evil; God actually enters into our world of evil, suffering, and injustice in the person of Jesus Christ. He comes, standing in the place of God, befriending the marginalized, healing the sick, proclaiming hope for those who turn from their dead-end ways to follow him. Jesus dies naked on a cross, rises from the dead to prove his claims true, and promises to return to right all wrongs and to bring about a new creation in which there is no more injustice or evil.—Paul Copan

*

The instantaneous, miraculous, and supernatural change of mind, heart, and life which occurs by the power of God’s Spirit when we receive His Son Jesus into our hearts is so drastic that God’s Word likens it unto spiritual rebirth. The newborn child of God then enters for the first time into the whole new world of a whole new life in the incredible spiritual kingdom of God.

Such “rebirth” or “conversion” experiences have been a very common miracle of God throughout history. Jesus called it being born again of His Spirit, and Paul called it the new birth in which “old things are passed away and all things are become new,” and “ye are become new creatures in Christ Jesus.” The Bible also calls it “putting off the old man and putting on the new,” and it is often such a remarkable transformation and actual personality change that God’s Word likens it to the death and burial of the old and a resurrection of the new to an entirely new life and way of living.2

His coming into your life not only renews and purifies and regenerates your spirit, but it also renews your mind, literally breaking old connections and reflexes, and gradually rebuilding it and rewiring it into a whole new computer system with an utterly different outlook on life, a new way of looking at the world, and with new reactions to nearly everything around you.

The believer’s whole life, nature, mind, heart and all is changed. His whole outlook, desires and aims in life are usually much different than before. He feels he has entered a whole new world of heaven on earth compared to the life he was living before. It’s just that wonderful!—D. Brandt Berg

*

An adequate worldview must answer more than how to maximize one’s earnings or one’s pleasure. It must make sense of the tough questions that haunt us in the still and darkness of the night, questions such as “Why are we here?” “What’s next?” “How should we live?” and “What is required for salvation?”

Many people today live lives not of reflection but of hyper-stimulation. They may never have taken the time to examine their worldview, and as they bounce from one activity to the next, they push away the nagging sense that something is missing. So it is that they may not realize, at least not for a very long time, that they are operating on a very “stripped down” view of the world, one that highlights pleasure and power, but ignores those things that endure …

A good worldview is one that corresponds well to reality. It’s worth adopting because it approaches the “true” … The best worldview to adopt, then, is the one true one, the one that completely conforms to reality … Christianity doesn’t promise a perfect life in the here and now. Indeed, following Christ is guaranteed to bring trials and hardships … but if what you want is a worthy life now—a life well-lived—and the guarantee of being made perfect by the One who defines perfection, then the Christian worldview will be your ultimate destination.—Al Serrato

*

So Paul, standing before the council, addressed them as follows: “Men of Athens, I notice that you are very religious in every way, for as I was walking along I saw your many shrines. And one of your altars had this inscription on it: ‘To an Unknown God.’ This God, whom you worship without knowing, is the one I’m telling you about.

“He is the God who made the world and everything in it. Since he is Lord of heaven and earth, he doesn’t live in man-made temples, and human hands can’t serve his needs—for he has no needs. He himself gives life and breath to everything, and he satisfies every need. From one man he created all the nations throughout the whole earth. He decided beforehand when they should rise and fall, and he determined their boundaries.

“His purpose was for the nations to seek after God and perhaps feel their way toward him and find him—though he is not far from any one of us. For in him we live and move and exist. As some of your own poets have said, ‘We are his offspring.’ And since this is true, we shouldn’t think of God as an idol designed by craftsmen from gold or silver or stone.

“God overlooked people’s ignorance about these things in earlier times, but now he commands everyone everywhere to repent of their sins and turn to him. For he has set a day for judging the world with justice by the man he has appointed, and he proved to everyone who this is by raising him from the dead.”—Acts 17:22–313

*

Your worldview, in a sense, is the lens through which you ultimately look at reality. That’s what I like about the Christian faith. It corresponds to reality, it coheres as a worldview, it’s logically consistent, I can test it out, and it brings relevance to your life in all of the most vital pursuits that you and I engage in.—Ravi Zacharias

Published on Anchor January 2016. Read by Debra Lee.



1 NLT.
2 John 3:1–8; 2 Corinthians 5:17; Ephesians 4:22–24; Romans 6:3–11.
3 NLT.

Saturday, January 16, 2016

Mais como Jesus: Introdução e Contexto (1ª Parte)



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P. Amsterdam

Uma das canções que mais gosto é “Mais como Jesus”. Sempre que a ouço ou canto, lembro-me de um dos principais aspectos da prática de minha fé. Serve como uma curta oração que compreende uma importante parte da jornada de fé do cristão: tornar-se semelhante ao Cristo.

Leve embora essas coisas
Que atrasam minha vida
Ajude-me a entender você
Ensine-me a amar você
Ajude-me a ser mais.

Estribilho:

Eu quero ser mais, mais como Jesus,
Preciso ser mais, mais como Você.


Sem orgulho ou vaidade
Quero viver em simplicidade
Ajude-me a queimar as pontes
E ver o que não via antes
Senhor, ajude-me, a ser mais.

(Estribilho)


Leve a dor desse vazio
Livre-me das coisas de um mundo tão frio
Na minha solidão, guie-me pela mão
E me ajude a ser mais.

Estribilho:

Eu quero ser mais,
Mais como Jesus
Preciso ser mais
Mais como Você

(Letra Mylon Lefevre, adaptação por Sam Halbert)

Palavras lindas, não é mesmo? Penso que todos queremos ser mais como Jesus — ter mais da Sua bondade e retidão em nossas vidas, e menos pesos e pecados que nos atrapalham. Nós, cristãos, somos perdoados por nossos pecados porque aceitamos o sacrifício de Jesus, mas isso não faz com que automaticamente paremos de pecar. Nossa salvação, a reconciliação com Deus, nos é dada por meio do sacrifício de Jesus na cruz, e isso afeta não apenas a vida por vir, mas também transforma a que temos hoje, no dia a dia.

É nessa transformação diária que nos tornamos como Cristo, que começamos a vivenciar em certa medida a vida como Deus originalmente desejou para a humanidade antes de o pecado entrar no mundo. Por essa transformação, desenvolvemos o relacionamento com nosso Criador que devemos ter, passamos a desfrutar mais alegria, paz, felicidade e senso de realização, porque construímos um entendimento mais profundo com Deus e um relacionamento mais pleno com Ele.

O propósito geral dos cristãos é viver como o povo de Deus, as novas criaturas que as Escrituras dizem que somos. Se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram, tudo se fez novo.[1] Nesta série, vamos examinar as formas, meios de vida e alternativas de maior semelhança de Cristo, analisando Seu exemplo da vida e o que Ele e Seus primeiros seguidores ensinaram sobre viver como novas criaturas em Cristo Jesus.

Esta série, Mais como Jesus, será composta de vários artigos, cada um dos quais aborda um elemento do Cristo e do caráter cristão.

Para melhor entender o conceito de ser mais como Jesus, ajuda analisar alguns aspectos do Antigo Testamento, dos Evangelhos e das Epístolas. A conexão dos pontos de referência espalhados pelas Escrituras pode facilitar o entendimento da importância de imitar Cristo
O Antigo Testamento[2]

Uma das principais narrativas do Antigo Testamento é o entendimento de que o relacionamento de Deus com a humanidade se dá por meio de alianças.[3]

As Escrituras nos dizem que o Criador de todas as coisas fez com a humanidade — Sua criação — uma aliança, a qual expressa da seguinte maneira:

Assim Deus criou o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou. Deus os abençoou e lhes disse: “Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra, e sujeitai-a. Dominai sobre os peixes do mar, sobre todas as aves dos céus e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.” E disse Deus ainda: “Tenho-vos dado todas as ervas que produzem semente, e se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dá semente. Ser-vos-ão para mantimento. E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todos os seres viventes que se arrastam sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento.” E assim foi.[4]

Posteriormente, Deus renovou Sua aliança universal com a humanidade ao dizer para Noé:

“Agora estabeleço a Minha aliança convosco e com a vossa descendência depois de vós, e com todos os seres viventes que convosco estão; assim as aves, os animais domésticos e os animais selvagens que saíram da arca, como todos os animais da terra. Estabeleço convosco a Minha aliança: Não mais será destruído tudo o que tem vida pelas águas do dilúvio; não haverá mais dilúvio para destruir a terra.”[5]

Passado um tempo, fez uma aliança específica com Abraão, na qual promete que a partir dele ser formaria uma grande nação e que nele todas as famílias da Terra seriam abençoadas.

Ora, o Senhor disse a Abrão: “Sai da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que Eu te mostrarei. Farei de ti uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome, e tu serás uma bênção.”[6]

“Quanto a Mim, é esta a Minha aliança contigo: Serás pai de muitas nações. Não mais te chamarás Abrão, mas Abraão será o teu nome, pois por pai de muitas nações te tenho posto.”[7]

Séculos depois, Deus livrou os descendentes de Abraão da escravidão e da opressão que sofriam no Egito e, por isso, se tornaram o povo com quem fez Sua aliança.[8] Na condição de participantes da aliança com Deus, havia certas coisas que os hebreus tinham de fazer como parte de suas obrigações, previstas na aliança. A narrativa geral do resto do Antigo Testamento é que Deus cumpriu Sua parte no pacto, apesar das constantes violações de Israel ao previsto na aliança.

Por estar em aliança com um Deus santo, Israel deveria também ser santa. Por isso, o povo era chamado “santa assembleia.”[9] A santidade envolvia a obediência a Deus, a qual seria motivada por amor e gratidão.

Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de toda a tua força[10] “Quando teu filho te perguntar no futuro: Que são estes testemunhos, estatutos e juízos que o Senhor nosso Deus vos ordenou? Então dirás a teu filho: Éramos servos de Faraó no Egito, porém o Senhor nos tirou de lá com mão forte. À nossa vista o Senhor fez grandes sinais e terríveis prodígios contra o Egito, contra Faraó e contra toda a sua família.’”[11]

A retidão do povo judeu envolvia a obediência, parte do que significava se manterem separados do que era considerado impuro, não adorarem outros deuses e serem consagrados para a obra de Deus. Além de conduzirem suas vidas em torno da observância dos mandamentos de Deus, deveriam ser uma comunidade de fé.

O escritor Stanley Grenz comenta:

Ser o povo santo de Deus não se limitava a uma vida voltada para Deus. A aliança com Deus exigia que Israel fosse uma comunidade santa, ciente de que o status de povo da aliança deveria necessariamente se traduzir na conduta apropriada com os outros. Essa consagração se estendia a todas as dimensões da interação humana, incluindo aspectos mais específicos como a vida em família e o comércio. Essa santidade previa o interesse pelos menos afortunados e impunha limites à vingança[12] e até exigia o cuidado adequado dos animais.[13] …Essa santidade não se concentrava, em um primeiro momento, à obediência cega a um conjunto de leis exogenamente imposto como um fim em si, mas os israelitas deveriam assumir com seriedade a responsabilidade intrínseca à concessão da dádiva da graça divina.[14]

Ser parte da aliança com Deus significava ter de viver em harmonia com Deus e com Sua maneira de se relacionar com Israel. Por Suas palavras ao povo, Deus revelou Sua natureza para Israel, para que aprendesse que Ele era fiel, justo e misericordioso. Assim Deus se autodescrevia: “Senhor, Senhor Deus misericordioso e compassivo, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade, que usa de beneficência com milhares, que perdoa a iniquidade, a rebeldia e o pecado. Contudo, ao culpado não tem por inocente; castiga a iniquidade dos pais sobre os filhos e sobre os filhos dos filhos até a terceira e quarta geração.”[15] O profeta Miqueias disse: Ele te declarou, ó homem, o que é bom. E o que é que o Senhor pede de ti, senão que pratiques a justiça, ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus?[16]

O povo ao qual Deus revelou Sua natureza deveria imitá-lO, ou seja, ser santo, justo, misericordioso, amoroso e perdoador.
Os Evangelhos

Os hebreus viviam na expectativa do tempo quando Deus interviria a favor deles, como falavam as Escrituras. Deus atendeu a essa expectativa ao envair Jesus, cuja vida, morte e ressurreição deu início a uma nova aliança.

[Jesus] tomou o pão, deu graças, partiu-o e deu-lhes, dizendo: “Isto é o Meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de Mim.” Semelhantemente tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: “Este é o cálice da Nova Aliança no Meu sangue derramado por vós.”[17]

Essa nova aliança fora predita no Livro de Jeremias:

“Vêm dias, diz o Senhor, em que farei uma aliança nova com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito, porque eles invalidaram a minha aliança, apesar de Eu os haver desposado, diz o Senhor. Mas esta é a aliança que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor. Porei a Minha Lei no seu interior, e a escreverei no seu coração. Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo…. Pois lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais me lembrarei dos seus pecados.”[18]

Nos dias de Jesus, os fariseus defendiam que a justiça e a santidade dependiam da observância total à Lei dada por Deus, cujo povo, entendiam, era formado pelos que seguiam à risca a Lei. Concentravam-se na observância da letra da lei, sem dar a devida atenção aos princípios de amor, misericórdia, perdão, etc., que sustentavam a Lei. Acreditavam que Deus se agradava da obediência às regras da devoção judaica e da adesão à letra da Lei. Jesus discordou deles e proclamou que o povo de Deus não era formado pelos que aparentavam integridade por observarem a lei com rigor, mas pelos penitentes, os que reconheciam serem pecadores, arrependiam-se de suas transgressões e humildemente pediam a misericórdia e perdão de Deus. Deus aceita estes e rejeita os arrogantes que afirmam não precisarem de perdão. Jesus ensinou que não é possível fazer por merecer o favor de Deus pelas nossas ações nem podemos nos fazer justos diante de Deus. Antes, nossa justiça vem de Deus¸ a qual concede liberalmente por meio de graça incondicional.

Enquanto os fariseus daquela época sentiam que as ações visíveis de obediência à Lei eram essenciais para a justiça, Jesus chamava a atenção para o interior, para a condição do coração. Seu interesse estava no caráter, na motivação e no coração. Ele sabia que os problemas “interiores” precisavam de solução, que a devoção que vem de dentro e a motivação certa — não uma simples demonstração de conformidade com a Lei — eram a marca da verdadeira obediência e amor por Deus. A solução para o problema “interior”, tornar-se justo, era a salvação por meio da morte abnegada de Jesus. A justiça é a dádiva de Deus, que nos é concedida pelo sacrifício do Seu Filho. Essa dádiva, porém, não é o fim da história, mas seu início. Pelo sacrifício de Jesus, os crentes se tornam o povo de Deus, participantes da nova aliança. Em gratidão pelo que Deus fez por nós por meio de Jesus, existe a expectativa de que reflitamos Deus neste mundo, de que vivamos de forma a Lhe trazer glória. E onde entram em cena os ensinamentos de Jesus.

Como os hebreus do Antigo Testamento, conhecemos a natureza revelada de Deus. Entretanto, temos também a vida de Jesus — Deus encarnado — como um exemplo adicional do amor, misericórdia e bondade de Deus. Jesus ampliou a revelação da verdade sobre Deus por meio de Seus ensinamentos e de Seu exemplo. Pregou o reino de Deus, ensinou-nos a ver Deus como nosso Pai e Sua vida foi um reflexo puro de Seu Pai.

Nos Evangelhos, vemos Jesus usar Seu próprio exemplo como padrão a ser seguido. Desafiou Seus discípulos, por exemplo, a se amarem conforme Ele os amava. Novo mandamento vos dou: Amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei a vós, assim também deveis amar uns aos outros.[19] O Meu mandamento é este: Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei.[20] Ele exemplificou a submissão à vontade de Seu Pai, o que acabou O levando à cruz. Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres.[21]

Jesus representou a vida que desejava para Seus discípulos por meio de atos simbólicos, como no lava-pés, em que pegou água, uma toalha e lavou os pés de cada discípulo, uma tarefa que, normalmente, os servos da casa realizavam para atender aos convidados que chegavam à casa.[22] Ao terminar¸ explicou o simbolismo do que fizera:

Entendeis o que eu fiz? Vós me chamais de Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois Eu o sou. Ora, se Eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns dos outros. Eu vos dei o exemplo, para que façais o que Eu fiz.[23]

Quando Seus discípulos disputavam entre si qual deles deveria ser considerado o maior, Jesus lhes disse:

Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que exercem autoridade sobre eles são chamados benfeitores. Mas vós não sereis assim. Pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e quem governa seja como quem serve. Pois qual é maior, quem está à mesa, ou quem serve? Não é quem está à mesa? Eu, porém, entre vós sou como aquele que serve.[24]

Jesus não estava meramente transmitindo uma mensagem sobre ações específicas que Ele havia feito. O sentido era mais profundo. Não instou Seus seguidores a meramente imitarem Suas ações, mas a terem o tipo de devoção capaz de os conectar a Ele em um nível mais profundo. A devoção a Jesus leva a maior semelhança a Ele. Após lavar os pés dos discípulos, Ele não lhes exortou a meramente amarem como aviam visto amar, mas disse: Como eu vos amei a vós, assim também deveis amar uns aos outros.[25] Eles deviam amar da mesma forma que Ele os amara. Cada um deles havia vivenciado pessoalmente Seu amor e era assim que deveriam amar os outros.

A motivação de ser mais como Jesus não nasce da admiração por uma personagem histórica que queremos emular, mas emana da gratidão e do amor por Aquele cujo amor vivenciamos pessoalmente.

Stanley Grenz explica:

Não O vemos com a principal personagem em uma história de tempos remotos, cuja vida seja objeto de reflexão e fonte de instruções. Ele nos amou e sacrificou a própria vida por nós. A experiência pessoal do grandioso amor de Jesus nos compele a responder com gratidão e amor. Por isso, em vez de meramente modelarmos nossas vidas segundo à dEle, nós nos relacionamos com Ele. Nessa relação, desejamos viver como Cristo quer que vivamos, ou seja, que o Cristo cresça em nós.[26]

A morte de Jesus na cruz mudou radicalmente nossas vidas, salvou nossas almas e nos possibilitou ter um relacionamento com Deus, com quem passaremos a eternidade. A gratidão por Jesus ter dado a vida por nós para que pudéssemos nos tornar membros da família de Deus é o motivo essencial para desejarmos ser como Jesus.

Na segunda parte de “Introdução e Contexto”, discutiremos este conceito pela perspectiva das Epístolas.
Nota

A menos que indicado o contrário, todas as referências às Escrituras foram extraídas da “Bíblia Sagrada” — Tradução de João Ferreira de Almeida — Edição Contemporânea, Copyright © 1990, por Editora Vida.

Footnotes:

[1] 2 Coríntios 5:17.

[2] O restante deste artigo é um sumário do capítulo três do livro de Stanley J. Grenz, The Moral Quest (Downers Grove: IVP Academic, 1997).

[3] Uma aliança, de um modo geral, significa um acordo solene que prevê obrigações a todas as partes envolvidas. Deus fez alianças com a humanidade, com indivíduos e com os hebreus. As alianças por Ele feitas na Criação e, posteriormente, com Noé foram universais e diziam respeito a toda humanidade. A firmada com Abraão foi pessoal e exigia que o patriarca cumprisse certas exigências, o que traria bênçãos para ele, seus descendentes de forma específica e toda a humanidade. A aliança de Deus com os Israelitas tinha a forma de uma aliança de suserania, comum no Oriente Próximo à época do Êxodo. Uma aliança ou tratado de suserania ocorria quando um rei mais poderoso fazia um acordo com um menos poderoso (ou vassalo). Esses documentos nomeavam as partes e relacionavam os termos de suserania — condições específicas de comportamento do rei vassalo e seu povo, tais como lealdade exclusiva ao suserano e leis específicas que o vassalo deveria observar. A essas condições estavam vinculadas bênçãos pela obediência e castigos pela desobediência. Todos esses aspectos estão presentes na aliança entre Deus e os israelitas. Nela encontramos Seu nome: “Eu sou o Senhor teu Deus”; disse o que Ele fizera: “que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão”. Então lhes deu os mandamentos, alguns dos quais com sanções inerentes. O primeiro exigia lealdade exclusiva e os demais mostravam como essa lealdade deveria ser.

[4] Gênesis 1:27–30.

[5] Gênesis 9:9–11.

[6] Gênesis 12:1–3.

[7] Gênesis 17:4–5.

[8] Andarei no meio de vós, serei o vosso Deus, e vós sereis o Meu povo (Levítico 26:12).

[9] No primeiro dia haverá santa assembleia, e também no sétimo dia tereis santa assembleia. Nenhuma obra se fará neles, senão o que cada pessoa houver de comer; somente isso podereis fazer (Êxodo 12:16).

[10] Deuteronômio 6:5.

[11] Deuteronômio 6:20–22.

[12] Não poderás infligir-lhe mais de quarenta açoites. Se lhe fizer dar mais açoites do que estes, teu irmão ficará aviltado aos teus olhos (Deuteronômio 25:3).

[13] Deuteronômio 22:1–4.

[14] Grenz, The Moral Quest, 99.

[15] Êxodo 34:6–7.

[16] Miqueias 6:8.

[17] Lucas 22:19–20.

[18] Jeremias 31:31–33, 34.

[19] João 13:34.

[20] João 15:12.

[21] Mateus 26:39.

[22] João 13:1–11.

[23] João 13:12–15.

[24] Lucas 22:25–27.

[25] João 13:34.

[26] Grenz, The Moral Quest, 116.

Church of England weekly attendance falls below 1m for first time

Here's the article about the fall in church attendance.
Paul warns us in 2nd Thessalonians that the day of Christ's coming and our gathering unto him shall not come, except there come a falling away first, and the man of sin, the son of perdition, (commonly known as the Antichrist), be revealed. Whether or not our post Christian culture is the fulfilling of Paul's warning remains to be seen. But as many other of his warnings and Jesus' seem to be being fulfilled, it is certainly a further indicator that we are on the road to the end.
 
Harriet Sherwood, The Guardian, 12 January 2016

The number of people attending Church of England services each week has for the first time dropped below 1 million–accounting for less than 2% of the population–with Sunday attendances falling to 760,000.

The statistics, published on Tuesday, reflect the C of E’s steady decline over recent decades in the face of growing secularism and religious diversity, and the ageing profile of its worshippers. Numbers attending church services have fallen by 12% in the past decade, to less than half the levels of the 1960s.

The figures from the church’s latest annual survey of attendance show that a weekly average of 980,000 people attended its 16,000 churches during October 2014, comprising 830,000 adults and 150,000 children. The vast majority attended on a Sunday, and there is likely to be some double-counting in the weekly figure.

Numbers shot up at Christmas, with 2.4 million attending a festive service in 2014. The church conducted 130,000 baptisms in the year, down 12% since 2004; 50,000 marriages, down 19%; and 146,000 funerals, down 29%.

The church said it was not surprised by the latest figures. “While the recent trend of the past decade continues, it has been anticipated and is being acted on radically,” said Graham James, bishop of Norwich.

“We do not expect that trend to change imminently or immediately over the next few years due to demographics. We lose approximately 1% of our churchgoers to death each year. Given the age profile of the C of E, the next few years will continue to have downward pressure as people die or become housebound and unable to attend church.”

Speaking at the opening of the Anglican primates’ meeting in Canterbury, the archbishop of Canterbury, Justin Welby, said: “In some parts of the Communion decline in numbers has been a pattern for many years. In England our numbers have been falling at about 1% every year since world war two … The culture [is] becoming anti-Christian, whether it is on matters of sexual morality, or the care for people at the beginning or the end of life. It is easy to paint a very gloomy picture.”

The church has embarked on a radical “reform and renewal” programme intended to reverse declining numbers, partly by diverting funds away from small, struggling rural parishes to urban churches where the potential for growth is greatest.

In the 2011 census, 59% of the population defined themselves as Christian, down from 72% in 2001. One in four people said they had no religion, up from 15% in 2001.

Friday, January 15, 2016

A Magia do Suficiente

Compilação
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De fato, a piedade com contentamento é grande fonte de lucro.—1 Timóteo 6:6

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“Você diz: ‘Se eu tivesse melhores condições ficaria satisfeito com a minha vida’. Não é bem assim, pois se você não está satisfeito com o que tem agora, não ficaria satisfeito com o dobro.”—Charles Spurgeon

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Na “Terra onde não havia demais” era impossível ter demais ou fazer demais de qualquer coisa. Não era possível comer demais, beber demais, trabalhar demais, ou dormir demais.

Não era possível ver demais, ouvir demais, aprender demais, ou falar demais. Ninguém conseguia se divertir demais, correr longe demais ou se preocupar demais. Simplesmente não era possível exagero algum. E isso parecia resolver todos os problemas.

Ninguém queria demais, portanto ninguém tinha demais. Sendo assim, ninguém brigava para ter demais ou travava batalhas ou guerras, porque ninguém desejava demais ou mais do que a outra pessoa. Havia paz, abundância, segurança e felicidade — mas não demais, só o suficiente para todos. Todos tinham suficiente para comer, beber e vestir, mas não demais.

Ninguém ficava com frio ou fome demais. E ninguém ficava molhado demais, ou era grande ou pequeno demais, ou fraco ou forte demais. Todos tinham a verdade, e a verdade é que ninguém tinha demais ou era demais. E isso parecia resolver todos os problemas de todo o mundo.

Tudo era resolvido por não haver demais. Todos estavam satisfeitos sem ter demais. Ninguém queria demais, então todos tinham o suficiente. Ninguém era bom ou ruim demais, orgulhoso demais, malvado demais, e não havia exagero.

Era simplesmente impossível ter demais, fazer demais ou ir longe demais ou rápido demais. Todos tinham suficiente; ninguém tinha demais. É simples assim! Todos viviam felizes na “Terra onde não havia demais”.—David Brandt Berg

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A pessoa insatisfeita sempre deseja cada vez mais. É um desejo insaciável. Mas a que pratica o contentamento pode dizer: “Eu já tenho tudo que realmente preciso”.—Dalai Lama

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Os Goldbergs é um seriado americano bastante popular há alguns anos. Em um episódio, Jake Goldberg chega para jantar e, todo entusiasmado, conta para sua esposa, Molly, sua ótima ideia. Ele queria abrir um negócio. Molly tinha uma poupança que imaginava seria usada para algo exatamente assim, e dá o dinheiro para o marido. Sentados à mesa do jantar, discutindo animados o futuro, Jake diz: “Molly, um dia destes estaremos comendo em pratos de ouro!”. Molly olha para ele e diz: “Jake, querido, isso por acaso vai tornar a comida mais saborosa?”—Autor desconhecido

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O dinheiro pode comprar muita coisa boa, mas dinheiro algum compra contentamento.—Segredos para o Sucesso

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Encheste o meu coração de alegria, alegria maior do que a daqueles que têm fartura de trigo e de vinho.—Salmo 4:7

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Philip Parham conta a história de um rico empresário que ficou incomodado ao ver um pescador sentado sem fazer nada ao lado do seu barco de pesca.

— Você não vai voltar para o mar? — ele indagou.

— Para quê? Já pesquei o suficiente para hoje. — respondeu o pescador.

— Por que você não pesca mais do que precisa? — foi a curiosa pergunta do rico.

— E o que eu faria com o excedente?

— Ganharia mais dinheiro — foi a resposta impaciente —, e poderia comprar um barco melhor para ir para o alto mar e pescar quantidades maiores. Poderia comprar redes de pesca de melhor qualidade, arrastar muito mais peixe e ganhar mais dinheiro. Em pouco tempo conseguiria uma frota de barcos e ficaria rico como eu.

O pescador perguntou:

— E o que eu faria então?

— Ficaria tranquilo e poderia curtir a vida. — Explicou o empresário.

— E o que o senhor acha que eu estou fazendo? — perguntou o pescador, olhando calmamente para o mar.—extraído de “Our Daily Bread”

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Pois o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo.—Romanos 14:17

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No aeroporto, o palestrante Bob Perks ouviu a conversa de despedida entre pai e filha. O embarque foi anunciado. Eles se abraçaram e o pai disse: “Te amo, e desejo a você o suficiente”. A filha disse: “Te desejo o suficiente também, paizinho.” Deram um beijo e ela se foi.

O pai andou até à janela onde eu estava sentado. Tentei não invadir a sua privacidade, mas ele me cumprimentou perguntando: “Você já se despediu de alguém sabendo que seria para sempre, que nunca mais veria a pessoa?”

Respondi que sim e disse: “Perdoe a curiosidade, mas por que estão se despedindo para sempre?”

“Você já disse adeus a alguém sabendo que seria pra sempre?”. “Estou velho e ela mora muito longe. Tenho desafios à frente e a realidade é que a próxima vez que ela voltar será para o meu enterro”, o pai explicou.

“Quando vocês estavam se despedindo ouvi você dizer: ‘Te desejo o suficiente’. Posso perguntar o que isso significa?”

Ele começou a rir. “É um desejo que tem sido passado por gerações.” Então se virou pra mim e disse o seguinte, como se estivesse recitando de cor:

Eu lhe desejo sol suficiente para manter sua atitude iluminada.
Eu lhe desejo chuva suficiente para apreciar o sol ainda mais.
Eu lhe desejo felicidade suficiente para manter seu espírito vivo.
Eu lhe desejo dor suficiente para que as menores alegrias da vida pareçam muito maiores.
Eu lhe desejo prosperidade suficiente para satisfazer suas vontades.
Eu lhe desejo perda suficiente para apreciar tudo que você possui.
Eu lhe desejo “oi” suficiente até que chegue ao “adeus” final.

Amigos, desejo a vocês o suficiente!— histórias publicadas em forpreaching.com

Publicado no Âncora em janeiro de 2016.

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