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Monday, May 11, 2026

O Nascimento da Evolução em Poucas Palavras

Isto é uma evidência da criação.               Isto é uma evidência da evolução.

Charles Darwin nasceu a 12 de fevereiro de 1809, no mesmo dia que Abraham Lincoln. Lincoln estava destinado a tornar-se presidente dos Estados Unidos durante o seu período mais sombrio e sangrento, quando mais de 500.000 vidas americanas seriam perdidas na Guerra Civil. No final da guerra, em 1865, o próprio Lincoln foi assassinado, vindo a falecer aos 56 anos. Darwin viveria até 1882 e morreria aos 73 anos. No entanto, a teoria da evolução de Darwin cativou a mente de milhões de pessoas e levou-as da fé em Deus ao fatalismo científico. Eis a história.

Até ao século XIX, no mundo ocidental, a ideia de que Deus criou o mundo há cerca de 6000 anos era praticamente universalmente aceite. Os Anais do Mundo, do Arcebispo James Usher, publicados pela primeira vez em 1658, datavam a criação por volta de 4004 a.C. A idade da Terra e a geologia seguiam tradicionalmente esta visão bíblica do mundo. A sociedade estava amplamente estruturada nos valores estabelecidos na Bíblia.

Foi em 1788 que James Hutton publicou pela primeira vez A Teoria da Terra, o seu livro sobre geologia. Nele, explicou o uniformitarismo, ou a ideia de que o presente era a chave para o passado. Por outras palavras, medindo as taxas dos processos naturais no presente, os cientistas poderiam extrapolar para o passado e determinar quanto tempo demorou até que as formações geológicas se formassem. Tradicionalmente, a coluna geológica era considerada como resultado do dilúvio de Noé. Hutton sugeriu que a geologia deveria ser julgada por causas naturais presentes hoje e não por supostos acontecimentos do passado. “A história passada do nosso planeta deve ser explicada pelo que se pode observar acontecendo agora… Nenhuma força deve ser empregada que não seja natural ao planeta, nenhuma ação deve ser admitida exceto aquelas cujos princípios conhecemos”,[1] era o mantra de Hutton.

Em vez de considerar o Grand Canyon como o resultado do escoamento de quantidades massivas de água do continente no final do dilúvio catastrófico ocorrido há mais de 4.500 anos, passou a ser visto como o resultado de lentos processos naturais ao longo de milhões de anos. Hutton escreveu: “Mas certamente, os dilúvios generalizados (como o Dilúvio de Noé) não fazem parte da teoria da Terra; pois o propósito desta Terra é evidentemente manter a vida vegetal e animal, e não destruí-la.”[2] A última frase do seu livro afirmava: “O resultado, portanto, da nossa presente investigação é que não encontramos nenhum vestígio de um começo, nenhuma perspectiva de um fim,”[3] confirmando a sua ideia de que os eventos da criação e do dilúvio não deveriam ser aceites como válidos.

Charles Lyell, contemporâneo de Darwin, seguindo as ideias de Hutton, escreveu a sua própria obra, Os Princípios da Geologia, publicada em 1830. Lyell, tal como Hutton, era escocês. Lyell formou-se em direito e usou o seu poder de persuasão para elaborar uma brilhante defesa a favor do uniformitarismo e da teoria dos milhões de anos, em vez da ideia até então vigente de catastrofismo. O catastrofismo baseava-se nos acontecimentos bíblicos da criação e do dilúvio mundial de Noé e, por isso, necessitava apenas de milhares de anos terrestres para explicar o registo geológico.

O próprio Lyell confessou que o seu objectivo de vida era "tirar Moisés da ciência", pois até então a visão da criação-dilúvio/catastrofismo ou a perspectiva bíblica dominavam a interpretação geológica da coluna geológica. Lyell via-se como "o salvador espiritual da geologia, libertando a ciência da antiga dispensação de Moisés"[4]. Os seus Princípios de Geologia foram a obra geológica mais influente em meados do século XIX e ajudaram a consolidar o conceito de milhões de anos. Afirmou, durante uma palestra, que “...o passado físico da investigação geológica deveria ser conduzido como se as escrituras não existissem.”[5] Tal posição não é imparcial, mas recomenda que a ciência adote uma postura antibíblica e não aceite o relato histórico bíblico do dilúvio, descartando-o juntamente com as mais de 240 lendas semelhantes sobre o dilúvio encontradas em culturas de todo o mundo. Por outras palavras, os cientistas não devem basear as suas premissas iniciais naquilo que a Bíblia afirma; pelo contrário, deveriam evitar completamente as premissas bíblicas.

Quando Darwin fez a sua viagem de cinco anos à volta do mundo, passando pelas agora famosas ilhas Galápagos, na costa oeste da América do Sul, levou consigo a sua Bíblia. Tinha-se licenciado em Teologia, embora parecesse que o seu objetivo era ter um emprego que lhe oferecesse tempo suficiente para estudar a natureza. Erasmus Darwin, seu avô, já tinha escrito um livro chamado Zoonomia, no qual especulava sobre uma lei natural que permitia que toda a variedade de animais se desenvolvesse a partir de um primeiro animal. Durante a viagem de Darwin às ilhas Galápagos, o capitão do navio Beagle ofereceu-lhe um exemplar de "Os Princípios da Geologia", de Lyell. A leitura do livro transformou gradualmente a visão do mundo de Charles. Abandonou o modelo da criação/dilúvio e aceitou o uniformitarismo e a teoria dos milhões de anos.

Uma vez que Darwin abandonou o modelo bíblico e aceitou o uniformitarismo com os milhões de anos, a sua mente estava agora aberta para encontrar uma nova razão para a variedade da vida, não baseada em pressupostos bíblicos. Hutton já tinha flertado com estas ideias, mas "rejeitou a ideia de que a evolução origina as espécies" como uma "fantasia romântica". Hutton acreditava que a seleção natural permitia que as espécies formassem variedades mais bem adaptadas a condições específicas e, por isso, era uma evidência de um desígnio benevolente na natureza[6]. Os cientistas criacionistas concordam plenamente com a sua ideia.

Normalmente, as pessoas imaginam o cientista como um estudioso imparcial em busca da verdade sobre o como e o porquê das coisas ou da natureza. Mas a verdade é bem diferente. Todo o cientista inicia o seu trabalho com pressupostos, ou um sistema de crenças sobre a forma como interpreta o mundo que o rodeia. Os dados ou as provas não falam por si, mas precisam de ser interpretados. A visão do mundo do cientista afetará a forma como interpreta os dados ou as provas que descobre.

Vamos analisar como os cientistas de séries de TV famosas como CSI ou Bones fazem o seu trabalho. Os investigadores tentam descobrir como algo aconteceu. Como não podem voltar atrás no tempo, formulam uma teoria, uma especulação, uma hipótese e verificam se as provas a corroboram. Se as provas refutam a teoria, descartam a primeira e desenvolvem outra, ou reveem ou adaptam a anterior. Ao fazerem ciência no presente, tentam determinar como é que o assassinato pode ter ocorrido no passado. Contudo, como não estavam presentes no passado, nunca podem ter a certeza absoluta. Frequentemente, na série, suspeitam primeiro de uma pessoa, depois de outra, até finalmente chegarem à conclusão correta. Por fim, tentam obter uma confissão ou o depoimento de uma testemunha ocular, pois tudo o que possuem são provas circunstanciais que podem não ser suficientes num tribunal. Por vezes, na série, um polícia corrupto manipula as provas para incriminar alguém injustamente. Infelizmente, muitos cientistas da atualidade distorcem as provas para convencer o público de que a evolução "das moléculas ao homem" ocorreu realmente.

O conceituado biólogo britânico David Watson foi professor de Zoologia e Anatomia Comparada no University College London de 1921 a 1951. Em 1929, já duvidava que a seleção natural fosse o mecanismo da evolução e declarou: "A evolução é uma teoria universalmente aceite não porque possa ser comprovada, mas porque a única alternativa, a criação especial [a ideia de que o universo e toda a vida nele se originaram por decreto divino], é claramente inacreditável."[7]

Ao falarmos de evolução, estamos a referir-nos à evolução "das moléculas ao homem" ou à descendência comum do primeiro organismo vivo. A árvore evolutiva da vida demonstra que toda a vida surgiu a partir de uma única fonte. Os biólogos afirmam frequentemente que, como podemos observar mudanças numa espécie, a "evolução" ocorreu de facto. Uma mudança dentro de uma espécie ou tipo de animal é um exemplo daquilo a que os cientistas criacionistas chamam “microevolução”. Os cientistas criacionistas concordam que ocorre alguma forma de “especiação”, mas nunca se desenvolve um novo tipo ou “espécie” de animal. Os criacionistas chamariam à mudança que ocorre “variação dentro de uma espécie” ou “tipo” de animal, e não evolução.

Eu sei que a evolução é verdadeira porque a vemos a acontecer a todo o momento.

O Dr. Jason Lisle aborda a mudança de um significado de uma palavra num argumento para outro no seu livro Discerning Truth: Exposing Errors in Evolutionary Arguments. Isto é chamado de falácia da equivocação. Diz ele: “A evolução pode significar “mudança” num sentido geral, mas também se refere à ideia de que os organismos partilham um antepassado comum ou à evolução de “partículas para pessoas”. Muitos evolucionistas parecem pensar que, ao demonstrarem a evolução no sentido de mudança, de alguma forma comprovam a evolução no sentido de “descendência comum” ou a evolução de “partículas para pessoas”. Poderá ouvir alguém dizer: “Os criacionistas estão errados porque podemos ver a evolução a acontecer a todo o momento. Os organismos estão constantemente a mudar e a adaptar-se ao seu meio ambiente”. Mas o facto de os animais mudarem não demonstra que partilhem um antepassado comum. Esta é uma falácia muito comum utilizada nos argumentos evolucionistas.”[8]

Variação nos bicos dos tentilhões

Os bicos dos tentilhões podem ser diferentes, mas continuam a ser tentilhões. Os cães podem ser Dogue Alemão ou Chihuahua, mas continuam a ser cães. As traças podem ser pretas ou brancas, mas continuam a ser traças. As bactérias podem ser resistentes ou não resistentes aos pesticidas, mas continuam a ser bactérias. A seleção natural e a mutação podem ter ocorrido, mas nenhuma nova informação genética foi adicionada ao ADN do organismo. Novas informações genéticas seriam necessárias para o surgimento de uma nova parte do corpo ou função corporal. O erro dos neodarwinistas é ensinar que, fundamentalmente, a informação é criada por mutações.


A espécie canina: Lobo, Coiote, Dingo, Collie, Chihuahua.

Menos informação. Nenhuma nova informação adicionada.

Os cientistas descobriram mesmo que algumas bactérias têm uma capacidade genética para resistir a certos antibióticos. As mutações não estão envolvidas. Noutros casos, são causados ​​defeitos estruturais no organismo onde o antibiótico se ligaria, tornando assim a bactéria resistente. Mas, em vez de dizer que as bactérias adquiriram resistência, poderíamos dizer que o antibiótico perdeu a capacidade de se ligar às bactérias. A mutação nas bactérias provocou um defeito estrutural, impedindo, assim, a ligação do antibiótico.

Macroevolução vs. Microevolução

Normalmente, o que vemos na natureza é a variação dentro de uma espécie de animal ou organismo, e não a evolução "das moléculas ao homem". O termo "microevolução" é utilizado nestes casos, mas a "microevolução" somada a milhões de anos não nos dará a "macroevolução" ou a evolução "das moléculas ao homem". O problema persiste: nem a seleção natural nem as mutações podem acrescentar nova informação genética ao ADN.


Uma interpretação de senso comum dos factos sugere que uma superinteligência interferiu com a física, bem como com a química e a biologia, e que não existem forças cegas dignas de menção na natureza. Os números que se calculam a partir dos factos parecem-me tão avassaladores que tornam esta conclusão praticamente incontestável.

Fred Hoyle, astrofísico e matemático da Universidade de Cambridge.

Sir Fred Hoyle, o famoso matemático e astrónomo britânico, questionou as próprias origens da primeira célula através da evolução. Ele disse: “A probabilidade da formação da vida a partir de matéria inanimada é de um para um número com 40.000 zeros depois dele. É grande o suficiente para enterrar Darwin e toda a Teoria Geral da Evolução. Não houve sopa primordial, nem neste planeta nem em qualquer outro, e se os primórdios da vida não foram aleatórios, eles devem, portanto, ter sido produto de uma inteligência intencional.”[9] Como matemático, ele argumentou fortemente contra a probabilidade matemática de a vida ter surgido naturalmente da não-vida. Como a improbabilidade era tão elevada, concluiu que a abiogénese, ou a teoria de que a vida começou a partir da não-vida há muito tempo, era impossível.

A “evolução das moléculas para o homem” não tem qualquer mecanismo. Não há forma de um tipo de animal se transformar noutro, independentemente do tempo que esteja envolvido. Quando Charles Darwin escreveu a sua obra "A Origem das Espécies", a comunidade científica desconhecia os estudos genéticos de Mendel, que foram posteriormente publicados em francês, em 1866, sete anos após a publicação de "A Origem das Espécies". Os cientistas só tomaram conhecimento dos estudos de Mendel no início do século XX. Nessa altura, os evolucionistas esperavam que a genética de Mendel lhes oferecesse o mecanismo da evolução. Mas ficaram tristemente desapontados. A genética revelou-se um beco sem saída. Ela demonstrou claramente que era possível obter grande variedade dentro de uma espécie, mas apenas até certo ponto. O conjunto genético era limitado; portanto, a variação genética possível a partir deste conjunto era também limitada. A genética não ajudou. Ela apenas confirmou a ideia de que existia uma barreira entre os diferentes "tipos" de organismos e que essa barreira não podia ser ultrapassada. De facto, os estudos demonstraram que um bom curso de genética, mesmo ministrado por um evolucionista, reduz a crença do aluno na evolução biológica.

Hoje, os cientistas sabem que nem a seleção natural nem as mutações podem criar novas informações genéticas. Seriam necessárias novas informações genéticas, por exemplo, para transformar um pulmão de réptil num pulmão de ave. O biólogo Michael Denton realiza um bom estudo sobre este tema, que pode ser visto no YouTube em “From a Prince to a Frog” [10]. No seu livro Evolution: A Theory in Crisis, Denton escreveu: “Nenhum dos dois axiomas fundamentais da teoria macroevolutiva de Darwin – a ideia de que todas as formas de vida estão interligadas e, em última análise, remontam a uma célula primordial, e a crença de que todo o design adaptativo da vida resultou de um processo aleatório – foi validado por uma única descoberta empírica ou avanço científico desde 1859” [11].

Reiterando o ponto, nem a seleção natural nem as mutações, que os evolucionistas afirmam serem os mecanismos da mudança evolutiva, podem gerar nova informação genética.

O Dr. Lee Spetner, doutorado em física pelo MIT, afirmou no seu livro "Shattering the Modern Theory of Evolution": "Em todas as minhas leituras sobre ciências da vida, nunca encontrei uma mutação que acrescentasse informação. Todas as mutações pontuais estudadas a nível molecular demonstraram reduzir a informação genética, e não aumentá-la."[12]

O cientista britânico Michael Pitman comentou que "nem a observação nem a experimentação controlada demonstraram que a seleção natural manipula as mutações de forma a produzir um novo gene, hormona, enzima ou órgão."[13]

Uma última citação sobre o assunto, da autoria do Dr. Wilder-Smith, um famoso geneticista britânico: "A química das mutações no código genético tem um efeito semelhante ao da água sobre um texto. As mutações modificam ou destroem a informação genética já existente, mas nunca criam nova informação, nunca criam um órgão biológico inteiramente novo. Aqui reside o erro do Novo Darwinismo, que ensina que a informação fundamentalmente nova é criada por mutações."[14] Algumas palestras e debates fascinantes do Dr. Wilder-Smith podem ser encontrados no YouTube.

Hoje, muitas crianças nascem com um dos milhares de defeitos ou doenças genéticas. Estes defeitos/doenças são o resultado de mutações nos genes dos pais. As evidências científicas mostram claramente que as mutações são geralmente fatais ou perigosas e não benéficas. As poucas que podem ser benéficas, como a anemia falciforme, são ainda causadas pela perda ou dano da informação genética.

Porque é que os alunos ainda aprendem nos seus manuais que a seleção natural, juntamente com as mutações, são mecanismos para a mudança evolutiva? Os evolucionistas não querem revelar o segredo. Não têm uma resposta melhor e não querem admitir que não encontraram um mecanismo para a evolução. Escondem os factos porque acreditam fortemente no seu paradigma e porque a única alternativa viável é a criação divina. Como disse Richard Lewontin, professor de genética evolucionista em Harvard:

“Apoiamos a ciência evolucionista apesar do absurdo patente de algumas das suas construções, apesar da tolerância da comunidade científica a histórias sem fundamento, porque temos um compromisso prévio com o materialismo, que é absoluto, pois não podemos permitir a entrada de uma intervenção divina”,[15] ou, repetindo a citação do Professor David Watson: “A evolução é uma teoria universalmente aceite não porque possa ser comprovada como verdadeira, mas porque a única alternativa, a criação especial, é claramente inacreditável.”[16] Scott Todd, da Universidade Estadual do Kansas, disse algo semelhante: “Mesmo que todos os dados apontem para um criador inteligente, tal hipótese é excluída da ciência por não ser naturalista.”[17]

O argumento não é ciência versus religião, como os evolucionistas gostam de apresentar. O argumento é entre duas visões do mundo diferentes. Duane Gish disse: “A batalha é com a filosofia e a fé evolucionistas, não com a ciência. A evolução é um conceito religioso poderoso que, se for correctamente compreendido, nega todo o cristianismo.”[18]

As evidências não falam por si. Os fósseis não são encontrados com datas pré-determinadas. Eles não falam. A ciência não diz nada. São os cientistas que fazem juízos de valor sobre as suas observações. Mas, se forem bons cientistas, devem basear os seus juízos na conformidade das provas com as leis conhecidas da natureza ou da física, e não nos seus preconceitos particulares sobre as origens. O evolucionista Bateson confessou: “Não conseguimos ver como surgiram as diferenças que levaram às espécies; testemunhamos diariamente variações de muitos tipos, frequentemente consideráveis, mas não as origens das espécies. Entretanto, embora a nossa fé na evolução permaneça inabalável, não temos uma explicação aceitável para a origem das espécies.”[19]

A ciência nunca poderá provar o que aconteceu no passado. Os cientistas podem especular e formular teorias. Mas a ciência histórica nunca poderá ser comprovada em laboratório. A ciência histórica lida com especulações sobre como os acontecimentos ou processos ocorreram no passado. A ciência histórica é, na melhor das hipóteses, filosófica, pois lida com suposições sobre acontecimentos passados. Nem a criação nem a evolução podem ser comprovadas em laboratório. São modelos científicos históricos ou formas de analisar as evidências e interpretar como os acontecimentos podem ter ocorrido no passado. Não são factos científicos. No entanto, os factos ou evidências científicas devem estar alinhados com um modelo científico preciso.

A ciência que praticamos em laboratório é designada por ciência operacional e é realizada seguindo o método científico: observação, hipótese, experimentação, observação, conclusão, teste e verificação. A ciência operacional proporcionou-nos o homem na Lua, os telemóveis, os computadores portáteis, os medicamentos modernos e assim por diante.

Mas a ciência das "origens" ou ciência histórica é uma especulação sobre acontecimentos passados ​​e, como tal, não se enquadra na mesma categoria da ciência operacional. Não podemos voltar atrás no tempo e observar o que aconteceu no início dos tempos. Os cientistas especulam sobre o passado e fazem julgamentos ideológicos antes de realizarem a ciência ou os cálculos matemáticos. Como Stephen Hawking admite no seu livro Uma Breve História do Tempo. Ao falar sobre o Big Bang, refere que precisa de acrescentar “uma mistura de ideologia”[20].

O astrofísico de renome internacional George F. R. Ellis, que trabalhou em estreita colaboração com Hawking, disse ao falar sobre o Big Bang: “As pessoas precisam de estar cientes de que existe uma gama de modelos que podem explicar as observações... Por exemplo, eu posso construir um universo esfericamente simétrico para si, com a Terra no seu centro, e não pode provar o contrário com base em observações (que está errado)... só pode excluí-lo por razões filosóficas. Na minha opinião, não há absolutamente nada de errado nisso. O que quero deixar claro é que estamos a usar critérios filosóficos na escolha dos nossos modelos.

O ponto que tenta demonstrar, enquanto cientista honesto, é que a ideia do Big Bang sem centro e sem borda é uma decisão ideológica. Os cientistas escolhem um modelo sem centro e sem borda para se distanciarem da ideia bíblica de que a Terra é especial e tem um lugar especial no universo. No entanto, se partirmos do pressuposto de que a galáxia da Terra está próxima do centro do universo, o que as evidências observáveis ​​não conseguem refutar e parecem corroborar, chegamos a conclusões totalmente diferentes. O Dr. Russell Humphreys, partindo de pressupostos bíblicos, realizou um trabalho interessante na área da Luz Estelar e do Tempo, que vale a pena aqui consultar[22]. Os líderes da investigação científica atual escolhem propositadamente um universo sem centro e sem borda por razões filosóficas, porque “não podem permitir a entrada de uma influência divina”[23].

Basicamente, existem duas visões do mundo na comunidade científica: a visão do mundo criacionista bíblica e a visão do mundo evolucionista naturalista. Os naturalistas acreditam que o mundo e tudo o que nele existe só pode ser explicado por aquilo que encontramos no mundo material natural. Não acreditam no sobrenatural. O naturalismo foi uma mundividência popular no século XIX e início do século XX. Houve muitos escritores naturalistas nesta época, como Stephen Crane, Jack London e Ernest Hemingway, para citar alguns, o que acabou por influenciar o existencialismo de Kafka, Sartre e Camus.

Precisamos de compreender que o naturalismo é a filosofia subjacente à evolução. Os cientistas evolucionistas tentaram, ou estão a tentar, mudar a razão original da ciência e o seu significado. Originalmente, a ciência era a procura da verdade sobre o como e o porquê do mundo que nos rodeava. Os cientistas de hoje preferem definir a ciência como a procura de explicações naturalistas para o como e o porquê da vida e do mundo que nos rodeia. Mesmo que as provas apontem para o sobrenatural, os evolucionistas não as aceitarão. Afirmam que o sobrenatural está fora do domínio da ciência. O cientista evolucionista Ernest Mayr afirmou em 1988: “Nas controvérsias científicas, raramente há discussão sobre factos. É a interpretação dos mesmos que é controversa.”[24]

Ao construírem a sua teoria sobre a falsa premissa de que “não existe o sobrenatural”, os evolucionistas estavam condenados a chegar a uma conclusão errónea. Uma premissa falsa não conduz a uma conclusão correta e lógica. O sobrenatural existe. Milhares de pessoas vivenciam-no diariamente. As pessoas experimentam curas. Ouvem vozes que as protegem do perigo. Têm sonhos ou visões que as alertam para algum mal ou lhes anunciam a morte de um ente querido. Cientistas e médicos escreveram inúmeros livros sobre pessoas que tiveram experiências de vida após a morte. Recentemente, um livro sobre uma criança que teve uma Experiência de Quase-Morte tornou-se bastante popular. As pessoas têm experiências sobrenaturais que transformam as suas vidas. O sobrenatural é real.

O naturalismo parte da conclusão metafísica de que não existe o sobrenatural. Logo, o naturalismo é falso. Portanto, a evolução, que se baseia no naturalismo, também é falsa. Os cientistas honestos deveriam estar mais abertos aos problemas da teoria da evolução e considerar o modelo criacionista como uma alternativa viável. Dave Schoch, no seu livro "As Premissas por Trás da Teoria da Evolução", afirma: "A verdade só pode ser composta de factos, não de suposições. Não devemos ensinar suposições como factos às nossas crianças, especialmente uma teoria que se baseia apenas numa suposição após a outra."[25]

No livro "Em Seis Dias: Porque é que 50 Cientistas Escolhem Acreditar na Criação"[26], cientistas doutorados em diversas áreas científicas apresentam testemunhos e justificações claras para as suas decisões pessoais de aceitar o modelo criacionista bíblico em detrimento do modelo evolucionista atualmente mais popular. Estes cientistas não só rejeitam o modelo evolucionista darwiniano como não científico, como também elegem um evento de criação literal em seis dias como a opção mais científica.

Para mais informações sobre o debate criação/evolução na perspetiva criacionista bíblica, consulte os seguintes sites, embora existam muitos outros:





Além disso, no YouTube, é possível encontrar muitos documentários sobre o criacionismo, bem como debates interessantes entre criacionistas e evolucionistas. Jesus disse: “Procurai e achareis” [Mateus 7:7]. Disse ainda: “Procurareis a mim e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração” [Jeremias 29:13]. Se realmente tem fome e sede de “verdade”, vai encontrá-la. Isto é uma promessa!

Publicado originalmente a 25 de setembro de 2013.

Notas de rodapé:


2.º Hutton, James; O Abismo do Tempo: Mudanças nas Concepções da Antiguidade da Terra Após o ...
Por Claude C. Albritton; página 100, capítulo 8.
5.º Lyell, Charles; Deus e a natureza: ensaios históricos sobre o encontro entre o cristianismo e a ...
editado por David C. Lindberg, Ronald Leslie Numbers, “Geólogos e Intérpretes do Génesis”, página 337.
6.º James Hutton - Wikipédia, a enciclopédia livre. Paul N. Pearson (16 de Outubro de 2003). "Em Retrospetiva". Natureza V. 425 #6959, p. 665. Comentários sobre a obra de 3 volumes de Hutton, de 1794, Uma Investigação dos Princípios do Conhecimento e do Progresso da Razão, do Sentido à Ciência e à Filosofia.
8.º Lisle, Dr. Jason; Discernindo a Verdade; 2010, página 20.
9.º Hoyle, Sir Fred; (1981) "Hoyle sobre a Evolução",
Natureza, Vol. 294, nº 5837, 12 de Novembro, p. 148
11.º Denton, Dr. Michael; http://www.trueorigin.org/isakrbtl.asp.
12.º Spetner, Dr. Lee; Tornado num Ferro-Velho (James Perloff), 1999, página 26.
13.º Pitman, Michael; Tornado num Ferro-Velho (James Perloff), 1999, página 26.
14.º Wilder-Smith, Dr.; Tornado num Ferro-Velho (James Perloff), 1999, pág. 27.
15.º Lewontin, Professor Richard; “Bilhões e biliões de demónios”, The New York Review; http://dailyevidence.wordpress.com/2011/09/14/the-divine-foot/.
17.º Todd, Scott; correspondência para Nature 401(6752):423, 30 de Setembro de 1999; http://creation.com/a-designer-is-unscientific-even-if-all-the-evidence-supports-one.
18.º Gish, Dr. Duane; Creation Scientists Answer Their Critics, 1993 p. 42.
19.º Bateson; http://www.scribd.com/doc/132636931/Predicament-of-Evolution citado por George McCready Price, 1925.
25.º Schoch, Dave; 2008.
26.º John F. Aston (Editor), 2001.

El nacimiento de la evolución en pocas palabras

Esto es evidencia de la creación.                      Esto es evidencia de la evolución.

Dennis Edwards

Charles Darwin nació el 12 de febrero de 1809, el mismo día que Abraham Lincoln. Lincoln estaba destinado a convertirse en presidente de los Estados Unidos durante su época más oscura y mortífera, cuando más de 500.000 estadounidenses perdieron la vida en la Guerra Civil. Al finalizar la guerra en 1865, Lincoln fue asesinado a los 56 años. Darwin vivió hasta 1882 y murió a los 73 años. Sin embargo, su teoría de la evolución cautivó a millones de personas y las condujo de la fe en Dios al fatalismo científico. Esta es la historia.

Hasta el siglo XIX, en el mundo occidental, la idea de que Dios creó el mundo hace unos 6.000 años era prácticamente universalmente aceptada. Los Anales del Mundo del arzobispo James Usher, publicados por primera vez en 1658, fecharon la creación alrededor del 4004 a. C. La edad de la Tierra y la geología tradicionalmente se habían regido por esta visión bíblica del mundo. La sociedad se estructuraba en gran medida según los valores bíblicos.

En 1788, James Hutton publicó por primera vez La teoría de la Tierra, su libro sobre geología. En él explicaba el uniformismo, es decir, la idea de que el presente era la clave del pasado. En otras palabras, al medir las tasas de los procesos naturales en el presente, los científicos podían extrapolar hacia atrás para determinar cuánto tiempo tardaron en formarse las características geológicas en el pasado. Tradicionalmente, la columna geológica se había considerado resultado del diluvio universal. Hutton sugirió que la geología debía juzgarse por las causas naturales presentes en la actualidad y no por supuestos acontecimientos del pasado. «La historia pasada de nuestro planeta debe explicarse por lo que se observa que está sucediendo ahora… No se deben emplear fuerzas que no sean naturales al planeta, ni se debe admitir ninguna acción excepto aquellas cuyos principios conocemos»,[1] era el lema de Hutton.

En lugar de considerar el Gran Cañón como el resultado del drenaje masivo de agua del continente al final del catastrófico diluvio ocurrido hace más de 4500 años, ahora se lo veía como el resultado de lentos procesos naturales a lo largo de millones de años. Hutton escribió: «Pero sin duda, los diluvios generales (como el Diluvio Universal) no forman parte de la teoría de la Tierra; pues el propósito de esta Tierra es evidentemente mantener la vida vegetal y animal, y no destruirla».[2] La última línea de su libro afirmaba: «El resultado, por lo tanto, de nuestra investigación actual es que no encontramos ningún vestigio de un comienzo, ni perspectiva de un final»,[3] confirmando su idea de que los eventos de la creación y el diluvio no debían aceptarse como válidos.

Charles Lyell, contemporáneo de Darwin, siguiendo las ideas de Hutton, escribió su propia obra, Los principios de la geología, publicada en 1830. Lyell, al igual que Hutton, era escocés. Lyell, licenciado en derecho, utilizó su poder de persuasión para presentar una brillante defensa a favor del uniformismo y la teoría de los millones de años, en contraposición a la hasta entonces imperante idea del catastrofismo. Este último se basaba en los relatos bíblicos de la creación y el diluvio universal de Noé, y, por lo tanto, requería solo miles de años terrestres para explicar el registro geológico.

El propio Lyell confesó que su objetivo en la vida era «liberar a Moisés de la ciencia», pues hasta entonces la perspectiva de la creación-diluvio/catastrofismo o la visión bíblica habían dominado la interpretación geológica de la columna geológica. Lyell se veía a sí mismo como «el salvador espiritual de la geología, que liberaba a la ciencia de la antigua doctrina de Moisés».[4] Su obra Principios de Geología fue la más influyente en geología a mediados del siglo XIX y contribuyó a consolidar el concepto de millones de años. Durante una conferencia, afirmó que «…el pasado físico de la investigación geológica debería llevarse a cabo como si las escrituras no existieran».[5] Esta postura no es imparcial, sino que recomienda que la ciencia adopte una posición antibíblica y no acepte el relato bíblico del diluvio, descartándolo junto con las más de 240 leyendas similares sobre el diluvio que se encuentran en diversas culturas alrededor del mundo. En otras palabras, los científicos no deberían basar sus suposiciones iniciales en lo que afirma la Biblia, sino, por el contrario, evitar por completo las suposiciones bíblicas.

Cuando Darwin emprendió su viaje de cinco años alrededor del mundo, pasando por las ahora famosas Islas Galápagos, frente a la costa occidental de Sudamérica, llevó consigo su Biblia. Se había graduado en Teología, aunque parece que su objetivo era conseguir un trabajo que le ofreciera suficiente tiempo para estudiar la naturaleza. Erasmus Darwin, su abuelo, ya había escrito un libro titulado Zoonomia, en el que especulaba sobre una ley natural que permitía que toda la variedad de animales se desarrollara a partir de un primer animal. Durante el viaje de Darwin a las Galápagos, el capitán del barco, el Beagle, le ofreció un ejemplar de «Los principios de la geología» de Lyell. Su lectura transformó gradualmente la visión del mundo de Charles. Abandonó el modelo de la creación/diluvio y aceptó el uniformismo y la teoría de los millones de años.

Una vez que Darwin abandonó el modelo bíblico y aceptó el uniformismo con millones de años, su mente se abrió a encontrar una nueva razón para la variedad de la vida, no basada en supuestos bíblicos. Hutton ya había explorado estas ideas, pero había rechazado la idea de que la evolución originara las especies como una fantasía romántica. Hutton pensaba que la selección natural permitía que las especies formaran variedades mejor adaptadas a condiciones particulares y, por lo tanto, era evidencia de un diseño benevolente en la naturaleza.[6] Los científicos creacionistas coinciden plenamente con su idea.

Normalmente, la gente imagina al científico como un erudito imparcial que busca la verdad sobre el cómo y el por qué de las cosas o de la naturaleza. Pero la realidad es muy diferente. Todo científico comienza su trabajo con supuestos o un sistema de creencias sobre cómo interpreta el mundo que lo rodea. Los datos o la evidencia no hablan por sí solos, sino que necesitan ser interpretados. La visión del mundo del científico influirá en cómo interpreta los datos o la evidencia que descubre.

Veamos cómo los científicos de programas de televisión famosos como CSI o Bones hacen su trabajo. Los investigadores intentan averiguar cómo ocurrió algo. Como no pueden retroceder en el tiempo, formulan una teoría, una especulación, una hipótesis, y luego comprueban si la evidencia la respalda. Si la evidencia demuestra que la teoría es falsa, descartan la primera y desarrollan otra, o revisan o adaptan la primera. Al hacer ciencia en el presente, intentan determinar cómo pudo haber ocurrido el asesinato en el pasado. Sin embargo, como no estuvieron presentes en el pasado, nunca pueden estar seguros de tener razón. A menudo, en el programa, primero piensan en una persona, luego en otra, hasta que finalmente dan con la persona correcta. En última instancia, intentan obtener una confesión o el testimonio de un testigo presencial, ya que solo cuentan con evidencia circunstancial que podría no ser suficiente en un juicio. A veces, en un programa, un policía corrupto manipula las pruebas para hacer parecer culpable a alguien que no lo es. Lamentablemente, muchos científicos actuales manipulan las pruebas para hacer creer al público que la evolución de las moléculas al ser humano realmente ha ocurrido.

El famoso biólogo británico David Watson fue profesor de Zoología y Anatomía Comparada en el University College de Londres entre 1921 y 1951. Ya en 1929 dudaba de que la selección natural fuera el mecanismo de la evolución y confesó lo siguiente: «La evolución es una teoría universalmente aceptada no porque se pueda demostrar su veracidad, sino porque la única alternativa, la creación especial [la idea de que el universo y toda la vida en él se originaron por decreto divino], es claramente increíble».[7]

Cuando hablamos de evolución, nos referimos a la evolución de las moléculas al ser humano, es decir, la descendencia común del primer organismo vivo. El árbol evolutivo de la vida demuestra que toda la vida proviene de una misma fuente. Los biólogos suelen afirmar que, dado que podemos observar un cambio en una especie, se ha producido la «evolución». Un cambio dentro de una especie o tipo de animal es un ejemplo de lo que los científicos creacionistas llaman “microevolución”. Los creacionistas coinciden en que se produce algún tipo de especiación, pero nunca se desarrolla un nuevo tipo de animal. Los creacionistas denominan a este cambio “variación dentro de una especie” o “tipo” de animal, no evolución.

Sé que la evolución es cierta porque la vemos ocurrir todo el tiempo.

El Dr. Jason Lisle habla sobre el cambio de significado de una palabra en un argumento en su libro Discerning Truth: Exposing Errors in Evolutionary Arguments. Se conoce como la falacia de la equivocación. Él afirma: «Evolución puede significar “cambio” en un sentido general, pero también se refiere a la idea de que los organismos comparten un ancestro común o a la evolución “de partículas a personas”. Muchos evolucionistas parecen creer que al demostrar la evolución en el sentido de cambio, de alguna manera prueban la evolución en el sentido de “ascendencia común” o evolución “de partículas a personas”. Es posible que oigas a alguien decir: “Los creacionistas están equivocados porque podemos ver la evolución ocurriendo todo el tiempo. Los organismos cambian y se adaptan constantemente a su entorno”. Pero el hecho de que los animales cambien no demuestra que compartan un ancestro común. Esta es una falacia muy común utilizada en los argumentos evolucionistas».[8]

Variación en los picos de los pinzones

Los picos de los pinzones pueden ser diferentes, pero siguen siendo pinzones. Los perros pueden ser Gran Damas o Chihuahuas, pero siguen siendo perros. Las polillas pueden ser negras o blancas moteadas, pero siguen siendo polillas. Las bacterias pueden ser resistentes o no a los pesticidas, pero siguen siendo bacterias. Puede que haya ocurrido selección natural y mutación, pero no se ha añadido nueva información genética al ADN del organismo. Sería necesaria nueva información genética para que apareciera una nueva parte o función del cuerpo. El error de los neodarwinistas es que enseñan que, fundamentalmente, la información se crea mediante mutaciones.


La raza canina: Lobo, Coyote, Dingo, Collie, Chihuahua.
Menos información. No se ha añadido nueva información.

Los científicos incluso han descubierto que algunas bacterias poseen la capacidad genética de resistir ciertos antibióticos. Las mutaciones no están implicadas. En otros casos, se producen defectos estructurales en el organismo donde se adhiere el antibiótico, lo que hace que la bacteria sea resistente. Pero en lugar de decir que las bacterias desarrollaron resistencia, podríamos decir que el antibiótico perdió su capacidad de adherirse a ellas. La mutación bacteriana provocó un defecto estructural en las bacterias, impidiendo así la unión del antibiótico.

Macroevolución vs. Microevolución

Normalmente, lo que observamos en la naturaleza es variación dentro de un mismo tipo de animal u organismo, no evolución de las moléculas al ser humano. El término «microevolución» se usa en estos casos, pero la «microevolución» sumada a millones de años no nos dará «macroevolución» ni evolución de las moléculas al ser humano. El problema persiste: ni la selección natural ni las mutaciones pueden añadir nueva información genética al ADN.


Una interpretación lógica de los hechos sugiere que una inteligencia superior ha intervenido en la física, así como en la química y la biología, y que no existen fuerzas ciegas dignas de mención en la naturaleza. Las cifras que se derivan de los hechos me parecen tan abrumadoras que hacen que esta conclusión sea prácticamente incuestionable.

Fred Hoyle, astrofísico y matemático de la Universidad de Cambridge

Sir Fred Hoyle, el famoso matemático y astrónomo británico, cuestionó los orígenes mismos de la primera célula mediante la evolución. Afirmó: «La probabilidad de que la vida se forme a partir de materia inanimada es de uno entre un número con 40 000 ceros. Es lo suficientemente grande como para sepultar a Darwin y toda la Teoría General de la Evolución. No existió una sopa primordial, ni en este planeta ni en ningún otro, y si los comienzos de la vida no fueron aleatorios, debieron ser, por lo tanto, producto de una inteligencia con propósito».[9] Como matemático, argumentó con vehemencia en contra de la probabilidad matemática de que la vida surgiera de la materia inerte de forma natural. Debido a la alta improbabilidad, concluyó que la abiogénesis, o la teoría de que la vida surgió de la materia inerte hace mucho tiempo, era imposible.

La «evolución de las moléculas al hombre» carece de mecanismo. No hay forma de que un tipo de animal se transforme en otro, por mucho tiempo que transcurra. Cuando Charles Darwin escribía El origen de las especies, la comunidad científica desconocía los estudios genéticos de Mendel, publicados posteriormente en francés en 1866, siete años después de El origen de las especies. Los científicos no tuvieron conocimiento de los estudios de Mendel hasta principios del siglo XX. En aquel entonces, los evolucionistas esperaban que la genética de Mendel les proporcionara el mecanismo de la evolución. Pero, lamentablemente, se llevaron una gran decepción. La genética resultó ser un callejón sin salida. Demostró claramente que era posible obtener una gran variedad dentro de una especie, pero solo hasta cierto límite. El acervo genético era limitado; por lo tanto, la variación genética posible a partir de él también lo era. La genética no ayudó. Simplemente confirmó la idea de que existía una barrera entre los diferentes "tipos" de organismos y que esa barrera no podía cruzarse. De hecho, algunos estudios han demostrado que un buen curso de genética, incluso impartido por un evolucionista, reduce la creencia del estudiante en la evolución biológica.

Hoy en día, los científicos saben que ni la selección natural ni las mutaciones pueden crear nueva información genética. Se necesitaría nueva información genética, por ejemplo, para transformar un pulmón de reptil en uno de ave. El biólogo Michael Denton realiza un buen estudio sobre este tema, disponible en YouTube en el vídeo «From a Prince to a Frog» [10]. En su libro Evolution: A Theory in Crisis, Denton escribió: «Ninguno de los dos axiomas fundamentales de la teoría macroevolutiva de Darwin —la idea de que todas las formas de vida están interconectadas y, en última instancia, se remontan a una célula primordial, y la creencia de que todo el diseño adaptativo de la vida ha resultado de un proceso aleatorio— ha sido validado por un único descubrimiento empírico o avance científico desde 1859» [11].

Reiterando este punto, ni la selección natural ni las mutaciones, que los evolucionistas consideran los mecanismos del cambio evolutivo, pueden generar nueva información genética.

El Dr. Lee Spetner, doctor en física por el MIT, afirmó en su libro «Rompiendo la teoría moderna de la evolución»: «En toda la literatura sobre ciencias biológicas que he consultado, nunca he encontrado una mutación que añada información. Todas las mutaciones puntuales estudiadas a nivel molecular resultan reducir la información genética, no aumentarla».[12]

El científico británico Michael Pitman comentó que «ni la observación ni la experimentación controlada han demostrado que la selección natural manipule las mutaciones para producir un nuevo gen, hormona, enzima u órgano».[13]

Una última cita sobre el tema, del Dr. Wilder-Smith, reconocido genetista británico: «La química de las mutaciones en el código genético tiene un efecto similar al del agua sobre un texto. Las mutaciones modifican o destruyen la información genética ya existente, pero nunca crean información nueva, nunca crean un órgano biológico completamente nuevo. Aquí reside el error del Nuevo Darwinismo, que enseña que la información fundamentalmente nueva se crea mediante mutaciones».[14] Algunas conferencias y debates fascinantes del Dr. Wilder-Smith. Puedes encontrar a Smith en YouTube.

Hoy en día, muchos niños nacen con uno de los miles de defectos o enfermedades genéticas. Estos defectos/enfermedades son el resultado de mutaciones en los genes de los padres. La evidencia científica demuestra claramente que las mutaciones suelen ser mortales o peligrosas, y no beneficiosas. Las pocas que podrían ser beneficiosas, como la anemia falciforme, siguen siendo causadas por la pérdida o el daño de la información genética.

¿Por qué se sigue enseñando a los estudiantes en sus libros de texto que la selección natural, junto con las mutaciones, son mecanismos del cambio evolutivo? Los evolucionistas no quieren revelar la verdad. No tienen una mejor respuesta y no quieren admitir que no han encontrado un mecanismo para la evolución. Ocultan los hechos porque creen firmemente en su paradigma y porque la única alternativa viable es la creación divina. Como dijo el profesor de genética de Harvard, Richard Lewontin, un evolucionista:

«Nos posicionamos a favor de la ciencia evolutiva a pesar del absurdo evidente de algunas de sus construcciones, a pesar de la tolerancia de la comunidad científica hacia explicaciones sin fundamento, porque tenemos un compromiso previo con el materialismo, un materialismo absoluto, pues no podemos permitir que lo divino intervenga»,[15] o, citando al profesor David Watson: «La evolución es una teoría universalmente aceptada no porque pueda demostrarse su veracidad, sino porque la única alternativa, la creación especial, es claramente inverosímil».[16] Scott Todd, de la Universidad Estatal de Kansas, expresó algo similar: «Incluso si todos los datos apuntaran a un diseñador inteligente, tal hipótesis queda excluida de la ciencia porque no es naturalista».[17]

El debate no es ciencia contra religión, como les gusta presentarlo a los evolucionistas. El debate se centra en dos visiones del mundo diferentes. Duane Gish afirmó: «La batalla es con la filosofía evolucionista y la fe, no con la ciencia. La evolución es un concepto religioso poderoso que, si se comprende correctamente, niega todo el cristianismo».[18]

La evidencia no habla por sí sola. Los fósiles no se encuentran con fechas predefinidas. No hablan. La ciencia no dice nada. Son los científicos quienes emiten juicios de valor sobre sus observaciones. Pero, si son buenos científicos, deberían basar sus juicios en si la evidencia concuerda con las leyes conocidas de la naturaleza o la física, no en sus prejuicios particulares sobre los orígenes. El evolucionista Bateson confesó: «No podemos ver cómo surgieron las diferencias entre especies; a diario presenciamos variaciones de muchos tipos, a menudo considerables, pero no conocemos los orígenes de las especies. Mientras tanto, aunque nuestra fe en la evolución permanece inquebrantable, no tenemos una explicación aceptable del origen de las especies».[19]

La ciencia nunca puede probar lo que sucedió en el pasado. Los científicos pueden especular y formular teorías. Pero la ciencia histórica nunca puede probarse en un laboratorio. La ciencia histórica se ocupa de especular sobre cómo ocurrieron eventos o procesos en el pasado. La ciencia histórica es, en el mejor de los casos, filosófica, porque se basa en suposiciones sobre eventos pasados. Ni la creación ni la evolución pueden probarse en un laboratorio. Son modelos científicos históricos o formas de interpretar la evidencia y comprender cómo pudieron haber ocurrido eventos en el pasado. No son hechos científicos. Sin embargo, los hechos o la evidencia científica deben concordar con un modelo científico preciso.

La ciencia que realizamos en el laboratorio se denomina ciencia operativa y se lleva a cabo siguiendo el método científico: observación, formulación de hipótesis, experimentación, observación, conclusión, prueba y verificación. La ciencia operativa nos ha brindado la llegada del hombre a la luna, los teléfonos móviles, las computadoras portátiles, la medicina moderna, etc.

Pero la ciencia histórica o de los orígenes es una especulación sobre eventos pasados ​​y, como tal, no se incluye en la misma categoría que la ciencia operativa. No podemos retroceder en el tiempo y observar lo que sucedió al principio de los tiempos. Los científicos especulan sobre el pasado y emiten juicios ideológicos antes de realizar la investigación científica o las ecuaciones matemáticas. Como admite Stephen Hawking en su libro Breve historia del tiempo. Al hablar del Big Bang, menciona que debe añadir «una mezcla de ideología».[20]

El astrofísico de renombre internacional George F. R. Ellis, quien trabajó estrechamente con Hawking, afirmó al hablar del Big Bang: «Es necesario que la gente sea consciente de que existe una variedad de modelos que pueden explicar las observaciones... Por ejemplo, puedo construir un universo con simetría esférica, con la Tierra en su centro, y no se puede demostrar lo contrario basándose en las observaciones (que sea erróneo)... solo se puede descartar por razones filosóficas. En mi opinión, no hay absolutamente nada de malo en ello. Lo que quiero dejar claro es que utilizamos criterios filosóficos al elegir nuestros modelos. Gran parte de la cosmología intenta ocultarlo».[21]

El punto que intenta plantear, como científico honesto, es que la idea del Big Bang sin centro ni límites es una decisión ideológica. Los científicos eligen un modelo sin centro ni límites para alejarse de la idea bíblica de que la Tierra es especial y ocupa un lugar especial en el universo. Sin embargo, si se parte de la galaxia de la Tierra cerca del centro del universo, lo cual la evidencia observable no puede refutar y parece confirmar, se llega a conclusiones totalmente diferentes. El Dr. Russell Humphreys, partiendo de supuestos bíblicos, ha realizado un trabajo interesante en el área de la luz estelar y el tiempo, que vale la pena consultar aquí.[22] Los líderes actuales de la investigación científica eligen deliberadamente un universo sin centro ni límites por razones filosóficas, porque «no pueden permitir que la divinidad intervenga».[23]

Básicamente, existen dos cosmovisiones en la comunidad científica: la cosmovisión creacionista bíblica y la cosmovisión evolucionista naturalista. Los naturalistas creen que el mundo y todo lo que contiene solo puede explicarse mediante lo que encontramos en el mundo material natural. No creen en lo sobrenatural. El naturalismo fue una visión del mundo popular en el siglo XIX y principios del XX. En aquella época surgieron muchos escritores naturalistas, como Stephen Crane, Jack London y Ernest Hemingway, entre otros, lo que finalmente condujo al existencialismo de Kafka, Sartre y Camus.

Es necesario comprender que el naturalismo es la filosofía subyacente de la evolución. Los científicos evolucionistas han intentado, o intentan, cambiar la razón de ser y el significado original de la ciencia. Originalmente, la ciencia era la búsqueda de la verdad sobre el cómo y el por qué del mundo que nos rodea. Los científicos actuales prefieren definir la ciencia como la búsqueda de razones naturalistas para el cómo y el por qué de la vida y del mundo que nos rodea. Incluso si la evidencia apuntara a lo sobrenatural, los evolucionistas no lo aceptarían. Afirman que lo sobrenatural está fuera del ámbito de la ciencia. El científico evolucionista Ernest Mayr afirmó en 1988: «En las controversias científicas, rara vez se discute sobre los hechos. Más bien, es su interpretación lo que resulta controvertido».[24]

Al construir su teoría sobre la premisa falsa de que «no existe lo sobrenatural», los evolucionistas estaban condenados a llegar a una conclusión errónea. Una premisa falsa no conduce a una conclusión lógica y correcta. Lo sobrenatural existe. Miles de personas lo experimentan a diario. Hay personas que experimentan curaciones, que oyen voces que las protegen del peligro, que tienen sueños o visiones que les advierten sobre algún mal o les anuncian la muerte de un ser querido. Científicos y médicos han escrito numerosos libros sobre personas que han tenido experiencias cercanas a la muerte. Recientemente, un libro sobre un niño pequeño que tuvo una experiencia cercana a la muerte se ha vuelto muy popular. Las personas tienen experiencias sobrenaturales que transforman sus vidas. Lo sobrenatural es real.

El naturalismo parte de la conclusión metafísica de que no existe lo sobrenatural. Por lo tanto, el naturalismo es falso. En consecuencia, la evolución, que se fundamenta en el naturalismo, también es falsa. Los científicos honestos deberían ser más receptivos a los problemas de la teoría de la evolución y considerar el modelo creacionista como una alternativa viable. Dave Schoch, en su libro «Los supuestos detrás de la teoría de la evolución», afirma: «La verdad solo puede estar compuesta de hechos, no de supuestos. No deberíamos enseñar supuestos como hechos a nuestros hijos, especialmente una teoría que se sustenta en un supuesto tras otro».[25]

En el libro «En seis días: Por qué 50 científicos eligen creer en la creación»,[26] científicos con doctorados en diversas áreas científicas ofrecen testimonios claros y razonamientos que justifican su decisión personal de aceptar el modelo creacionista bíblico por encima del modelo evolutivo, actualmente más popular. Estos científicos no solo rechazan el modelo evolutivo darwiniano por considerarlo acientífico, sino que optan por un evento de creación literal de seis días como la opción más científica.

Para obtener más información sobre el debate creación/evolución desde la perspectiva creacionista bíblica, se pueden consultar los siguientes sitios web, aunque existen muchos otros:





Además, en YouTube se pueden encontrar muchos documentales sobre la creación, así como interesantes debates entre creacionistas y evolucionistas. Jesús dijo: «Buscad y encontraréis» [Mateo 7:7]. También dijo: «Me buscaréis y encontraréis cuando me busquéis de todo corazón» [Jeremías 29:13]. Si de verdad anhelas la verdad, la encontrarás. ¡Es una promesa!

Publicado originalmente el 25 de septiembre de 2013.

Notas al pie:


2. Hutton, James; El abismo del tiempo: Concepciones cambiantes de la antigüedad de la Tierra después de...
Por Claude C. Albritton; página 100, capítulo 8.
5. Lyell, Charles; Dios y la naturaleza: ensayos históricos sobre el encuentro entre el cristianismo y...
editado por David C. Lindberg, Ronald Leslie Numbers, «Geólogos e intérpretes del Génesis», página 337.
6. James Hutton - Wikipedia, la enciclopedia libre. Paul N. Pearson (16 de octubre de 2003). «En retrospectiva». Naturaleza, vol. 425, n.º 6959, pág. 665. Comentarios sobre la obra de Hutton de 1794, en tres volúmenes, «Una investigación de los principios del conocimiento y del progreso de la razón, desde los sentidos hasta la ciencia y la filosofía».

8. Lisle, Dr. Jason; «Discernir la Verdad»; 2010, página 20.
9. Hoyle, señor Fred; (1981) «Hoyle sobre la evolución»;
Naturaleza, vol. 294, n.º 5837, 12 de noviembre, pág. 148.
12. Spetner, Dr. Lee; Tornado en un desguace (James Perloff), 1999, pág. 26.
13. Pitman, Michael; Tornado en un desguace (James Perloff), 1999, pág. 26.
14. Wilder-Smith, Dra.; Tornado en un desguace (James Perloff), 1999, pág. 27.
15. Lewontin, Profesor Richard; «Millas de millones de demonios», The New York Review; http://dailyevidence.wordpress.com/2011/09/14/the-divine-foot/.
17. Todd, Scott; correspondencia a Nature 401(6752):423, 30 de septiembre de 1999; http://creation.com/a-designer-is-unscientific-even-if-all-the-evidence-supports-one.
18. Gish, Dr. Duane; Los científicos creacionistas responden a sus críticos, 1993, pág. 42.
19. Bateson; http://www.scribd.com/doc/132636931/Predicament-of-Evolution citado por George McCready Price, 1925.
25. Schoch, Dave; 2008.
26. John F. Aston (Editor), 2001.




The Birth of Evolution in a Nutshell

By Dennis Edwards:

Charles Darwin was born on February 12th, 1809, the same day as Abraham Lincoln. Lincoln was destined to become President of the United States during its darkest and deadliest hour when more than 500,000 American lives would be lost in the Civil War. At the war's end in 1865, Lincoln himself was assassinated dying at the age of 56. Darwin would live until 1882 and die at the age of 73. However, Darwin’s theory of evolution would captured the minds of millions and lead them from faith in God to scientific fatalism. Here’s the story.

Until the 19th century, in the western world, the idea that God created the world about 6,000 years ago was quite universally accepted. Archbishop James Usher´s The Annals of the World first published in 1658 dated creation to about 4004 BC. The age of the earth and geology traditionally had followed this Biblical world view. Society was largely structured on the values laid out in the Bible.

It was in 1788 that James Hutton first published The Theory of the Earth, his book on geology. Here he explained uniformitarianism, or the idea that the present was the key to the past. In other words, by measuring the rates of natural processes in the present, scientists could extrapolate backwards to determine how long it took for geological features to form in the past. Traditionally, the geological column had been judged as the result of Noah´s flood. Hutton suggested that geology must be judged by natural causes present today and not by supposed events of the past. “The past history of our globe must be explained by what can be seen to be happening now… No powers are to be employed that are not natural to the globe, no action to be admitted except those of which we know the principles,”[1]  was Hutton's mantra. 

Rather than seeing the Grand Canyon as the result of massive amounts of water draining off the continent at the end of the catastrophic flood event that happened some 4,500 plus years ago, it was now seen as the result of slow natural processes over millions of years. Hutton wrote, “But surely, general deluges (such as Noah´s Flood) form no part of the theory of the earth; for the purpose of this earth is evidently to maintain vegetable and animal life, and not to destroy them.”[2] The final line in his book stated, “The result, therefore, of our present inquiry is, that we find no vestige of a beginning,–no prospect of an end,"[3] confirming his idea that the creation and flood events should not be accepted as valid.

Charles Lyell, a contemporary of Darwin, following on Hutton´s ideas, wrote his own tome, The Principles of Geology, which was published in 1830. Lyell, like Hutton, was from Scotland. Lyell had trained as a lawyer and used his lawyer´s power of persuasion to draw a brilliant defence in favour of uniformitarianism and millions of years rather than the hitherto idea of catastrophism. Catastrophism was based on the Biblical events of the creation and the worldwide flood of Noah and therefore needed only thousands of years of earth time to explain the geological record.

Lyell himself confessed that his goal in life was to get “Moses out of science,” for until that time the creation-flood / catastrophism or Biblical viewpoint had dominated the geological interpretation of the geological column. Lyell saw himself as “the spiritual saviour of geology, freeing the science from the old dispensation of Moses.”[4] His Principles of Geology was the most influential geological work in the middle of the 19th century and helped consolidate the concept of millions of years. He said during a lecture that “….the physical past of geological inquiry ought to be conducted as if the scriptures were not in existence.”[5] Such a position is not unbiased, but is recommending that science take an anti-Biblical stance and not accept the Bible's historical record of the flood event and dismiss it with the over 240 similar Flood Legends found in cultures around the world.  In other words, scientists should not take their initial assumptions from what the Bible claims, but to the contrary, scientists should avoid Biblical assumptions flat out.

When Darwin took his five year trip around the world, passing through the now famous Galapagos Islands off the western coast of South America, he took his Bible with him. He had graduated university with a Divinity Degree, though it seems his object was to have a job which would offer him sufficient time to study nature. Erasmus Darwin, his grandfather, had already written a book called Zoonomia in which he speculated about a natural law that enable all the variety of animals to develop from a first animal. During Darwin's trip to the Galapagos, the captain of the ship, the Beagle, offered Darwin a copy of Lyell´s “The Principles of Geology.” Its reading slowly changed Charles' worldview. He abandoned the creation/flood model and accepted uniformitarianism and millions of years. 

Once Darwin had abandoned the Biblical model and accepted uniformitarianism with the millions of years, his mind was now open to finding a new reason for the variety of life, not based on Biblical assumptions. Hutton had already toyed with these ideas, but had “rejected the idea of evolution originating species" as a "romantic fantasy". Hutton thought that natural selection allowed species to form varieties better adapted to particular conditions and was therefore evidence of benevolent design in nature.[6] Creation scientists agree with his idea completely.

People normally picture the scientist as an unbiased scholar searching for the truth of the how and the why of things or of nature. But the truth is quite different. Every scientist starts off his work with assumptions, or a belief system of how he interprets the world around him. The data or evidence does not speak for itself, but needs to be interpreted. The scientist´s world view will affect how he interprets the data or evidence that he discovers.

Let´s take a look at how the scientists on a famous TV program such as CSI or Bones do their science. The investigators are trying to find out how something happened. They cannot go back in time, so they make a theory, a speculation, an hypothesis, and then check to see if the evidence fits their theory. If the evidence shows the theory false, they throw out the first theory and develop another one or revise or adapt the first. By doing science in the present, they try to determine how the murder might have occurred in the past. However, since they were not there in the past, they can never be sure if they are right. Often in the program they first think it is one person, and then another, until finally they come up with the right person. Ultimately, they try to get a confession, or have an eyewitness testimony, because all they have is circumstantial evidence which might not hold up in court. Sometimes in a program a bad cop fudges the evidence to make it look like someone was guilty, when they were not. Sadly many of today´s scientists are fudging the evidence in order to have the public believe that the evolution of “molecules to man” has really taken place.

The famous British biologist David Watson, was Professor of Zoology and Comparative Anatomy at University College, London from 1921 to 1951. Back in  1929 he was dubious of whether natural selection was the mechanism for evolution and confessed the following: “Evolution is a theory universally accepted not because it can be proved to be true, but because the only alternative, special creation, [the idea that the universe and all life in it originated by divine decree] is clearly incredible.”[7]

When talking about evolution, we are talking about “molecules to man” evolution or common descent from the first living organism. The evolutionary tree of life demonstrates all life springing from one source. Biologists often claim that since we can see that a change does take place in a species, "evolution" has occurred. A change within a species or kind of animal is an example of what Creationist scientists call “micro-evolution.” Creationist scientists agree that some form of “speciation” does take place, but never does a new type or “kind” of animal develop. Creationists would call the change that takes place "variation within a species," or “kind” of animal, not evolution.


Dr Jason Lisle talks about the shift of one meaning of a word in an argument to another meaning in his book Discerning Truth: Exposing Errors in Evolutionary Arguments. It's called the equivocation fallacy. He says, “Evolution can mean “change” in a general sense, but it also refers to the idea that organisms share a common ancestor or “particles to people” evolution. Many evolutionists seem to think that by demonstrating evolution in the sense of change it some how proves evolution in the sense of “common descent” or “particles to people” evolution. You might hear someone say, `Creationists are wrong because we can see evolution happening all the time. Organism are constantly changing and adapting to their environment.´ But the fact that animals change does not demonstrate that they share a common ancestor. This is a very common fallacy used in evolutionary arguments.”[8]


The finches´ beaks may be different, but they are still finches. The dogs may be Great Dames or Chihuahuas, but they are still dogs. The moths may be black or white peppered, but they are still moths. The bacteria may be resistant or non-resistant to pesticide, but it is still bacteria. Natural selection and mutation may have occurred, but no new genetic information has been added to the DNA of the organism. New genetic information would be necessary for a new body part or body function to appear. The error of the Neo-Darwinians is that they teach that fundamentally information is created by mutations.


Scientists have even discovered that some bacteria possess a genetic capacity to resist certain antibiotics. Mutations are not involved. In other cases, structural defects are caused in the organism where the antibiotic would attach itself, thus making the bacteria resistant. But rather than saying that the bacteria gained resistant, we could say that the antibiotic lost its ability to attach itself to the bacteria. The mutation in the bacteria caused a structural defect in the bacteria, thus, prohibiting the attachment of the antibiotic.


Normally what we see in nature is variation within a kind of animal or organism, not “molecules to man” evolution. The term “micro evolution” is used in these cases, but “micro-evolution” plus millions of years will not give us “macro-evolution” or “molecules to man” evolution. The problem remains; neither natural selection nor mutations can add new genetic information to the DNA.


Sir Fred Hoyle, the famous British mathematician and astronomer, questioned the very origins of the first cell through evolution. He said, “The likelihood of the formation of life from inanimate matter is one to a number with 40,000 zeros after it. It is big enough to bury Darwin and the whole General Theory of Evolution. There was no primordial soup, neither on this planet nor any other, and if the beginnings of life were not random, they must, therefore, have been the product of purposeful intelligence.”[9] As a mathematician he strongly argued against the mathematical probability of life starting from non-life naturally. Because the improbability was so high, he concluded that abiogenesis, or the theory that life started from non-life long ago, was impossible.

“Molecules to man evolution” has no mechanism. There is no way for one type of animal to change into another, no matter how much time is involved. When Charles Darwin was writing his Origins of the Species, the scientific community knew nothing of Mendel´s genetic studies, which were later published in French in 1866 seven years after the Origins. Scientists did not become aware of Mendel's studies until the beginning of the 1900´s. At that time, evolutionists hoped that Mendel´s genetics would offer them the mechanism for evolution. But they were sadly disappointed. Genetics proved a dead end. It clearly showed that a great variety within a species was possible to obtain, but only to a limit. The gene pool was limited; therefore the genetic variation possible from the gene pool was also a limited. Genetics did not help. It just confirmed the idea that there existed a barrier between the different “kinds” of organisms and that barrier could not be crossed. In fact studies have shown that a good course in genetics, even if taught by an evolutionist, reduces the student´s belief in biological evolution.

Today scientists know that neither natural selection nor mutations can create new genetic information. New genetic information would be necessary, for example, to change a reptilian lung into an avian lung. Biologist Michael Denton does a good study on this topic which can be seen on YouTube on “From a Prince to a Frog,”[10] In his book Evolution: A Theory in Crisis, Denton wrote, “Neither of the two fundamental axioms of Darwin´s macro-evolutionary theory- the idea that all of life forms are linked together and ultimately lead back to a primordial cell and the belief that all the adaptive design of life has resulted from a random process – have been validated by one single empirical discovery or scientific advance since 1859.”[11]

Reiterating the point once again, neither natural selection nor mutations, which evolutionists claim are the mechanisms for evolutionary change, can form new genetic information.

Dr. Lee Spetner, who holds a PHD in physics from MIT said in his book called Shattering the Modern Theory of Evolution: “In all the reading I have done in life-science literature, I have never found a mutation that added information. All point mutations that have been studied on the molecular level turn out to reduce genetic information, not increase it.”[12]

British scientist Michael Pitman has commented that “neither observation nor controlled experimentation has shown natural selection manipulating mutations so as to produce a new gene, hormone, enzyme or organ.”[13]

A final quote on the subject by Dr. Wilder- Smith a famous British geneticist: “The chemistry of mutations in the genetic code has an effect similar to that of water on a text. Mutations modify or destroy already existing genetic information, but they never create new information, they never create an entirely new biological organ. Herein lays the error of New Darwinism which teaches that fundamentally new information is created by mutations.”[14] Some fascinating lectures and debates by Dr. Wilder – Smith can be found on YouTube.

Today, many children are born with one of the thousands of genetic defects or diseases. These defects/diseases are a result of mutations in the parental genes. Evidence from science clearly shows that mutations are usually deadly or dangerous and not beneficial. The few that may be beneficial, like sickle cell anaemia, are still caused by the loss of or damage to the genetic information.

Why are students still being taught in their textbooks that natural selection together with mutations are mechanisms for evolutionary change? Evolutionists do not want to let the cat out of the bag. They do not have a better answer and do not want to admit that they have not found a mechanism for evolution. They hide the facts because they believe their paradigm so strongly and because the only viable alternative is divine creation. Like one evolutionist Harvard Professor of Genetics Richard Lewontin said, 

“We take the side of evolutionary science in spite of the patent absurdity of some of its constructs, in spite of the tolerance of the scientific community for unsubstantiated just so stories, because we have a prior commitment to materialism, that materialism is absolute for we cannot allow a divine foot in the door,”[15] or repeating the Professor David Watson quote, “Evolution is a theory universally accepted not because it can be proved to be true, but because the only alternative, special creation, is clearly incredible.”[16] Scott Todd from Kansas State University has said something similarly, “Even if all the data should point to an intelligent designer, such a hypothesis is excluded from science because it is not naturalistic.”[17]

The argument is not science verses religion as evolutionists like to present it. The argument is between two differing world views. Duane Gish said, “The battle is with the evolutionary philosophy and faith, not science. Evolution is a powerful religious concept, which if correctly understood, negates all of Christianity.”[18]

Evidence does not speak for itself. The fossils are not found with dates already attached. They do not talk. Science does not say anything. It is the scientists who make value judgments about their observations. But, if they are good scientists, they should make their judgments based on whether the evidence is in accordance with known laws of nature or physics, not according to their particular bias about origins. The evolutionist Bateson has confessed, “We cannot see how differences into species came about, variation of many kinds, often considerable, we daily witness, but no origins of species. Meanwhile, though our faith in evolution stands unshaken, we have no acceptable account of the origin of species.”[19]

Science can never prove what happened in the past. Scientists can speculate, and can formulate theories. But historical science can never be proved in a laboratory. Historical science deals with speculating about how events or processes took place in the past. Historical science is at best philosophical, because it deals with assumptions about past events. Neither creation nor evolution can be proven in the laboratory. They are historical scientific models or ways to view the evidence and interpret how events might have happened in the past. They are not scientific facts. However, the scientific facts or evidence should align with a scientific model that is accurate.

Science which we perform in the laboratory is called operational science and is done by following the scientific method: observation, hypothesis, experimentation, observation, conclusion, testing and verification. Operational science has given us the man on the moon, mobile phones, laptops, modern medicines and so on.

But “origins” or historical science is speculation about past events and as such does not come under the same category as operational science. We are not able to go back in time and observe what happened at the beginning of time. Scientists speculate about the past and make ideological judgments before doing the science or the mathematical equations. Like Stephen Hawking admits in his book The Brief History of Time. When talking about the big bang, he mentions that he must add “a mixture of ideology.”[20]

Internationally renowned astrophysicist George FR Ellis who worked closely with Hawking said when talking about the Big Bang that, "People need to be aware that there is a range of models that can explain the observations .... For instance, I can construct a spherically symmetric universe for you, with Earth at its center, and you cannot prove otherwise based on observations, (that it is wrong) ....you can only exclude it on philosophical grounds. In my opinion, there is absolutely nothing wrong with that. I want to bring into the open is the fact that we are using philosophical criteria in choosing our models. A lot of cosmology tries to hide it. "[21]

The point he is trying to make, as an honest scientist, is that the idea of the Big Bang without a center and without an edge is an ideological decision. Scientists choose a model without a center and without an edge to keep away from the Biblical idea that the earth is special and has a special place in the universe. However, if you start with the earth´s galaxy near the center of the universe, which the observable evidence cannot disprove and seems to agree with, you come to totally different conclusions. Dr. Russell Humphreys, starting with Biblical assumptions, has done some interesting work in area of Starlight and Time, which are worth viewing here.[22]. Today´s leaders of scientific inquiry purposely choose a center-less and edge-less universe for philosophical reasons, because they “cannot allow a divine foot in the door.”[23]

Basically, there are two worldviews in the scientific community: the Biblical creationist worldview and the naturalistic evolutionary worldview. The naturalists believe that the world and everything in it can be explained only by what we find in the natural material world. They do not believe in the supernatural. Naturalism was popular world view in the 19th century and on into the early 20th century. You have many naturalist writers at that time such as Stephen Crane, Jack London, and Ernest Hemingway, to name a few, which ultimately led to the existentialism of Kafka, Sartre and Camus.

We need to understand that naturalism is the underlining philosophy of evolution. The evolutionary scientists have tried or are trying to change the original reason for science and meaning of science. Science originally was the search for the truth of the how and the why of the world around us. Today's scientists like to define science as the search for naturalistic reasons to the how and the why of life and the world around us. Even if the evidence should point to the supernatural, evolutionists will not accept it. They claim that the supernatural is outside the realm of science. Evolutionary scientist Ernest Mayr said in 1988, “In scientific controversies, there is rarely any argument about facts. It is rather their interpretation that is controversial.”[24]

By buildings their theory on the false premise “there is no supernatural,” the evolutionists were bound to come to the wrong conclusion. A false premise will not lead to a correct, logical conclusion. The supernatural does exist. Thousands of people experience it every day. People experience healings. They hear voices that keep them from danger. They have dreams or visions that warn them about some evil or tell them of the death of a loved one. Scientist and doctors have written numerable books about people who have had life after death experiences. Just recently a book about a young child who had a Near Death Experience has been quite popular. People have supernatural experiences that change their lives. The supernatural is real.

Naturalism starts with the metaphysical conclusion that there is no supernatural. Therefore, naturalism is false. Therefore, evolution which is founded on naturalism is also false. Honest scientists should be more open to the problems within the theory of evolution and consider the creation model as a viable alternative. Dave Schoch in his book The Assumptions Behind the Theory of Evolution says, “The truth can only be made up of facts, not assumptions. We should not be teaching assumptions as facts to our children, especially a theory that only stands upon one assumption after another.”[25]

In the book In Six Days: Why 50 Scientists Choose to Believe in Creation,[26] scientists with doctorates in various scientific fields give clear testimony and reasoning to their personal decisions to accept the Biblical creation model over the current more popular evolutionary model. These scientists not only reject the Darwinian evolutionary model as unscientific, but chose a literal six day creation event to be the most scientific of the choices.

For more information on the creation/evolution debate from the Biblical creationist viewpoint the following websites are available, although there are many others:


http://www.answersingenesis.org/

http://creation.com/

http://www.creationtoday.org/

http://www.icr.org/

Also, on YouTube many creation documentaries can be found as well as interesting debates between creationists and evolutionists. Jesus said, “Seek and you shall find.”[Matthew 7:7]  He also said, “You shall seek me and find me when you shall search for me with all your heart.”[Jeremiah 29:13] If you really hunger and thirst after “truth” you will find it. That´s a promise!

Originally published September 25, 2013.

Footnotes:

1. Hutton, James; http://www.educationscotland.gov.uk/scottishenlightenment/jameshutton/learnmore.asp.
2. Hutton, James; The Abyss of Time: Changing Conceptions of the Earth's Antiquity After the ...
By Claude C. Albritton; page 100 chapter 8.
3. Hutton, James;. http://www.americanscientist.org/issues/pub/vestiges-of-james-hutton.
4. Lyell, Charles; http://en.wikipedia.org/wiki/Charles_Lyell.
5. Lyell, Charles; God and nature: historical essays on the encounter between Christianity and ...
edited by David C. Lindberg, Ronald Leslie Numbers, “Geologists and Interpreters of Genesis,” page 337.
6. James Hutton - Wikipedia, the free encyclopedia Paul N. Pearson (16 October 2003). "In Retrospect". Nature V. 425 #6959, p. 665. Comments on Hutton's 3-volume 1794 work, An Investigation of the Principles of Knowledge and of the Progress of Reason, from Sense to Science and Philosophy.
7. Watson, D; http://theevolutioncrisis.org.uk/to-the-reader.php.
8. Lisle, Dr. Jason; Discerning Truth; 20010, page 20.
9. Hoyle, Sir Fred; (1981)"Hoyle on Evolution,"
Nature, Vol. 294, No. 5837, November 12, p. 148
10. http://www.youtube.com/watch?v=QtDX17KjjG0
11. Denton, Dr. Michael; http://www.trueorigin.org/isakrbtl.asp.
12. Spetner, Dr. Lee; Tornado in a Junkyard (James Perloff), 1999, page 26.
13. Pitman, Michael; Tornado in a Junkyard (James Perloff), 1999, page26.
14. Wilder- Smith, Dr.; Tornado in a Junkyard (James Perloff), 1999, pg. 27.
15. Lewontin, Professor Richard; “Billions and billions of demons,” The New York Review; http://dailyevidence.wordpress.com/2011/09/14/the-divine-foot/.
16. Watson, D; http://theevolutioncrisis.org.uk/to-the-reader.php.
17. Todd, Scott; correspondence to Nature 401(6752):423, 30 Sept. 1999; http://creation.com/a-designer-is-unscientific-even-if-all-the-evidence-supports-one.
18. Gish, Dr. Duane; Creation Scientists Answer Their Critics, 1993 p. 42,.
19. Bateson; http://www.scribd.com/doc/132636931/Predicament-of-Evolution quoted by George McCready Price, 1925.
20. Hawking, Dr. Stephen; http://www.answersingenesis.org/articles/1998/01/21/review-relative-cosmology.
21. Ellis, FR. George; http://www.allaboutscience.org/big-bang-theory.htm.
22. http://www.youtube.com/watch?v=mooHSXTR2RE
23. Lewontin, Richard; http://creation.com/amazing-admission-lewontin-quote.
24. Mayr, Ernest; http://bevets.com/evobiaspics.htm.
25. Schoch, Dave; 2008.
26. John F. Aston (Editor), 2001.

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